<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568</id><updated>2011-07-31T01:52:50.945+01:00</updated><category term='ue'/><title type='text'>Jornal de Integração Psico-Espiritual</title><subtitle type='html'>para uma auto-transcendência por um amor teocêntrico...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>279</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-764923592543189708</id><published>2009-11-03T00:09:00.003Z</published><updated>2009-11-12T18:49:53.614Z</updated><title type='text'>A vocação e a dimensão da resposta: dimensão esquecida?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.loupiote.com/photos_m/26781770-blacksmith-anvil-flatter.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="197" src="http://www.loupiote.com/photos_m/26781770-blacksmith-anvil-flatter.jpg" style="cursor: move;" width="263" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;No VI Fórum Nacional das Vocações, em Fátima, escutámos pela boca do nosso orador, P. José Luís Moral (sdb), que a vocação é sobretudo resposta, já que Deus chama a todos a uma vida realizada na felicidade (cfr. &lt;a href="http://www.agencia.ecclesia.pt/dlds/bo/Conf_JoseLuisMoral_FatimaVIForumVocacoes.pdf" target="_blank"&gt;conferência&lt;/a&gt;).&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Introduzindo o título, podemos contemplar uma pessoa usando uns "óculos a três dimensões":, como se esses óculos tivessem três lentes ou três modos de ver a realidade da pessoa:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1. Através da primeira lente podemos ver a primeira dimensão: a dos valores sobrenaturais. Nesta dimensão vive-se o conflito graça-pecado.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3. Através da terceira lente podemos ver a terceira dimensão: a dos valores naturais. Nesta dimensão vive-se, mais ou menos conscientemente, a dialéctica entre a normalidade e a patologia.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2. Através da segunda lente podemos ver a segunda dimensão: a dos valores institucionais ou institucionalizados. Nesta dimensão &lt;/b&gt;&lt;b&gt;interagem, de forma mais ou menos conflituosa, &lt;/b&gt;&lt;b&gt;maturidade-imaturidade&lt;/b&gt;&lt;b&gt;.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Esta segunda dimensão ficou para último lugar nas nossas considerações porque foi durante muito tempo esquecida pela pedagogia humana e vocacional, como se tudo na pessoa - inclusive o crescimento e a vocação - dependessem somente dos factores naturais e sobrenaturais, magicamente, sem a liberdade e a interacção do próprio indivíduo. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Não está em causa que a vocação seja iniciativa da benevolência de Deus. Ele chama quem quer e "ponto final". Ma há um "parágrafo": aquele que dá todo o espaço e todo o tempo do mundo a cada pessoa. No entanto, a resposta depende desta e só desta. E ainda há o modo como essa resposta pode acontecer.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A antropologia cristã não deixa de nos inspirar a que levemos a sério a "segunda dimensão" através daquela segunda lente a partir da qual podemos contemplar o ser humano: a da relação entre aspectos que demonstram sinais de maturidade e aqueles que declaram uma inequívoca imaturidade. Nesta dimensão interagem as outras duas (os valores sobrenaturais e naturais). No entanto, entre o fogo e o ferro, tem de agir a bigorna e o martelo, para que a graça forme a natureza da pessoa, a precisar de novidade.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A graça e o pecado, a normalidade e a patologia dependem também da relação entre agentes externos e internos (pessoas, factores e circunstâncias) que formem a consciência para a acção da vontade. Dizia aquele orador do VI Fórum Nacional Vocacional que faltam-nos itinerários que ajudem a educar a vontade.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Portanto, quem ousa acompanhar adolescentes e jovens, no crescimento e na vocação não se esqueça que também é do contacto humano quotidiano que depende a resposta vocacional (cfr.&amp;nbsp; Pr 27,17). Esta não é anulada pela iniciativa de Deus, mas é provocada por ela. Colaboremos, pois, com as comunidades, famílias e indivíduos na existência de ambientes e relações que favoreçam autênticas e maduras respostas vocacionais. Deus faz o que promete; falta a nossa parte!&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-764923592543189708?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/764923592543189708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/764923592543189708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/11/vocacao-e-dimensao-da-resposta-dimensao.html' title='A vocação e a dimensão da resposta: dimensão esquecida?'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-7830539442924149885</id><published>2009-10-15T09:41:00.001+01:00</published><updated>2009-10-15T12:50:21.380+01:00</updated><title type='text'>O Evangelho, a vergonha e a superficialidade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_D0MKmgCF_po/SRBT0yPABII/AAAAAAAADCo/67x6aoPGvHk/s1600/igreja+e+dinheiro.gif" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="196" src="http://2.bp.blogspot.com/_D0MKmgCF_po/SRBT0yPABII/AAAAAAAADCo/67x6aoPGvHk/s320/igreja+e+dinheiro.gif" style="cursor: move;" width="227" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Num destes dias, a Liturgia da Palavra punha-nos diante dos olhos duas figuras contrastantes no que toca à forma como se relacionavam com Jesus Cristo: S. Paulo &lt;/b&gt;&lt;b&gt;(Romanos 1,16-25) e o fariseu rico (&lt;/b&gt;&lt;b&gt;Lucas 11,37-41).&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Paulo proclama a glória de Deus através da sua fraqueza e, por isso, não se envergonha pelo Evangelho que é a fonte da sua força; o fariseu, por seu lado, não é capaz de ver mais para além da aparência de Jesus (perguntando-lhe porque é que não lava as mãos antes da refeição).&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;A vergonha é definida pela psicologia como um sentimento de desprazer que se produz na relação social em ocasiões em que o indivíduo se sente rebaixado entre outras pessoas por ter cometido um acto inconveniente (ou que assim o crê ser), de haver fracassado em algo que não deve ter feito bem, encontrar-se em falta ou numa situação desesperada, etc. Esta definição deixa-nos transparecer que no sentimento de vergonha está sempre subjacente a presença de uma crença ou uma forma pessoal de perceber a realidade. Neste sentido, podemos encontrar nas pessoas, sobretudo nas crianças, uma vergonha natural, que, conforme o contexto familiar e social e a personalidade de cada um, se vai perdendo à medida que ela se sociabiliza. Conhecemos da personalidade de Saulo de Tarso e do acontecer dramática da sua vocação esta socialização que integra o Evangelho. O assumir das suas fraquezas deu amplo espaço à lógica de Deus, relativizando o pensar dos humanos.&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Uma outra vergonha, menos natural, será a de quem acolhe com uma diplomacia defensiva como a do fariseu rico. Nos adultos, ao contrário das crianças, a vergonha poderá aparentar-se como um mecanismo de defesa que a esconde, mas que ao olhar mais permanente e atento se revela como uma forma indirecta de não revelar a superficialidade do sujeito. No fundo, o fariseu reconhece a importância de Jesus e a misteriosa validade da sua mensagem. No entanto, não lhe dá jeito nenhum para o seu status social dar-lhe importância. Para isso, acolhe-o com uma subtilíssima repreensão: "admirou-se por Ele não ter lavado as mãos". Admiração superficial. Não o admirou&amp;nbsp; pela Sua Pessoa e a Sua Mensagem, mas antes por Ele não ter cumprido um rito que ao fariseu daria o comando da situação.&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Estará perdida esta vergonha defensiva?!... Quantos ambientes ainda não estarão infestados desta diplomacia (in)conveniente? Quantas pessoas não estarão subjugadas à superficialidade nos actos públicos, deixando de lado princípios em que profundamente dão algum assentimento, só para se garantir um mínimo de atenção social e uma mera segurança económica. Por quanto tempo mais se pagará o preço caro por uma ninharia que não salva?! O crente segue o que diz a Palavra, única defesa que pode trazer a paz interior e exterior: «Não ponhais a vossa confiança nos poderosos, nem nos homens, pois eles não podem salvar» (Sl 144, 3). A Palavra ajuda-nos a saber diferenciar a natural vergonha que faz parte do crescimento e que, também&amp;nbsp; naturalmente, nos afasta dos excessos na relação interpessoal, da vergonha como mecanismo de defesa que nos isola das relações profundas e dos verdadeiros valores.&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-7830539442924149885?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/7830539442924149885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/7830539442924149885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/10/o-evangelho-vergonha-e-superficialidade.html' title='O Evangelho, a vergonha e a superficialidade'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_D0MKmgCF_po/SRBT0yPABII/AAAAAAAADCo/67x6aoPGvHk/s72-c/igreja+e+dinheiro.gif' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-4946353480674089717</id><published>2009-10-08T10:01:00.001+01:00</published><updated>2009-10-08T10:01:14.731+01:00</updated><title type='text'>A totalidade do homem num "copo" aberto</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.tigulliovino.it/vinopigro/bichiere%20di%20rosso.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="237" src="http://www.tigulliovino.it/vinopigro/bichiere%20di%20rosso.jpg" style="cursor: move;" width="195" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;A visão tridimensional que beneficie a unidade antropológica do homem ainda não é de todo assumida pela totalidade do próprio homem. Ainda há quem tenha na mente aquele dualismo "corpo e alma" que pretende classificar aquela unidade, sem, contudo, o conseguir totalmente, pois se esquece aquela dimensão fundamental que é o "espaço" vital somente "habitado" pelo próprio homem que é a dimensão espiritual.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Já S. Paulo, em 1Tes 5,23, defende esta tridimensionalidade, ao afirmar: «que o Deus da paz vos santifique totalmente, e todo o vosso ser - espírito, alma e corpo - se conserve irrepreensível para a vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo». Assim, &lt;i&gt;pneuma, psiké &lt;/i&gt;e &lt;i&gt;soma&lt;/i&gt; são os elementos a definir a totalidade do homem e a deixar de lado aquele dualismo redutor, a deixar a palavra alma para a realidade psíquica que anima a vida psico-física e psico-social do homem, enquanto que a dimensão pneumatológica ou do espírito, será aquela que o distingue do restante mundo animal.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Viktor Frankl, ao compendiar a &lt;i&gt;análise existencial &lt;/i&gt;e a &lt;i&gt;logoterapia&lt;/i&gt;, apresenta a ontologia dimensional a única capaz de não reduzir o homem a um conjunto de níveis (como defendeu M. Scheler) ou de estratos (como defendeu N. Hartmann), mas a defender uma unidade e totalidade a partir da única dimensão capaz de o fazer, aquela que o distingue: a espiritual - a única dimensão do ser unitário-global do homem. Assim, da tridimensionalidade do homem resulta que a autenticidade do homem pode aparecer só nos arriscamos entrar na dimensão espiritual.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Na verdade, enquanto a vida vegetativa do homem pode ser explicada pela dimensão corpórea e a sua vida animal, se necessário, através da dimensão do psíquico, a existência humana, enquanto tal, a existência pessoal espiritual, não é pura psicossomática. Precisamente como entre a corporeidade e o psíquico, também a oposição entre a necessidade e a liberdade constituem uma projecção no espaço temporal que, ao mesmo tempo, se poderão posicionar para uma possível solução da oposição, precisamente através de uma óptica dimensional espiritual.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;No interior do sistema físico, a causa, o efeito e o contra-efeito unem-se para formar um "círculo causal" fechado em si (de tal maneira que se define o sistema nervoso como "sistema fechado"). - Mas... como é que este sistema fechado em si poderá ser ao mesmo tempo aberto e disposto a acolher em si o psíquico e o espiritual, a deixar-se influenciar, com o objectivo de tornar possível o organismo ao serviço da pessoa? Fina aqui, para a reflexão uma metáfora "transfisiológica":&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Contemplemos um simples copo em cima de uma mesa. Ao mesmo tempo em que a sua sombra se projecta no plano horizontal da mesa por causa da luz que ilumina o copo e forma um círculo fechado na linha dessa mesma sombra, na dimensão imediatamente a seguir, a vertical, no espaço, é "aberto" e "pronto" a acolher em si qualquer coisa. Enfim, enquanto a própria dimensão espiritual constitui o "espaço" do homem, à medida que ele se abre a essa dimensão, ela vai transformando-o na sua totalidade.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-4946353480674089717?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/4946353480674089717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/4946353480674089717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/10/totalidade-do-homem-num-copo-aberto.html' title='A totalidade do homem num &quot;copo&quot; aberto'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-606679738093680227</id><published>2009-09-30T23:00:00.004+01:00</published><updated>2009-09-30T23:02:44.405+01:00</updated><title type='text'>"É tudo por Deus!"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Um mestre do Islão rezou uma oração que se assemelha àquele ditado popular:&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i style="color: #0b5394;"&gt;Ó meu Deus!&lt;br /&gt;Se te adorei por medo do inferno, queima-me em seu fogo.&lt;br /&gt;Se te adorei pela esperança do paraíso, priva-me dele.&lt;br /&gt;Mas se te adorei unicamente por Ti, não me prives da contemplação do Teu rosto. &lt;/i&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;(Râbi'a)&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Uma oração que nos ajuda a "calibrar" a nossa relação com Deus através das mediações que ele nos oferece e a partir das quais nos indica o caminho para nos mostrar o Seu rosto.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Um contributo para a integração da realidade do subconsciente e as possíveis ligações da psicologia do profundo com a antropologia cristã são oferecidos com o tema da auto-transcendência na consistência e na experiência de integração através de confirmações existenciais. Em termos mais simples: são os dados concretos da experiência da vida cristã que nos confirmam se a nossa relação com Deus é consistente ou não e se a nossa relação com Deus está orientado pelo valor que Ele é, ou por uma utilidade desejada pelo nosso ser primário.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Num tempo onde as relações humanas são permeadas por objectivos numéricos e materialistas, o cristão corre também o risco de se relacionar com Deus por medo, pelo Céu, por isto ou por aquilo... e não com Ele mesmo, Aquele que veio para instaurar uma relação pessoal.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Na base de uma consciência cristã mais esclarecida, poderemos não escandalizar-nos, mas compreender o mistério da Cruz. O medo ou a euforia desregrada pelo Reino pode-nos afastar da contemplação do verdadeiro rosto de Deus. São duas patologias extremas que afastam do centro. Por isso é que cada homem e mulher tem, cada um na sua própria medida, duas tendências ou necessidades contrárias na estrutura do seu ser: a necessidade de auto-humilhação e a necessidade de reconhecimento pessoal. Em equilíbrio, estas afastarão quer do medo, quer da ambição que afasta do ideal.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;O homem não é só um dado que o situa nos limites, mas também uma finalidade motivacional com o horizonte no infinito. Só uma relação centrada em Deus é que poderá ajudar o homem a resolver todos os conflitos (medo, euforia...) que o afastam de si mesmo e dos outros em direcção àquele horizonte.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-606679738093680227?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/606679738093680227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/606679738093680227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/09/e-tudo-por-deus.html' title='&quot;É tudo por Deus!&quot;'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-1658086272685707060</id><published>2009-09-15T15:03:00.004+01:00</published><updated>2009-09-24T02:03:03.458+01:00</updated><title type='text'>Ascética regenerativa</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.dailycollage.com/collages/lotr3/02-lord-of-the-rings-1024x768.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="175" src="http://www.dailycollage.com/collages/lotr3/02-lord-of-the-rings-1024x768.jpg" style="cursor: move;" width="233" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Na famosa obra "O Senhor dos Anéis", de J.R.R. Tolkien, descobrimos que a passagem da Terceira Era da "Terra do Meio", dominada pelos Elfos, à Quarta Era, dominada pelos homens, delineia uma tensão entre os valores germânicos e cristãos. As raízes literárias do autor fundam-se, por um lado, na literatura medieval, com as sagas nórdicas, e a literatura inglesa antiga; e na Igreja Católica, por outro. A esta dupla proveniência corresponde a ideia de um Senhor que provém, por um lado, do senhor germânico tirano, Sauron, e, por outro, de Aragorn.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;A estrutura épica desenvolve-se através dos seguintes pontos cardeais:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;1. O &lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;processo de separação da comunidade&lt;/i&gt;: Frodo com Sam e Merry com Pipino, que emigram da sua amada terra do &lt;i&gt;Shire&lt;/i&gt;;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;2. A &lt;i&gt;discese no "reino dos mortos"&lt;/i&gt; ("underworld"), como metáfora do conhecimento: a Irmandade do Anel que atravessa, primeiramente unida e depois dividida, vários territórios ligados ao Bem e ao Mal;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;3. A &lt;i&gt;ascese na Graça&lt;/i&gt; ("overworld"), com a Irmandade do Anel que vence Sauron e aos seus exércitos do Mal;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;4. O &lt;i&gt;retorno e a reintegração na comunidade&lt;/i&gt;: Aragorn é restituído aos homens como legítimo Rei, enquando os hobbit levam para a Contea os novos valores e os novos conhecimentos adquiridos.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Separação-discese-ascese-retorno/reintegração&lt;/i&gt; mostra-nos a sequência que nos poderá ajudar a realizar um esforço de ascese que não seja um simples e, por vezes, inútil esforço baseado em fazer "coisas difíceis". É verdade que a ascese cristã se resume numa "caridade na verdade". No entanto, para que o círculo do mal não se repita ininterruptamente em cada crente, aquela sequência poderá ajudar a percorrer aquele "círculo virtuoso" que nos leva, como que em espiral, a regressar transformados à vida que será também transformada pelo nosso estilo de viver.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;É interessante notar que a obra de Tolkien, do ponto de vista político, atribui à discese a categoria de natureza e à ascese a categoria de civilização; do ponto de vista psicológico, atribui à discese ao território mais obscuro e interiorizado (como a perda da racionalidade humana, o contacto com a dor e o desespero, e o caudal de fracassos ou perdas passados) e à ascese o paraíso interno caracterizado por amor, lealdade e o bom senso. Estes são dados pelo poder regenerativo presente no interior de cada indivíduo e que permite o restauro de uma comunidade com que se está envolvido.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Pensando a um leigo em relação com a família e a comunidade, a um seminarista, a um padre ou a um chefe de uma repartição qualquer, ou seja, à pessoa que é, por essência, relação, a melhor ascese será aquela que desce ao interior, de onde nascem muitas das suas amarguras e pecados (cf. Mc 7,21), para os reconhecer como produtos da realidade exterior mal "digerida" e controlada, para depois subir à realidade novamente, regenerando o interior e o exterior, na relação. Assim, a ascese também poderá ser parte daquele jugo suave ou fardo leve que o Senhor nos convida a carregar, como causa da felicidade pessoal e dos outros (cf. Mt 11,30). Para que a ascese seja eficaz, um método ajuda:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;1. Partir da realidade comunitária para uma&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;2. Viagem até à verdade do interior pessoal;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;3. Subir da realidade interior à Verdade que unifica a pessoa&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;4. e a reintegra, renovando, na comunidade.&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-1658086272685707060?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/1658086272685707060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/1658086272685707060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/09/ascetica-regenerativa.html' title='Ascética regenerativa'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-3571221871149894423</id><published>2009-09-09T09:16:00.001+01:00</published><updated>2009-09-09T09:19:20.422+01:00</updated><title type='text'>A decisão de vida entre "ti" e os "objectos"</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.picarelli.com.br/novopc2/faith.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.picarelli.com.br/novopc2/faith.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Na vocação vive-se, hoje, mais do que ontem, o drama da pouca quantidade dos ingressos (seja na vocação de consagração, seja no matrimónio) e um alto número de abandonos depois de uma decisão que parecia definitiva. As instituições (no geral, a Igreja e a Sociedade) lamentam-se da desproporção dos números mas raramente pensam nos critérios qualitativos que poderiam favorecer um aumento de decisões maduras e da perseverança vocacional.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Existe um factor psíquico que tem um peso importante sobre a disposição interior que enrobustece a decisão de vida: trata-se da capacidade de estabelecer "relações objectais totais". Por "objecto" entende-se as representações interiores que cada um faz de si mesmo, dos&amp;nbsp; outros, das coisas e dos símbolos (por exemplo: a Igreja, a Família, uma Congregação Religiosa, o chamamento, a missão, um valor...). Uma decisão definitiva de vida, ligada a uma instituição, é possível, legítima e salutar e a disposição a tal relação depende também de uma adequada maturação na capacidade de relações objectais "totais". É pressuposto que a qualidade destas relações resulta da conjugação harmoniosa de elementos cognitivos, afectivos e comportamentais de uma particular relação.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;No fundo da pessoa, fruto da sua herança genética e da sua relação com as pessoas e o meio ambiente, assim como do fruto das suas experiências relacionais com os mesmos, está sempre presente uma ambivalência mais ou menos acentuada cujos contornos podemos descobrir na resposta a esta pergunta: até que ponto o desejo da realização de si concorda com o ideal do seguimento de Jesus e até que ponto supõe um ideal centrado no "eu"? A averiguação realista desta questão na pessoa que quer entrar numa caminhada vocacional ou daquela que quer melhorar a sua vivência vocacional é determinante, no sentido de fortalecer a sua ligação com a comunidade de pertença (Igreja, família, grupo, Instituto...). Quanto mais a relação com a referida comunidade estiver auto-centrada na pessoa, será mais fraca; quanto mais aberta estiver à ideia&amp;nbsp; objectiva que a comunidade tem de si própria e da sua missão, mais forte será e promissora de uma perseverança&amp;nbsp; que, na perspectiva bíblica, é um dom da graça doar-se lá onde os olhos contemplam sempre mais a Deus e ao próximo na lógica do grão de mostarda. Esta é uma forma mais elaborada de defender o ditado "é no dar (desinteressado e sem limites) que se recebe".&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-3571221871149894423?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/3571221871149894423'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/3571221871149894423'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/09/decisao-de-vida-entre-ti-e-os-objectos.html' title='A decisão de vida entre &quot;ti&quot; e os &quot;objectos&quot;'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-949650240697489373</id><published>2009-09-07T15:10:00.002+01:00</published><updated>2009-09-07T15:19:42.220+01:00</updated><title type='text'>A pedagogia diferencial do Médico total</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vqHfixke1L8/SkES9XJ82CI/AAAAAAAAAT0/V_eUiUgTzMA/s1600/f_RGm_618d407.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_vqHfixke1L8/SkES9XJ82CI/AAAAAAAAAT0/V_eUiUgTzMA/s320/f_RGm_618d407.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Por estes dias, temos contemplado nos textos do Evangelho a solicitude de Jesus Cristo para com pessoas oprimidas por situações de doença e, por isso, marginalizadas do resto da comunidade. No 22º Domingo do Tempo Comum, vêmo-Lo a curar um surdo-mudo com a expressão "Abre-te" e com os gestos simples de tocar com o dedo nos ouvidos e com a sua saliva na língua, restituindo-o à sua fundamental capacidade de comunicar. Nesta segunda-feira da 22ª semana, vêmo-Lo a curar um paralítico com a expressão "Levanta-te, põe-te no meio, estende a tua mão" e com o gesto da afirmação da sua fundamental condição de estabilidade diante da comunidade. S. Paulo, o iluminado pela Ressurreição de Jesus, assumindo a sua fraqueza, tomou consciência de que, por ela, podia completar o que faltava à Sua Paixão.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Assim, na intimidade distante da multidão com o surdo-mudo, no confronto com o grupo de fariseus com o paralítico e através da fraqueza de Paulo, Jesus mostra o seu amor total e diferencial ao mesmo tempo para com os que estão privados de saúde e bem-estar espiritual. Esta sua atitude é uma lição para nós, crentes, carregados de vontade de cooperar nesta sua missão, mas, muitas vezes, talvez com o exagero de uma determinação desenraizada dos problemas concretos das pessoas que nos aparecem à frente, acabamos por oferecer às mesmas uma solução pré-concebida ou, então, elencada numa leitura oblíqua dos textos sagrados ou, ainda, a partir de um sistema produzido por tradição de mera experiência humana.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;A pedagogia de Jesus é diferencial ou diferenciada, tendo em conta a situação da doença de cada pessoa e a sua particular relação com o meio e a comunidade, com a qual Jesus também quer interagir. Na cura, o Mestre tem sempre presente várias coordenadas: a privacidade, a relação social, a presença e o poder de Deus, a atitude humilde e a fraqueza de quem se apresenta doente... tem em conta o interior e o exterior. Parte sempre de um quadro referencial mais amplo, para poder restituir as pessoas à sua ampla realidade que é a sua dignidade humana.&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Assim, podemos perguntar-nos: - Como é que nós podemos curar um doente ou animar um só desanimado com uma oração intimista? - Como é que podemos aconselhar a um paciente que vá para casa rezar?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;A oração é necessária, imprescindivelmente, mas acompanhada por gestos concretos, privados ou públicos, que ajudem a realizar a efectiva cura da pessoa, seja ela física, psicológica, espiritual/moral e relacional. Esta pedagogia ou medicina do Médico total encontramo-la, porventura, realizada por uma equipa muito abrangente de pessoas, na comunidade: médicos, enfermeiros, padres, terapeutas de várias especialidades, pais, mães, irmãos, amigos, pedagogos, catequistas, etc. Aquele Médico precisa das nossas mãos, pés, ouvidos, bocas, olhos... curados para lhes levar essa cura divina, única capaz de dar plenitude de vida à humanidade.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-949650240697489373?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/949650240697489373'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/949650240697489373'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/09/pedagogia-diferencial-no-medico-total.html' title='A pedagogia diferencial do Médico total'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vqHfixke1L8/SkES9XJ82CI/AAAAAAAAAT0/V_eUiUgTzMA/s72-c/f_RGm_618d407.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-8151366922238081530</id><published>2009-08-31T14:45:00.004+01:00</published><updated>2009-08-31T17:30:10.250+01:00</updated><title type='text'>Sim, não, talvez: "interruptores" de uma linguagem mediadora (actualizado)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://pickupaname.files.wordpress.com/2009/07/yes.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="168" src="http://pickupaname.files.wordpress.com/2009/07/yes.jpg" style="cursor: move;" width="226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Vive-se, hoje mais do que ontem, numa sociedade de boas expectativas, através de personalidades com carência de reconhecimento. Por isso, no mundo do trabalho, na vivência de uma vocação ou mesmo no relacionamento interpessoal, quando a pessoa é chamada a dar tudo o que é e tem, porque assim a sociedade ou uma instituição o exige, mais ela sente necessidade de ser reconhecida quer pessoalmente, na sua globalidade, quer nesta ou naquela particularidade ou circunstância. Habitualmente, não é a globalidade da pessoa a exigir, mas esta ou aquela qualidade ou circunstância que servem de mediação para o diálogo de reconhecimento.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;A expectativa e o reconhecimento, como pólos de relacionamento humano e profissional/vocacional, implicam que o olhar humano mire a totalidade a pessoa, para não correr o risco de, por causa de um valor menor do que a própria pessoa, reduzi-la a esse mesmo valor. Neste sentido, nem sempre a linguagem mediadora tem sido bem utilizada em favor do valor da pessoa e do ideal que lhe está inerente através do chamamento.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;O "sim" e "não" costumam ser os "interruptores" da linguagem mediadora entre expectativa e reconhecimento, na relação humana e institucional, mas nem sempre são unívocos ou portadores de transparência. Porque será?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Introduz-se aqui a diferença que existe entre "ideal pessoal" e "ideal institucional", ambos implicados na vocação. À partida, estes dois tipos de ideal não se identificam imediatamente, precisando de uma linguagem de mediação. Às vezes o "sim" quer dizer "por causa de Vossa expectativa digo que sim, mas o meu coração que gostaria de se ver reconhecido por causa de... diz que não"; outras vezes o "não" quer dizer "digo-lhe que não por isto ou por aquilo..., mas o meu coração gostaria de dizer sim para se sentir reconhecido". Na linguagem mediadora nem sempre os interruptores do "sim" e do "não" são bem utilizados, derivando dessa má utilização quer a falta de transparência que enriqueça a afectividade, quer a falta de coerência da qual depende a eficiência.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;O diálogo institucional que medeia o confronto entre os ideais pessoais e os ideais institucional não deveria utilizar somente esses "interruptores", ainda que os ponha à frente, com transparência de expectativas e vontades de reconhecimento, como ponto de partida. O diálogo institucional,&amp;nbsp; para não ser desumanamente instrumentalizador, poderá metodologicamente ser mediado por uma zona intermédia ao "sim" e ao "não", de forma a criar os pressupostos necessários a que os mesmos sejam efectivos e transparentes, como Jesus assim os apresentou: «Seja este o vosso modo de falar: Sim, sim; não, não. Tudo o que for além disto procede do espírito do mal» (Mt 5,37). A repetição das duas palavras por parte de Jesus (&lt;/b&gt;&lt;b&gt;"Sim, sim; não, não"&lt;/b&gt;&lt;b&gt;) sugere a coerência entre as palavras e as obras, o que se diz e o que se faz, em benefício da perene verdade. Por outro lado, e para não se dar espaço a que se use a Palavra a nosso bel prazer, mas tendo em conta que ela contém toda a verdade, a mesma também sugere a recomendação do Senhor: «Quem dentre vós, querendo construir uma torre, não se senta primeiro para calcular a despesa e ver se tem com que a concluir? Não suceda que, depois de assentar os alicerces, não a podendo acabar, todos os que virem comecem a troçar dele» (Lc 14,28-29).&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Desta forma, não acontecerão dissabores que são causadores quer de más (falsas) expectativas, quer de falta de reconhecimento do valor das pessoas. A história dos dois filhos que o pai convida a trabalhar na sua vinha (cf. Mt 21,28-32), porque parte de uma constatação da realidade, poderá ser uma proposta de reflexão mediadora da sã transparência e do assertivo reconhecimento. Enfim, um "não" reflectido poderá ser mais benéfico do que um "sim" irreflectido, embora respeitoso.&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-8151366922238081530?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/8151366922238081530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/8151366922238081530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/08/historia-do-sim-e-do-nao.html' title='Sim, não, talvez: &quot;interruptores&quot; de uma linguagem mediadora (actualizado)'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-2433701365281581460</id><published>2009-08-28T14:48:00.000+01:00</published><updated>2009-08-28T14:48:05.791+01:00</updated><title type='text'>Libertação interior, consciência e percepção</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_kkhnSvzCzbk/SYAzh_J3vQI/AAAAAAAAAug/T7ibP0OTBII/s1600/broken-chains--for-web.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="153" src="http://1.bp.blogspot.com/_kkhnSvzCzbk/SYAzh_J3vQI/AAAAAAAAAug/T7ibP0OTBII/s320/broken-chains--for-web.jpg" style="cursor: move;" width="235" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;As pessoas que se dedicam à relação de entreajuda através da entrevista psicológica, sobretudo na linha rogeriana (Carl Rogers), sentem a importância e o papel da consciência e da percepção&amp;nbsp; da pessoa acompanhada como caminho de libertação interior, que nos leva a compreender a novidade única e individual que cada pessoa tem para lhes comunicar. Neste sentido, um imperativo forte é a atenção ao reino interior do outro, através da relação interpessoal.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Conquistar uma autêntica liberdade é, pois, uma luta inscrita no ser profundo de cada pessoa, em cuja história é possível captar sinais e tentativas dessa mesma conquista. Assim, podemos falar de uma "linguagem de libertação" na dinâmica da pessoa, linguagem que tem as seguintes características:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1. É &lt;i&gt;dinâmica e relativa&lt;/i&gt;: não é estática, é operacional, reflecte uma busca de sentido mais do que uma definição;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2. É &lt;i&gt;histórica e concreta&lt;/i&gt;: uma reflexão sobre perguntas de situação vivida e concreta da pessoa, uma reflexão sobre a história de cada pessoa;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3. Finalmente, é &lt;i&gt;ambígua&lt;/i&gt;: difícil de definir &lt;i&gt;a priori&lt;/i&gt;, como define J, Comblin, no contexto da libertação integral: «Libertação do pecado que é a escravidão que tem como autor o próprio homem, libertar da escravidão psicológica, do medo, da angústia, da rotina, da preguiça, das paixões, dos preconceitos dos homens de hoje...».&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Podemos, com André Millette, definir libertação como um processo de consciência no homem que permite optar pela sua vida, de uma maneira progressiva e em todas as dinâmicas. No entanto, ficam por responder algumas perguntas inquietantes, que poderão inspirar as nossas &lt;a href="http://conversascomomestre.blogspot.com/"&gt;&lt;i&gt;Conversas com o Mestre&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Onde tem lugar a acção libertadora de Deus? Como é que ela acontece?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Tudo depende da nossa consciência e percepção? Ou Deus pode libertar independentemente disso?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Libertação é um monólogo ou um diálogo, como uma interacção entre dois &lt;i&gt;partners&lt;/i&gt;?&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-2433701365281581460?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/2433701365281581460'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/2433701365281581460'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/08/libertacao-interior-consciencia-e.html' title='Libertação interior, consciência e percepção'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_kkhnSvzCzbk/SYAzh_J3vQI/AAAAAAAAAug/T7ibP0OTBII/s72-c/broken-chains--for-web.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-3356171614200815077</id><published>2009-08-25T21:45:00.003+01:00</published><updated>2009-08-26T00:35:19.141+01:00</updated><title type='text'>O combate interior</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="215" src="http://www.portugalvirtual.pt/_tourism/costadelisboa/sintra/regaleira4.jpg" style="cursor: move;" width="196" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;No último &lt;i&gt;post&lt;/i&gt; propunha uma reflexão sobre o crescimento humano, que implicava largar a "pele" da infância, transitando-se desta estação para a da "contracção", em que o sujeito está mais voltado para o seu interior. Esta dinâmica do crescimento humano, natural, é acompanhada também pelas exigências espirituais. A dimensão de crescimento humano integra-se no crescimento espiritual/moral e este assume aquele. Ora vejamos:&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;No Evangelho de hoje (Mt 23,23-26), onde vemos Jesus a debater-se com a hipocrisia dos escribas e fariseus, aprendemos que o crescimento espiritual consiste sobretudo num combate interior contra toda a espécie de malícia. Segundo Jesus Cristo, não é o que entra no homem que o torna impuro, mas o que sai dele; do coração procedem as más intenções... (cf. Mt 15,11.19). Esta verdade cristã ensina-nos que os piores inimigos a combater são os que estão no nosso interior. Este é um desafio dramático que acompanha aquela mudança de estação para a fase adulta, em que a pessoa é chamada a assumir as suas escolhas: como interpretar as emoções, que rumo de acção dar aos seus sentimentos. Podemos dizer que a primeira estação da vida (a da expansão) é pré-moral, onde não predomina a consciência do mal, e a segunda estação (a da contracção) já pode ser examinada moralmente, pois supõe-se que a pessoa é capaz, com as suas faculdades, de discernir entre o bem e o mal, e tomar decisões na base dessa consciência.&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Segundo Orígenes, as batalhas que é preciso escolher estão dentro do homem: «limita a procura a ti mesmo. Em ti está o combate a que deves entregar-te; dentro de ti está o edifício da malícia que é preciso destruir; o teu inimigo vem do fundo do teu coração» (Homilias sobre Josué). Assim, na pedagogia da infância não se ponha tanto o acento na obrigação moral das crianças quanto no cuidado a que elas experimentem o bem, contemplem o bem, saibam apreciar as coisas boas... Na juventude travarão menos batalhas..., porque o seu interior não será povoado de "bombas relógio". Agora ganha mais sentido a expressão do &lt;i&gt;post&lt;/i&gt; anterior: "os traumas da fase adulta serão bem mais marcantes e graves". Se o é na dimensão humana e pré-moral, também o serão na dimensão do pecado, porque as escolhas da pessoa adulta, a não ser que esta tenha alguma deficiência do foro da consciência, são esclarecidas e livres.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Continua Orígenes: «Conheces o poder deste exército inimigo que avança contra ti do fundo do teu coração? Ei-los, os&amp;nbsp;&amp;nbsp;inimigos a massacrar no primeiro combate, a arrasar na primeira linha. Se formos capazes de derrubar as suas muralhas e destruí-los até que não reste nenhum para o contar, nenhum com vida (Jos 11, 14), nem um só que possa recuperar o fôlego e reaparecer nos nossos pensamentos, então Jesus dar-nos-á o grande descanso». Se nos ocuparmos a travar este combate interior, o combate da fé de que S. Paulo&lt;/b&gt; &lt;b&gt;também foi protagonista (cf. 2Tm 4,7), então já não nos farão mossa os inimigos do exterior aos quais não gastaremos energias de resistência. Resistência e expulsão devemos oferecer aos inimigos do interior. Dessa forma "obteremos descanso" e também o exterior estará em paz.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-3356171614200815077?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/3356171614200815077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/3356171614200815077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/08/o-combate-interior.html' title='O combate interior'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-2441651705045052310</id><published>2009-08-25T01:37:00.002+01:00</published><updated>2009-08-25T02:12:41.446+01:00</updated><title type='text'>Largar a "pele" da infância</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 169px; height: 226px;" src="http://www.mensagensdiarias.com.br/wp-content/uploads/2009/07/crescer-2.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Este título é uma outra forma de dizer "crescimento". Ainda veste a "pele" da infância? Para saber se sim ou se não, pare para responder às seguintes perguntas: quando é que o tempo pára para si? Quando é que se sente realmente em casa, ou seja, totalmente confortável? As respostas a este tipo de perguntas são muito úteis para saber como é que está a acontecer, se já aconteceu ou não a transição da primeira estação para a segunda estação da vida. Como o &lt;/span&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.padretojo.net/arquivo/questions.php?questionid=2"&gt;Dr. Martin Seligman&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;, também acredito que só existem duas grandes estações da vida: a estação da expansão e a estação da contracção. A primeira desenvolve-se desde o nascimento até se descobrirem as exigências do mundo tal qual é encontrado pela pessoa (escolaridade, vocação, valores, trabalho, domínio pessoal...) e preparar-se para essas mesmas exigências. É a "estação extrínseca, em que se aprende o que é esperado de si e de fazer o que é imposto pelo exterior. A segunda estação é definida não tanto pelo mundo exterior, mas pelas realidades que se têm vindo a consolidar dentro de si. Trata-se de se centrar à volta do que aprendeu na primeira estação da vida, preocupando-se com o que considera, pela experiência, realmente importante.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A finalidade deste &lt;span style="font-style: italic;"&gt;post&lt;/span&gt; não é tanto desenvolver nenhum estudo sobre as etapas da vida, mas a de reflectir o que significa realmente o crescimento. Há quem defenda que crescer significa recuperar a infância "perdida" ou não vivida ou vivida dramaticamente, voltando ao passado, vitimizando-se em relação a possíveis pessoas ou acontecimentos opressores, descarregando a raiva em alguém ou algo e consolando-se (estas são as bases do famoso "movimento de recuperação"). Este movimento garante momentos efémeros de consolo, mas parece que não ajuda a crescer verdadeiramente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Outra postura poderá ser a mais saudável e protagonizadora de um crescimento autêntico:&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;revisitar o passado poderá ser útil, mas não para ficar prisioneiro dele. Poderá servir para nele encontrar comportamentos que, relacionados com os comportamentos actuais, ajudem a descobrir o "padrão de comportamento" que bloqueia a transição para uma vida mais feliz e responsável. Com isto, parece que os acontecimentos da infância não influenciam tanto como dizem a personalidade adulta, tanto quanto a sabedoria para escolher e a vontade para mudar os comportamentos. Será o "movimento" de profundidade e de liberdade. Como adultos, somos de facto livres para mudar. Se houve traumas na infância, há que considerar a conclusão de muitos estudos desenvolvidos de forma diferencial (crianças e adultos): os traumas da vida adulta são bem mais marcantes e graves. Provam-no a capacidade que as crianças têm de crescer diante de um mau trato, um divórcio dos pais, de uma doença, etc.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Portanto, aprofunde o conhecimento de si próprio(a) e decida, tanto quanto pode, que rumo dar ao fruto das suas circunstâncias, que passo dar ao ponto de partida que não escolheu. Os sinais reveladores da graça de Deus costumam ser uma boa "bússola"!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-2441651705045052310?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/2441651705045052310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/2441651705045052310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/08/largar-pele-da-infancia.html' title='Largar a &quot;pele&quot; da infância'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-7390658566109985151</id><published>2009-08-22T09:56:00.004+01:00</published><updated>2009-08-22T10:22:33.613+01:00</updated><title type='text'>Protesto de muitos, resposta de poucos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 225px; height: 162px;" src="http://bp1.blogger.com/_IvdtH143I0I/SG01QbulwQI/AAAAAAAAAFg/tXiL1zEzr-I/s320/dest07.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Neste 21º Domingo do Tempo Comum deparamo-nos com o auge de todo aquele acontecimento-discurso que começou com o milagre da multiplicação dos pães, processo relatado pelo evangelista S. João em todo o capítulo 6. O extracto deste domingo (versículos 60-69) refere-se ao debate que deixa o confronto teórico para descer ao confronto da relação humana: «Isto escandaliza-vos?... Também vós quereis ir embora?»&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A multidão considera a proposta de Jesus (comer a sua carne e beber o seu sangue) muito dura. A minoria reconsidera e auto-propõe-se a uma aceitação de uma nova relação com Jesus.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não só em relação à fé, mas também a muitos valores da vida humana, a tendência que pesa mais é sempre a da multidão que protesta aquilo que dá mais bem-estar e comodidade. Que líder terá esta multidão? Estará incontrolada? Ao contrário desta, há sempre uma minoria de pessoas inconformistas que acreditam em valores que não são deste mundo, mas que são inspirados desde o sobrenatural. Esta tendência acontece em muitas frentes: a vivência de um credo, os Sacramentos, a Palavra de Deus e as exigências que dela derivam, a Vocação como caminho de entrega e felicidade , a Caridade na Verdade, etc.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O que está na causa não é só a lei-do-menor-esforço! É um problema de "cataratas" que não se resolve com o bisturi do oftalmologista. é um problema de visão, sim, mas daquela que liga directamente ao coração, sem passar pela inteligência iluminada pela Sabedoria de Deus. É um problema da relação entre a visão, reflexão e decisão. é um problema que toca as mais fundamentais faculdades da pessoa. Quem nos dá o testemunho são os verdadeiros discípulos de quem Simão Pedro é porta-voz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«A quem iremos?...» - Será sempre uma forma saudável de abrir o coração às propostas de Jesus, mesmo àquelas que não estão escritas em nenhum livro, mas que estão implícitas no Evangelho, circunstâncias de cada homem e de cada mulher em cada tempo e em cada lugar.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«A quem iremos?...» - Será a resposta de quem quer permanecer em Jesus, apesar da dúvida permanecer, alimentada pela tendência da multidão; será contracorrente de felicidade.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«A quem iremos?...» - Será inquietação de quem aceita a proposta de novos caminhos, quando parece que os percorridos já estão esgotados; inquietação de quem não aceita respostas mesquinhas, mas vai à procura de significados profundos.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«A quem iremos?...» - é resposta de poucos a Quem tudo pode.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vai pelo testemunho desses!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-7390658566109985151?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/7390658566109985151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/7390658566109985151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/08/protesto-de-muitos-resposta-de-poucos.html' title='Protesto de muitos, resposta de poucos'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_IvdtH143I0I/SG01QbulwQI/AAAAAAAAAFg/tXiL1zEzr-I/s72-c/dest07.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-7290383671391531945</id><published>2009-08-16T00:03:00.004+01:00</published><updated>2009-08-16T18:37:09.911+01:00</updated><title type='text'>Qualidades e Escolhas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 243px; height: 174px;" src="http://bp3.blogger.com/_Veb8Gcn0xyA/RmfZR9kvkUI/AAAAAAAAAbE/QeG9Ku107A8/s320/acorpus.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ao rever o filme "Harry Potter e a Câmara dos Segredos", deparei-me com uma enigmática declaração do mago Dumbledore, que dizia: «A personalidade de uma pessoa vale não primeiramente pelas suas qualidades, mas pelas suas escolhas».&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Esta afirmação pode prestar-se para reflectirmos sobre a relação que existe sobre a herança recebida e a herança realizada por cada um de nós. Neste sentido, a personalidade em maturação contínua é aquela que, activamente, realiza uma herança para os outros a partir da herança que recebeu. Para isso, são decisivas as escolhas que se fazem, mesmo quando a herança recebida não é muito abundante ou feliz. Assim, a felicidade de uma pessoa não está assente só no que recebeu, mas no que ela escolhe viver e receber, porque existem dons que estão à mercê de todos, na herança divina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, o Livro dos Provérbios (9,1-6) apresenta-nos a Sabedoria a convidar os insensatos a sentar-se à sua mesa, para que possam percorrer os caminhos da inteligência. A Eucaristia é o Pão Vivo doado a todos os que queiram percorrer esse caminho, à luz da fé, na esperança e pela caridade. Assim, nem os excessos de moralismo, nem intolerantes objecções nos afastem da Eucaristia, fonte de todas as graças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escolher a o Caminho, a Verdade e a Vida está ao alcance de todos, posta de fora a insensatez. Depois da escolha, então as qualidades serão instrumentos de missão.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-7290383671391531945?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/7290383671391531945'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/7290383671391531945'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/08/qualidades-e-escolhas.html' title='Qualidades e Escolhas'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_Veb8Gcn0xyA/RmfZR9kvkUI/AAAAAAAAAbE/QeG9Ku107A8/s72-c/acorpus.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-3482737641695568107</id><published>2009-08-07T21:29:00.003+01:00</published><updated>2009-08-12T17:19:34.327+01:00</updated><title type='text'>«Mudar de figura!» - Um desafio para a Consciência</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;img src="http://salvemaria.org.br/pub/figuras/rosario/luminous4.jpg" style="float: left; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-right: 10px;" /&gt;Ainda há pouco celebrámos a Festa da Transfiguração do Senhor. Por esta ocasião, lembrei-me de um facto que estava presente na minha consciência autobiográfica: na homilia de um dos Domingos em que escutávamos o Evangelho da Transfiguração, perguntei às crianças que estavam diante de mim o que achavam que era isso de "transfiguração". À partida, de uma pergunta assim, não deveria esperar respostas muito profundas, mas, qual foi o meu espanto, quando uma criança levanta o braço prontamente e responde: «Transfiguração é mudar de figura!» Veio-me logo à consciência nuclear a aclamação do Senhor que dizia «Bendito sejais ó Pai... porque revelastes estas verdades aos pequeninos».&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Integrando a mensagem da Festa da Transfiguração do Senhor - em que Ele antecipa a visão da sua glória aos apóstolos escandalizados com a cruz - numa visão antropológica cristã do desenvolvimento humano, poderemos aproveitar-nos dos argumentos científicos de António Damásio acerca da Consciência ou do "Si" (&lt;i&gt;self&lt;/i&gt;, em Inglês). Para este conceituado neurologista português, existem vários níveis de consciência: a consciência nuclear (&lt;i&gt;core self&lt;/i&gt;), a consciência alargada (&lt;i&gt;extended self&lt;/i&gt;), a consciência autobiográfica ("si" autobiográfico, memória autobiográfica) e o &lt;i&gt;proto-si.&lt;/i&gt; Sem poder desenvolver neste simples &lt;i&gt;post&lt;/i&gt; todos estes aspectos ou níveis da consciência, gostaria somente de desenvolver a seguinte reflexão de integração:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Por &lt;i&gt;consciência nuclear&lt;/i&gt; entende-se a que experimentamos no aqui-e-agora do nosso quotidiano. Este nível da consciência é a "porta" que, terapeuticamente, nos ajuda a aceder à c&lt;i&gt;onsciência alargada&lt;/i&gt;. Esta é a percepção que o nosso "eu" consciente tem de que transportamos a memória de uma passado e somos capazes de antecipar ou "adivinhar" um futuro que se vai avizinhando, não só consequência de um presente, mas que, pela fé, nos é prometido. É das características mais extraordinárias da pessoa humana o fazermos as experiência do aqui-e-agora tendo, ao mesmo tempo, presente a nossa consciência mais abrangente ou extendida (ao passado e ao presente) que influencia positivamente (e às vezes até negativamente) nas circunstâncias do presente.&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Em termos mais simples, entre os dois níveis de consciência - a nuclear (do aqui-e-agora) e a consciência alargada (do passado e do futuro) - existe um intercâmbio a acontecer e a desenvolver sempre, a não ser que alguma patologia neurobiológica o impeça, que equivalerá a dizer um intercâmbio entre a criança que está dentro de cada um de nós, com a sua inocência e os seus sonhos ou ideais, e o "eu" que no aqui-e-agora é chamado a fazer aquele trabalho de intercâmbio entre os vários níveis de consciência que lhe permitirá participar naquela Transfiguração.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;No momento da sua Transfiguração, o Senhor também fez os apóstolos contemplar o Antigo Testamento (a Lei e os Profetas em Moisés e Elias), ao mesmo tempo em que, na nubolosidade em que se faz ouvir a voz do Pai, lhes permite antever a promessa da glória da sua Ressurreição A pedagogia divina manifestada neste evento terá certamente que ver, sob desígnio amoroso do Criador, com aqueles atributos da nossa consciência humana, instrumentos que nos poderão ajudar a "mudar" constantemente "de figura", até alcançarmos definitivamente aquela imagem que Deus idealizou para cada um de nós, na Sua glória, também a nós prometida.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-3482737641695568107?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/3482737641695568107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/3482737641695568107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/08/mudar-de-figura-um-desafio-da.html' title='«Mudar de figura!» - Um desafio para a Consciência'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-8208965277249279258</id><published>2009-07-31T12:29:00.001+01:00</published><updated>2009-08-08T10:21:33.476+01:00</updated><title type='text'>O discernimento de espíritos</title><content type='html'>&lt;div align='justify'&gt;&lt;b&gt;&lt;img height='196' width='160' src='http://www.paroquia-mexilhoeira-grande.com/images/Inacio%20de%20Loiola.gif' style='float: left; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-right: 10px;'/&gt;Hoje celebramos a memória de Santo Inácio de Loiola. Ao reler a pequena descrição da sua história que vem na Liturgia das Horas, fico surpreendido como a complexidade se pode descrever com a simplicidade:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;font color='#990000'&gt;«Nasceu no ano 1491 em Loiola... seguiu primeiramente a vida da corte e a vida militar. Depois, &lt;u&gt;consagrando-se totalmente ao Senhor&lt;/u&gt;, estudou teologia em Paris e aí reuniu os primeiros companheiros, com quem mais tarde fundou em Roma a Companhia de Jesus...»&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O "antes" e o "depois" da sua vida foi marcado por um momento de total consagração. Conhecer a história de um Santo ou não conhecer faz toda a diferença, para percebermos que esta afirmação simples de total consagração ao Senhor tem por detrás um caminho complexo. Conta-nos na sua "Autobiografia" que ele foi ferido em combate: uma bala de canhão estilhaçou a sua perna direita. Deus não o fez, mas permitiu, pois esta paragem na vida militar de Iñigo (seu nome original) levou-o a ocupar os tempos livres na leitura, não com os romances de cavalaria, que estava habituado a ler, mas com os livros que estavam disponíveis no seu Castelo de Loiola: a Vida de Cristo e a vida de alguns Santos, concretamente S. Francisco e S. Domingos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Foi a partir desta experiência de leitura que ele começou a saber distinguir dois tipos de pensamentos: dos pensamentos fantasiosos provenientes das leituras de romances, sobre os quais ele repousava longamente, derivava o prazer, mas quando cansado de pensar e distanciando-se deles, vinha a tristeza. Por outro lado, quando se detinha, também longamente, a considerar o que lera na Vida de Cristo e na vida dos Santos, o fruto do pensamento derivado dessas novas leituras, quando se distanciava delas era uma profunda alegria e o desejo de imitação. Esta alternância de pensamentos, derivado dos dois tipos de fontes (mundana e divina), sucedeu-se por longo tempo. Foi a partir desta experiência que Inácio, mais tarde, nos seus Exercícios Espirituais (313 e ss), escreveu as regras para o discernimentos dos espíritos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O  meu(minha) caro(a) leitor(a) poderá não ter disponível um mês  ou até somente uma semana para fazer estes Exercícios Espirituais, mas ponha-se, no quotidiano, a considerar os comuns sentimentos de tristeza e alegria, estando atento(a) às sua fontes: o que terá causado esta tristeza e aquela alegria? Através deste exercício, que está ao alcance de todos os que gostam de meditar sobre a vida, poderá melhor aceitar também a alternância, de momentos de consolação e de desolação, próprios de quem peregrina na vida espiritual.&lt;/b&gt; &lt;b&gt;"Consagrar-se totalmente ao Senhor" é este, porventura, longo caminho de peregrinação interior...&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-8208965277249279258?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/8208965277249279258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/8208965277249279258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/07/o-discernimento-de-espiritos.html' title='O discernimento de espíritos'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-342047494936643451</id><published>2009-07-22T22:57:00.003+01:00</published><updated>2009-07-22T23:06:48.665+01:00</updated><title type='text'>Unidade de vida = exterior &gt;&lt; interior</title><content type='html'>&lt;object width="320" height="265"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/HuJ6EB2tyQU&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/HuJ6EB2tyQU&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="320" height="265"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;«Se isto é o que está a acontecer por fora, o que estará a acontecer por dentro?» - é a "moral" apresentada no final deste pequeno e interessante vídeo que está disponível online e já povoou inúmeras caixas de correio electrónico. Interessante e necessário é compreendermos essa moral, quer na busca da unidade pessoal de vida, quer na missão de educar os mais novos, com particular atenção para a infância. Interessante foi também o debate público sobre o tema que se pode revisitar em &lt;a target="_blank" href="http://www.debatepublico.com/temas.php?id=322"&gt;www.debatepublico.com&lt;/a&gt;. A maioria dos depoimentos-reacção ao tema deste debate sublinham o trauma como a base do problema, colocando a sua origem na infância.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O desenvolvimento da pessoa humana, que hoje a psicologia descreve minuciosamente desde o seu nascimento, acontece por etapas mediadas por conflitos causados pela relação humana com o ambiente e as pessoas que a circundam, cuja superação oferece a capacidade para avançar para a etapa seguinte. A não superação desses conflitos bloqueia o crescimento nalgum aspecto daquela etapa, com consequências mais ou menos graves para a identidade de uma personalidade realizada e feliz. Se o desenvolvimento humano já é naturalmente mediado por conflitos, o que dizer de um crescimento mediado por contra-valores, violência, mentira, exploração... (e segue a lista interminável que o/a caro/a leitor/a será capaz de desenvolver), que assomados ou confundidos àqueles conflitos naturais darão ao desenvolvimento humano inevitavelmente uma "face" de luta, quer esta se viva mais no interior ou se manifeste com contornos exteriores.&lt;/b&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A ausência desta luta poderá desviar o desenvolvimento da pessoa consciente da sua trajectória "normal".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Desviando a atenção ao argumento do frequentemente mencionado "destino", uma opção por uma crescente e bem fundamentada vida espiritual, unida a um acompanhamento iluminado pelas ciências humanas, poderá ajudar, dependendo das capacidades da pessoa e do aproveitamento das oporunidades-mediações-pessoas a superar aqueles conflitos que se assomam àqueles que já são do desenvolvimento natural, o que exige uma boa dose de aceitação dos limites e de humildade (não humilhação) em procurar a veradeira identidade. No entanto, nem sempre o ambiente circundante favorece a luta interior e exterior no bom sentido. Os sucessos imediatos falam mais alto e são ilusoriamente mais compensadores. O uso de máscaras e o constante recurso a mecanismos de defesa no âmbito da relação social são já sinal&lt;/b&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;da distância entre o interior e o exterior, elementos inseparáveis no que respeita à unidade de vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Assim, a unidade de vida que uma personalidade em crescente maturação consiste num diálogo nem sempre isento de conflitos entre o exterior e o interior do ser humano. Mais naturalmente, podemos encarar este diálogo de forma positiva, tendo a coragem de relacionar sempre os sucessos do exterior e o sentir-se interiormente realizados. Como sabemos desta história particular, que não é facto isolado, nem sempre existe esta correspondência. Por isso, a responsabilidade pessoal em construir a felicidade e em educarmos para ela os outros, inclui inpreterivelmente a atenção ao interior quando nele se reflectem as imagens do exterior e a transparência (nem que seja para a consiência nuclear pessoal) de um exterior que faz um esforço por integrar a memória do interior. É também neste concreto do desenvolvimento da vida humana nem sempre linear, como o tenta descrever a psicologia, que se desenha a história da salvação de Deus para cada homem e mulher, desde a infância até que, no reencontro escatológico com Deus, cada um finalmente reveja a sua originalidade na Face do Criador.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-342047494936643451?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/342047494936643451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/342047494936643451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/07/unidade-de-vida-exterior-interior.html' title='Unidade de vida = exterior &gt;&lt; interior'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-3565214250386329888</id><published>2009-07-22T12:33:00.001+01:00</published><updated>2009-07-22T12:33:38.289+01:00</updated><title type='text'>Gripe A, a Comunhão e a Missão</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Temos vindo, nestas últimas semanas a ser confrontados com uma nova doença para a qual se prevêem contornos mais ou menos graves, conforme o tipo de pessoas que são atingidas por ela, formando os chamados "grupos de risco" (crianças, grávidas, idosos, etc.). Assim, a já famosa "Gripe A" ou "H1N1" está a unir as grandes instituições, incluindo a Igreja, numa prevenção que desoriente os riscos anunciados. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;É nesta prevenção que quero aqui participar, através desta  "catequese" psico-espiritual, não que vá propor uma cura psico-espiritual para o problema da gripe, mas que há aspectos da vida cristã, como a comunhão e a missão, que merecem um apelo para a colaboração na prevenção.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;No contexto do envio dos Setenta e Dois (Lc 10) que o Senhor garantiu aos seus discípulos que nada lhes poderia causar dano Lc 10, 19: «Olhai que vos dou poder para pisar aos pés serpentes e escorpiões e domínio sobre todo o poderio do inimigo; nada vos poderá causar dano». Como lemos, o poder que Ele lhes dá tem uma dimensão pro-activa: "poder para pisar". Sugere-se aqui que no impulso que nos leva a participar na Comunhão (seja em sentido global, na vida cristã em participação na Vida da Santíssima Trindade, como concreto, em participação na Pessoa e Missão de Jesus Cristo na Missa) seja acolhido como apelo a colaborar activamente a "pisar serpentes e escorpiões" que danifiquem a comunhão. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Em Mc 16,18, vemos Jesus a garantir aos discípulos que «apanharão serpentes com as mãos e, se beberem algum veneno mortal, não sofrerão nenhum mal». Paulo, quando adverte a comunidade para os perigos da idolatria (1Cor 10), adverte a que «nem tentemos o Senhor, como alguns deles tentaram e pereceram, mordidos pelas serpentes» (v. 9). Uma leitura paralela destes textos, sugere-me que, no contexto das doenças que a sociedade se vê obrigada a prevenir-nos dos riscos graves, a Igreja não só reflicta, mas convide os fiéis a actuar no que diz respeito à vivência de alguns momentos concretos da comunhão, sobretudo aqueles em que se podem correr riscos do contágio: a comunhão na Missa. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Defender a todo o custo esta ou aquela forma de comungar, trascurando assim a liberdade que os fiéis têm de escolher, como na confissão, do modo de realizar um rito, é já, por si, uma atitude idolátrica. E tenta o Senhor, pois nessa atitude, aludindo a que o Senhor nos garantiu que nos livraria de todo o mal..., damos a impressão que somos nós a querer que o Senhor nos salve, ou, no limite, a convocá-Lo para isso no momento do perigo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fica a exortação neste tempo em que é preciso de colaborar na prevenção sanitária, com todos os meios e em todas as circunstâncias: na comunhão sejamos pró-activos em fazer tudo o que concorre para a saúde, fazendo das mãos um "trono" para receber o Rei (S. Cirilo de Jerusalém, séc IV). Não tenho, aqui, problemas em partilhar que sempre que distribuo a comunhão na Missa e tenho de levar a Hóstia Consagrada à boca de uma pessoa, tenho a consciência intranquila de que estou a partilhar a saliva da pessoa ou pessoas precedentes. Não nego a liberdade que leva as pessoas àquele modo de comungar, até porque o fazem por tradição. Mas sinto que estamos a tentar o Senhor (cf. 1Cor 10,9), pois não fazemos tudo para que se "pisem as serpentes e escorpiões" (cf. Lc 10,19) que danificam a comunhão entre os fiéis, factível através da defesa do bem-estar da saúde física, psíquica e espiritual. Se na comunhão devemos ser pró-activos, na missão, que já assume essa pro-actividade, não devemos ter medo (ou seja, não devemos ser re-activos), facando parados, de forma que aconteça que o mal nos venha "morder". Não estar parados numa forma cristalizada de fazer é a forma de não ficar doentes, não querendo com esta afirmação desprestigiar aquela quietude ou abandono que é própria dos cristãos no meio dos perigos do mundo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Não faltam, nos livros espiritualidade e na Internet, citações que revelam a tendência da defesa da comunhão na língua, com a consequente necessidade de artefacos como a petena, com a defesa, talvez presunçosa, da dignidade de uma relação com o Sacramento. Respeitamos os contextos em que essa tendência nasceu, mas com a crítica constructiva de que revelam uma certa militância pastoralmente infecunda. Ignorando as passagens da história da celebração dos sacramentos, também se torna mais longínqua a forma celebrativa original de Jesus com os seus discípulos no cenáculo. Para além do aspecto sanitário, fica a pergunta: &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O que poderá fazer com que a comunhão leve a uma participação mais eficiente na missão? Uma comunhão na língua, de braços inertes, ou a comunhão nas mãos, de braços estendidos para o Senhor e os irmãos? Talvez uma resposta a partir de uma "consciência alargada" e não só "consciência momentânea" ajude a combater uma evidente "gripe" psico-espiritual, doença provocada por um "vírus" que ignora a dimensão física da fé.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-3565214250386329888?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/3565214250386329888'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/3565214250386329888'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/07/gripe-a-comunhao-e-missao_22.html' title='Gripe A, a Comunhão e a Missão'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-4449491222462887967</id><published>2009-07-07T10:43:00.001+01:00</published><updated>2009-07-07T10:43:41.025+01:00</updated><title type='text'>A discese necessária</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;div align='justify'&gt;&lt;b&gt;&lt;img src='http://www.srcoronado.com/wordpress/wp-content/uploads/2007/09/humilde.jpg' style='float: left; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-right: 10px;'/&gt;«Onde é que se encontra Deus, neste momento em que tanto preciso d'Ele?» - é uma pergunta feita frequentemente pelos crentes que, desanimados ou questionando certos acontecimentos, se sentem vazios e carentes desse encontro com Aquele que tudo pode.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;Ao querermos "subir" para Deus, muitas vezes esquecemo-nos de que Ele "desceu" para nós. Pergunto: será que a "subida" nos leva onde Ele está? Quantas vezes os ritos e os nossos próprios esforços nos distraem do caminho ao "lugar" onde Ele se encontra? Razão terá tido S. João da Cruz em propor-nos o caminho do "nada" e, convém saber, mesmo da ausência de algumas coisas espirituais que, apesar de serem originalmente boas, no entanto nos distraem do verdadeiro encontro por Deus, porque forjadas pelo nosso próprio desejo nem sempre bem intencionado ou conhecedor da nossa verdadeira necessidade.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;"Descer" onde Deus está, como Jesus fez (cf. Mt 9,32-34), poderá ser o princípio de uma verdadeira ascese, a partir das coisas simples e de alguns abismos que temos que encarar. Para esta discese requerem-se alguns instrumentos, como por exemplo a aceitação e a humildade, para além da quietude para deixar Deus entrar e actuar.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;/div&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-4449491222462887967?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/4449491222462887967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/4449491222462887967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/07/discese-necessaria.html' title='A discese necessária'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-4298672483646633615</id><published>2009-06-01T09:26:00.001+01:00</published><updated>2009-06-01T16:23:49.881+01:00</updated><title type='text'>Complicado processo de descomplicação</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;div align='justify'&gt;&lt;img height='230' width='150' src='http://1.bp.blogspot.com/_b_QQLfN8V54/SCn_6kq7jeI/AAAAAAAAAPY/dHrVqhYK0fg/s400/Sem+t%C3%ADtulo.JPG' style='float: left; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-right: 10px;'/&gt;&lt;b&gt;A educação humana é, porventura, um processo de crescimento que parte do simples para o complicado. A criança é simples à partida. No entanto, para que ela seja capaz de viver neste mundo, tem de aprender umas tantas coisas: umas irão ser úteis e outras não. Quando o jovem começa a tomar as rédeas da sua própria vida, agindo de forma pró-activa sobre ela e não já somente de forma reactiva, como vítima, então será capaz de desenvolver o complicado processo de descomplicação. É a fase de ir ao arsenal de informação que lhe debitaram e perceber o que lhe é necessário reter para o resto da vida, ao mesmo tempo em que poupa energia e espaço na memória e nas emoções para o tempo que lhe é dado viver com proveito.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;Empreender este complicado processo de descomplicação exige que cada um e, à escala social, cada comunidade de pessoas tenham a coragem de partir da sua própria história e de nela inverter o processo de indutivo em para dedutivo. Na educação, o processo de crescimento implicou mais a indução sob a forma de persuasão, a partir da sugestão dos pedagogos. Quando a criança começa a usar a sua capacidade de raciocínio formal, adquirindo o seu auge com a juventude, então começará a apropriar-se da sua realidade através da dedução, partindo do universal que lhe foi "instalado" pedagogicamente para o seu particular, fazendo convergir tudo ao proveito da sua vocação.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;&lt;br/&gt;Para isso, é bom pôr-se muitas perguntas para se encontrarem as respostas que já foram inscritas na nossa educação e, em respeito pela liberdade de cada um e contra o determinismo, descobrir o modo como responder a essas perguntas pessoais.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-4298672483646633615?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/4298672483646633615'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/4298672483646633615'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/06/complicado-processo-de-descomplicacao.html' title='Complicado processo de descomplicação'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_b_QQLfN8V54/SCn_6kq7jeI/AAAAAAAAAPY/dHrVqhYK0fg/s72-c/Sem+t%C3%ADtulo.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-2260162802512463309</id><published>2009-05-21T10:18:00.001+01:00</published><updated>2009-05-21T10:18:16.983+01:00</updated><title type='text'>A comunicação cristã IV - Relações superficiais e profundas</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;div align='justify'&gt;&lt;img src='http://www.brasilescola.com/upload/e/bate%20papo.jpg' style='float: left; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-right: 10px;'/&gt;&lt;font color='#000000'&gt;&lt;b&gt;À volta do 43º Dia Mundial das Comunicações Sociais, surge o tema «Novas tecnologias, novas relações&lt;/b&gt;.&lt;/font&gt;&lt;font color='#000000'&gt;&lt;b&gt; Promover uma cultura de respeito, de diálogo, de amizade» protagonizado pelo Santo Padre. O tema e também a tendência actual de os mais novos "viverem" mergulhados nos novos meios de comunicação&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;b&gt; são inquietantes e provocadores. Por isso merecem uma refleção integradora que implica, mais do que sublinhar os aspectos negativos, observarmos e aproveitarmos as imensas possibilidades que esses nos oferecem.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;Primeiro, há que clarificarmos alguns conceitos. O primeiro é o de comunicação: através deste entendemos a ideia de participação. Esta poderá ser racional ou não, mas partimos do pressuposto de que inclui o elemento afectivo, senão não há participação. Ou se está presente ou não. &lt;br/&gt;O segundo conceito é o de informação. Nesta, está presente o intercâmbio de conhecimentos racionais. toda a informação é comunicação, mas nem toda a comunicação é informativa (posso estar a participar numa conferência sem estar a perceber nada do que estão a dizer e, no entanto, estou a participar num evento comunicativo). A informação, para ser tal, deve ser compreensível e deve ser coerente com a verdade. A comunicação poderá não o ser.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ora, partindo da clarificação possível sobre estes conceitos, podemos sugerir que os  mais novos já "habitam" o novo «continente digital» e participam na comunicação que nele se desenvolve. No entanto, podemos perguntar: será que procuram ou lhes é dada a verdadeira informação? Hoje, é urgente um aproveitamento positivo das novas tecnologias, para que a comunicação se possa tornar informação e formação. Para tal, também os mais velhos, sobretudo os que têm a missão nobre de educar, ensinar e informar, devem habitar nesse novo «continente digital» sem ter medo de deixar o "velho". Talvez este seja um dos efeitos da Nova Aliança: o não estarmos presos a um continente material, seja ele qual for, viajando de continente em continente até à Pátria definitiva.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-2260162802512463309?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/2260162802512463309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/2260162802512463309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/05/comunicacao-crista-iv-relacoes.html' title='A comunicação cristã IV - Relações superficiais e profundas'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-2877019387399902024</id><published>2009-05-19T08:24:00.001+01:00</published><updated>2009-05-19T08:24:18.802+01:00</updated><title type='text'>A comunicação cristã III - Os perigos da comunicação</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;div align='justify'&gt;&lt;b&gt;&lt;img height='248' width='204' src='http://1.bp.blogspot.com/_usweI0Zsmo4/R1RuG5Ybt_I/AAAAAAAABDg/WfxggapZYVM/s1600-R/calar.bmp' style='float: right; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px;'/&gt;O desejo de educar os outros ao bem pode transformar-se, por excesso de zelo, na pretensão de ensinar o "nosso" bem. Na interacção com os outros estamos sempre preocupados em impor o nosso ponto de vista, de projectar as nossas certezas e os nossos esquemas mentais. Fazendo assim, pensamos ter cumprido o nosso dever, mas não nos damos conta que demos respostas a perguntas que não foram feitas. Poderão ter sido respostas exactas e verdadeiras, mas não esperadas nem pedidas e, por isso, não interessantes. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Assim, poderão ocorrer tendencialmente os seguintes perigos ou erros na comunicação educacional e fora dela:&lt;br/&gt;1. &lt;i&gt;Diagnosticar&lt;/i&gt;: «acredita que está a acontecer com eu te digo: tu agora estás confuso»;&lt;br/&gt;2. &lt;i&gt;Moralizar&lt;/i&gt;: «não está bem como dizes, escuta-me...»;&lt;br/&gt;3. &lt;i&gt;Generalizar&lt;/i&gt;: «estas coisas acontecem a tantas pessoas, não és o único»;&lt;br/&gt;4. &lt;i&gt;Dogmatizar&lt;/i&gt;: «a vida é um contínuo alto e baixo»;&lt;br/&gt;5. &lt;i&gt;Interpretar&lt;/i&gt;: «para ti a vida não tem sentido porque não encontraste alegria»;&lt;br/&gt;6. &lt;i&gt;Reduzir a si&lt;/i&gt;: «também a mim aconteceu a mesma coisa».&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Estas intervenções são inadequadas porque produzem um bloqueio na comunicação e, consequentemente, negam ao outro a oportunidade de tomar consciência e de poder sair das próprias dúvidas e dificuldades, pois é provável que a solução para os mesmos esteja dentro de si. Por isso, há que fazer mais perguntas e dar respostas a perguntas que foram feitas pelo interlocutor.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Modelo perfeito de comunicador é Jesus (conferir Ev. de João, Cap. 3) que sabe escutar, não diagnostica, não moraliza, não generaliza, não dogmatiza, não interpreta e não reduz a si, mas confirma qualquer realidade humana. As personagens que se abeiram d'Ele são frágeis, indecisas, inseguras, mas a cada um Ele propõe sempre o mesmo modelo de relação feita de escuta e acolhimento, de forma a pôr o outro em condições de desenvovler a própria autoconsciêncialização, abrindo-se à possibilidade de mudança.&lt;br/&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-2877019387399902024?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/2877019387399902024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/2877019387399902024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/05/comunicacao-crista-iii-os-perigos-da.html' title='A comunicação cristã III - Os perigos da comunicação'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_usweI0Zsmo4/R1RuG5Ybt_I/AAAAAAAABDg/WfxggapZYVM/s72-Rc/calar.bmp' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-6056861478522247897</id><published>2009-05-18T12:10:00.001+01:00</published><updated>2009-05-18T22:56:53.336+01:00</updated><title type='text'>A comunicação cristã II - O progresso de Nicodemos</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;div align='justify'&gt;&lt;b&gt;&lt;img height='215' width='190' style='float: left; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-right: 10px;' src='http://farm4.static.flickr.com/3097/2734374402_528cc23614.jpg'/&gt;O encontro de Jesus com Nicodemos é um dos que nos poderá ajudar a contemplar um progresso na comunicação. Podemos observá-lo de perto em Jo 3. Vejamos como se caracteriza Nicodemos no início deste encontro:&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align='justify'&gt;&lt;b&gt;A sua fé é ambígua, esconde-se, porque se quer encontrar com Jesus de noite. É uma pessoa culta, um chefe dos judeus, que vai cheio de conhecimentos ligados com a sua religião. Apresenta-se diante de Jesus com uma atitude de quem sabe ter algo para dizer, o que cria à partida uma certa distância. Vai até Jesus não para descobrir a novidade da verdade, mas para receber a confirmação das cuas convicções. Sabe e pensa não ter nada a aprender. Não fala por convicção pessoal, mas por declaração doutrinal, confinando Jesus a um esquema de pré-compreensão teológica. Diz Bonhoeffer: os cristãos, especialmente os pregadores, pensão que só têm algo a oferecer aos outros quando se encontram com eles e pensam que essa é a sua única tarefa. Esquecem que escutar pode ser um serviço maior do que falar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;É diante deste excesso de segurança, garantia da distância de Nicodemos, que Jesus vai, com a sua atenção e respeito, aproximar Nicodemos e libertá-lo das suas resistências que, provavelmente, estão sediadas na esfera afectiva. E é precisamente com a sua atitude afectiva que jesus o ajudará a libertar-se. Há qualquer coisa naquele Homem que atrai Nicodemos. E, antes que o conteúdo, começa por ser a forma, o modo como Jesus se aproxima dele e o inquieta. Nas respostas de Jesus, Nicodemos tende a colher a sua verdade, mas o seu afecto ainda resiste, ficando ligado aos seus esquemas que o impedem de seguir a sequela daquele Mestre, deixando-o ficar na lamentação do tipo "gostaria, mas não tenho como". Com este dualismo entre a mente e o coração de Nicodemos ainda fica um impasse que provoca uma certa incomuncabilidade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Como é que Jesus concegue entrar dentro do mundo afectivo de Nicodemos? Decubramos: nas interacções entre interlocutores podem acontecer três modalidades fundamentais de relacionar-se: a confirmação (afirmação, ratificação, apoio, apresentação de provas); a desconfirmação (desatenção, desconsideração); o refuto (reprovação, contestação, negação). Confirmamos o outro quando o aceitamos assim como é, aceitando o que ele nos dá na sua comunicação; refutamos quando explicitamente negamos a relação com ele e dizemos claramente que não queremos comunicar com ele; desconfirmamos quando negamos a relação não de forma explícita, mas ambíguo, através da comunicação não verbal. Das três modalidades, esta última é a mais danificadora da comunicação, causadora de mal estar. Jesus não refuta nem desconfirma o seu interlocutor, mas usa como modo comunicativo o da confirmação, ou seja, o do apoio e atenção, metendo a pessoa num bem estar fundamental para que ela possa acolher as suas provas. O seu modo de comunicar não é ambíguo e apresenta uma perfeita consonância entre as palavras e as atitudes.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-6056861478522247897?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/6056861478522247897'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/6056861478522247897'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/05/comunicacao-crista-ii-o-progresso-de.html' title='A comunicação cristã II - O progresso de Nicodemos'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm4.static.flickr.com/3097/2734374402_528cc23614_t.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-4581471452302120515</id><published>2009-05-17T23:25:00.002+01:00</published><updated>2009-05-18T09:34:01.584+01:00</updated><title type='text'>A comunicação cristã I - A escuta activa</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/ShEdW6SkkzI/AAAAAAAAAYc/-pYpBKoYyI8/s200/edoardo-belinci-calo-d-ascolto-2004.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5337079312852226866" border="0" /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Em todo o universo da comunicação podemos observar dois tipos de comunicação: o dedutivo e o afectivo. O primeiro está mais atento ao conteúdo que se tem de transmitir que ao criar um contexto relacional que favoreça uma recepção frutuosa daquele conteúdo. Deste modo, o mais provável é que se desenvolva um bloqueio no interlocutor, já que não houve a preocupação prévia em interligar com ele. Diverso deste tipo é o segundo, o tipo afectivo, que se desenvolve num contexto de reciprocidade. Mais do que o pretexto intelectual, o que importa é ir de encontro a alguma necessidade já existente dentro do interlocutor. Ao ser escutada, a mensagem poderá então florescer no interesse deste, de forma que ele se sinta como que em casa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;É sobretudo nos diálogos do Evangelho segundo S. João que nos é apresentado um contributo psicológico-relacional para compreendermos a comunicação de Jesus, mesmo quando essa se torna difícil pela resistência oferecida pelos seus interlocutores. Não é que Jesus Cristo tivesse à sua disposição as actuais grelhas de análise psicológica, mas que era capaz de intuir facilmente os dinamismos interiores da alma humana. É neste sentido e no seu agir que Ele nos vai ensinar a comunicar.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1. Jesus, mesmo quando reprova,  envia as suas mensagens sempre no respeito e na escuta da individualidade do interlocutor, considerando a sua história, as suas características psicológicas, culturais, sociais e religiosas, não impondo, mas esperando uma livre adesão, tendo em conta as possibilidades do outro.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2. Jesus começa por acolher com as suas disposições de afecto, transformando as resistências do seu interlocutor, activando um verdadeiro diálogo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3. Jesus põe em prática uma escuta activa que não é um simples sentir aquilo que o outro diz (o que prova a empatia não ser só sentimento!). Com essa escuta, Jesus colhe todos os aspectos da pessoa do outro, mesmo os que não são explícitos, levando-o a descobrir as próprias possibilidades e energias.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Um exemplo típico desta comunicação acontece entre Jesus e Nicodemos. O(a) meu(minha) caro(a) leitor(a) poderá encontrá-la no Cap. 3 do Evangelho segundo S. João.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-4581471452302120515?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/4581471452302120515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/4581471452302120515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/05/comunicacao-crista-i-escuta-activa.html' title='A comunicação cristã I - A escuta activa'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/ShEdW6SkkzI/AAAAAAAAAYc/-pYpBKoYyI8/s72-c/edoardo-belinci-calo-d-ascolto-2004.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-8608071970181324511</id><published>2009-05-15T22:01:00.002+01:00</published><updated>2009-05-15T22:03:54.555+01:00</updated><title type='text'>O sentimento de si</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_I-kgnBm2DEQ/SMw0N-S46zI/AAAAAAAAACc/98-j5BZubzs/s320/inteligencia-emocional.jpg" style="float: left; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-right: 10px;" width="213" height="213" /&gt;Hoje, quero falar sobre os diversos modos através dos quis nos "sentimos a nós próprios". O "sentimento de si" é uma importante realidade subjectiva, um fenómeno evidente e atendível que a ciência e o acompanhamento humano não podem ignorar. O modo no qual nos experimentamos a nós próprios na relação com os outros fornece a estrutura mediante a qual organizamos todos os encontros interpessoais.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Na sua psicologia do desenvolvimento, Daniel Stern sustém que no decurso do nosso desenvolvimento nós coleccionamos diversas experiências de nós próprios, diversos modos de "sentirmo-nos", de nos sentirmos no mundo. Todos estes diversos sentimentos de si, que se sucedem um após outro com o suceder do tempo,  não estão "avizinhados", mas permanecem como níveis coexistentes de experiência. O interessante é que cada sentimento ou impressão de si "acorda" um correspondente "campo de relação", ou seja, dependendo do modo como me sinto, terei um modo de relacionar-me com os outros e vice-versa: um certo modo de relacionar-me far-me-á sentir de um certo modo e não num outro; se, por vezes, um determinado campo de relação não me é garantido, dificilmente poderei perceber a sensação de mim mesmo relacionado com esse campo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Concretizando estas ideias que parecem confusas, através de um cenário que porventura é comum a todos: já cada um viveu a experiência de ir a uma festa de casamento ou relacionada com o emprego do marido ou da mulher. Vestindo gravata ou o melhor vestido de noite ao quel não estamos habituados, diante de pessoas porventura desconhecidas, demo-nos conta de que não estávamos no ambiente nosso preferido, aquele ambiente favorável a que sejamos nós próprios, espontâneos. É, pois, nesses momentos que vêm ao de cima outras formas de nos sentirmos nós próprios que num ambiente habitual estão "caladas".&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Então daqui podemos concluir que somos um conjunto de modos coexistentes de nos sentirmos a nós próprios, dependendo dos ambientes que frequentamos e da "roupa" que vestimos (não estamos aqui a falar de patologias, nem de duplas personalidades; todos os homens e mulheres passam por isso e sempre de forma original).&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quantos são as formas de nos sentirmos a nós próprios? Stern elenca quatro tipologias: um "Si" &lt;i&gt;emergente&lt;/i&gt;, um "Si" &lt;i&gt;nuclear&lt;/i&gt;, um "Si" &lt;i&gt;subjectivo&lt;/i&gt; e um "Si" &lt;i&gt;verbal&lt;/i&gt;. Estas tipologias descrevem o desenvolvimento das formas de nos sentirmos a nós próprios desde a nossa concepção, desde o insconciente, até à nossa capacidade de verbalizar os sentimentos.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O desafio do desenvolvimento humano, sobretudo sob o auxílio de uma aliança com Deus, é o que reconhecermos que, por vezes, se manifestam em nós próprios sentimentos contraditórios que é necessário assumir e manter (guardar) em conjunto, na história pessoal, até à nossa salvação.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-8608071970181324511?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/8608071970181324511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/8608071970181324511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/05/o-sentimento-de-si.html' title='O sentimento de si'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_I-kgnBm2DEQ/SMw0N-S46zI/AAAAAAAAACc/98-j5BZubzs/s72-c/inteligencia-emocional.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-4905102873755877781</id><published>2009-05-08T17:38:00.001+01:00</published><updated>2009-05-08T17:38:51.001+01:00</updated><title type='text'>O "fair-play" da fé</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;img height='177' width='253' src='http://www.tigulliovino.it/blog/direzioni-opposte.jpg' style='float: right; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px;'/&gt;Existem três critérios que servem quer aos educandos queraos seus educadores reconhecer em que medida aqueles se encontram efectivamente num processo de mudança que continuará no futuro.O primeiro é &lt;i&gt;tomar decisões livres e responsáveis&lt;/i&gt;, o segundo é &lt;i&gt;ser capaz de verbalizar fraquezas e caídas&lt;/i&gt;, o terceiro é &lt;i&gt;respeitar os valores proclamados na sua integralidade&lt;/i&gt;.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O terceiro critério apresenta-nos uma dicotomia nem sempre visível nos comportamentos das pessoas, mas que à mínima oportunidade de aprofundar uma situação pessoal de fraqueza (percebendo a sua psicodinâmica) se pode perceber que o que estamos a observar é uma&lt;i&gt; fraqueza&lt;/i&gt; ou então uma &lt;i&gt;exigência não aceitada&lt;/i&gt;. São duas realidades diferentes, pois a primeira frequentemente foge à liberdade do sujeito e a segunda é uma opção, revelando, por isso, uma inconsistência. A fraqueza mostra-nos a não posse de um valor que porventura se quer alcançar, mas que ainda não se possui de todo; a exigência não aceitada ou inconsistência é a recusa desse valor ou, então, a não aceitação e vivência da sua totalidade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A inconsistência psicológica ou espiritual diz-nos que ao sujeito não interessa o conteúdo objectivo do bem, a sua importância intrínseca, mas sobretudo a sua auto-referência, a sua correspondência aos interesses pessoais do momento, às razões subjectivas. Na inconsistência, não é o valor que ajuda a perceber o bem, mas os interesses pessoais. À pessoa inconsistente, o que falta para ser consistente não é a observância de um preceito, mas a efectiva capacidade de ser fiel e responsável em relação à lógica do valor. à maneira de Jesus: «Quem é fiel no pouco também é fiel no muito; e quem é infiel no pouco também é infiel no muito.» (Lc 16,10).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Na perspectiva cristã, cada fraqueza, mesmo quando grande, é objecto da redenção; uma inconsistência, ainda se pequena, porque tolera a infracção dos valores.Como traduzir, então, este critério último de aceitar viver, ainda se numa certa gradualidade, os valores na sua integralidade? Aceitemos o conselho de S. Paulo: «Aquele que participa numa competição não recebe o prémio, se não competir segundo as regras.» (2Tm 2,5) Aqui sublinha-se não a necessidade de vencer a todo o custo, mas a de combater segundo as regras. Acolher um valor na sua integralidade, no fundo, significa conceber a vida e as próprias escolhas concretas nestes termos de um "fair-play". Na vivência dos valores não vale a lógica do utilitarismo, nem do sucesso a todo o custo, mas mais a da honestidade, da responsabilidade, da voluntária obediência às regras. Porque, enfim, na fraqueza está algo que nos atira para o amor, a misericórida; no caso das exigências não aceitadas, somos atirados para trás: para o contentamento de nós próprios.&lt;br/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-4905102873755877781?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/4905102873755877781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/4905102873755877781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/05/o-da-fe.html' title='O &amp;quot;fair-play&amp;quot; da fé'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-361743917164310292</id><published>2009-05-07T08:16:00.001+01:00</published><updated>2009-05-07T08:16:17.313+01:00</updated><title type='text'>Honestidade</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;img height='196' width='174' src='http://3.bp.blogspot.com/_omwtJw_V24w/SHekgYvwC2I/AAAAAAAAABw/ND27KSRKrtI/s1600/honestidade.bmp' style='float: left; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-right: 10px;'/&gt;No Evangelho segundo S. João, o cego de nascença é a pessoa que mais claramente reconhece Jesus por aquilo que Ele é. O cego é conduzido à plenitude da fé por uma simples virtude: nega-se a mentir. Vai ao encontro de Deus simplesmente através da própria honestidade. Esta é uma espécie de misticismo rudimentar que suscita a fé. Todos os programas terapêuticos criados para superar qualquer forma de dependência têm provado que a sinceridade é necessária para uma vida espiritual sã.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;i&gt;Serás frágil tanto quanto a tua fragilidade mais secreta e permanecerás frágil até quando a tua fragilidade permanecer secreta.&lt;/i&gt; Esta é uma afirmação que convida a pessoa que quer crescer em maturidade diante das fragilidades a capacidade para as verbalizar. Esta é a porta da disponibilidade para se deixar ajudar, quanto possível, no assumir e tomar uma decisão livre e responsável diante das tendências naturais que contrariam os valores ideais professados pela pessoa em crescimento.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Este crescimento consiste naquela luta entre "auto-transcendência" e "auto-gratificação" que se exprime sobretudo nas seguintes três áreas: afectos, apego aos bens e afirmação de si. «Alguém que queira tirar proveito da vida espiritual deverá escolher, quanto possível, em sentido contrário ao amor próprio, ao querer próprio e ao próprio interesse» (INÁCIO DE LOYOLA, &lt;i&gt;Exercícios Espirituais&lt;/i&gt;, 188).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-361743917164310292?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/361743917164310292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/361743917164310292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/05/honestidade.html' title='Honestidade'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_omwtJw_V24w/SHekgYvwC2I/AAAAAAAAABw/ND27KSRKrtI/s72-c/honestidade.bmp' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-1010136549871212416</id><published>2009-05-05T12:36:00.001+01:00</published><updated>2009-05-05T12:36:58.665+01:00</updated><title type='text'>Tensão entre perfeccionismo e laxismo</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;img height='147' width='229' src='http://livrevista.com/upload/imagem/42/perfeccionismo.jpg' style='float: left; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-right: 10px;'/&gt;Entre a "voz" do perfeccionismo, que diz "não deveria haver nenhuma distância entre ideal e a vida" e a "voz" do laxismo que diz "a distância entre os ideais e a vida não é de facto um problema", existe uma tensão para um "mais", a possibilidade de um caminho realista e gradual de adequação das próprias escolhas mais pequenas e quotidianas aos ideais mais elevados e preciosos do próprio coração.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;É muito importante assumir esta tensão, vivendo através de decisões livres e responsáveis. Os extremos "famosos" são o autoritarismo/directivismo e o liberalismo/libertinagem. Aquela tensão conduz um sujeito a um equilíbrio, na capacidade de crescer sempre mais, numa maturidade que não terá mais fim, nem será nunca acabada.&lt;br/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-1010136549871212416?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/1010136549871212416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/1010136549871212416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/05/tensao-entre-perfeccionismo-e-laxismo.html' title='Tensão entre perfeccionismo e laxismo'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-8894486869810436678</id><published>2009-05-04T00:28:00.000+01:00</published><updated>2009-05-04T00:29:03.771+01:00</updated><title type='text'>Confiança</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;img height='245' width='184' src='http://pt.dreamstime.com/confian%C3%A7a-thumb1763213.jpg' style='float: left; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-right: 10px;'/&gt;Neste IV Domingo da Páscoa juntaram-se várias festividades: O Domingo do Bom Pastor, o Dia Mundial de Oração pelas Vocações e o Dia da Mãe. O Santo Padre convida-nos a reflectir sobre a confiança e mais do que reflectir, a confiar na iniciativa de Deus e na resposta humana, neste diálogo misterioso que se define de vocação.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Confiança - um tema sugerido por todas as efemérides: Mãe, Bom Pastor, Vocação. Qual foi a criança que desde o ventre e ao colo de sua mãe deixou de confiar na sua voz única e toque afável? Qual foi o pastor que alguma vez deixou de fora do redil a sua ovelha depois do escurecer? Qual força nos fará desistir de responder à iniciativa do melhor amigo? Ainda que, por vezes, a contingência humana faça experimentar algo contrário, quando experimentamos a confiança, ela transforma-nos a partir do nosso interior.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Amedeo Cencini ensina-nos que a confiança começa por ser uma atitude do interior: um modo de nos vermos a nós próprios, o mundo, os outros e Deus. Confiamos porque fizemos experiência. Mas ao mesmo tempo, poderá representar uma aposta, um arriscar em algo que não conhecemos ou até desconfiamos: o futuro, uma pessoa desconhecida, uma capacidade apta para aquele objectivo... Neste caso, a confiança implica abandono numa força superior, numa sorte qualquer. Para quem crê: abandono em Deus.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando confiamos, fazêmo-lo em algo que experimentámos de bom. Hoje, torna-se cada vez mais urgente proporcionar aos mais novos experiências boas. estas são geradoras de confiança, quando os ajudam a sentir-se dentro dessas experiências a ponto de se conhecerem e conhecerem os outros, e o Outro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Experimenta o bem! Confia! O Bom Pastor guia-te, porque a sua mão esteve sempre por perto!&lt;br/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-8894486869810436678?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/8894486869810436678'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/8894486869810436678'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/05/confianca.html' title='Confiança'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-5647399700470555106</id><published>2009-04-16T09:32:00.007+01:00</published><updated>2009-04-20T08:34:58.453+01:00</updated><title type='text'>Trabalho simbólico</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;div style='text-align: justify;'&gt;&lt;img border='0' id='BLOGGER_PHOTO_ID_5325223004824429938' alt='' src='http://4.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/Seb-G9BMZXI/AAAAAAAAAYM/zsmgRKwknVg/s200/Juntar+as+pecas.jpg' style='margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 256px; height: 281px;'/&gt;&lt;span style='font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 51);'&gt;Na origem, o símbolo era um sinal de reconhecimento. Tratava-se de um objecto dividido ao meio do qual dois amigos guardavam, cada um, a sua metade para deixar em herança, de forma que ao recolher as duas partes os próprios descendentes pudessem verificar a amizade dos seus antepassados. Aquela foi uma divisão em função da aliança, uma laceração em função de uma unidade, um trabalho gerador de vida, porque destinado a um "mais" de significado. Lembremo-nos que a primeira acção criadora de Deus foi separadora (cf. Génesis cap. 1), separação que terá como consequência a diferenciação e a unidade, mais expressiva na acção de Jesus.&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/div&gt;&lt;br/&gt;&lt;div style='text-align: justify;'&gt;&lt;span style='font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 51);'&gt;Ninguém que se deixe inquietar pela maravilha de viver e queira nutrir o sentido da própria existência é poupado ao trabalho simbólico, ou seja, da fadiga interminável, humana e humanizadora, de "juntar as peças" do seu ser e da sua experiência. É uma tarefa feita de muitos aspectos: manter um diálogo entre o mundo dos ideais e o da realidade, dar voz e a possível harmonia a todos os nossos modos de funcionar (mente, coração e vontade), coordenar a memória do passado com a esperança de um futuro, evitar o corte entre a vida pública e a privada, unir fé e vida.&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;span style='font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 51);'&gt;Recolher os fragmentos... para que nada se perca. Parece-me que poderá ter sido este um dos aspectos escondidos da liturgia do Tríduo Pascal: recordar tudo o que estava escrito e refazer a experiência primordial do mistério cristão para que, associado ao presente salvífico que no Ministério de Jesus é totalizante, a vida de cada um cresça, no essencial, em direcção a uma verdade total.&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;span style='font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 51);'&gt;Para o(a) meu(minha) caro(a) leitor(a) os votos de um feliz Tempo Pascal!&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class='blogger-post-footer'&gt;&lt;img height='1' width='1' src='http://res1.blogblog.com/tracker/37318568-5647399700470555106?l=padretojo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-5647399700470555106?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/5647399700470555106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/5647399700470555106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/04/trabalho-simbolico.html' title='Trabalho simbólico'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/Seb-G9BMZXI/AAAAAAAAAYM/zsmgRKwknVg/s72-c/Juntar+as+pecas.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-1745204373921095857</id><published>2009-03-31T11:46:00.003+01:00</published><updated>2009-04-12T10:10:45.124+01:00</updated><title type='text'>O uso do "preserva(mo)tivo"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 234px; height: 280px;" src="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,14512803-EX,00.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nos fundamentos teóricos da prática da logoterapia, vamos encontrar uma lógica, a filosofia, melhor dizendo, um "logos" a favor da psicologia humana. Já não é o psicologismo a funcionar, como se o homem fosse somente o resultado de motivações derivadas do poderoso influxo sexual (da libido), mas o mesmo influenciado por um logicismo. Neste sentido, o valor que aparece fundamental para quem acompanha pessoas afectadas por qualquer vírus ou síndrome motivacional, é o valor formal da RESPONSABILIDADE, sem com este impor qualquer esquema fixo de valores, mas o de induzir a uma busca de valores pessoais que levem a pessoa a viver uma vida digna. Assim, já não bastará a psicanálise nem a psicologia individual para ajudar alguém a ser digno, mas uma filosofia de vida, que se poderá adquirir com uma correcta visão do mundo e da pessoa humana. É aqui que se insere a ajuda da logoterapia.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, com a manipulação da linguagem em favor próprio que temos vindo a assistir, que é o mesmo que dizer "mentir a favor das próprias ideias ou a favor dos senhores a quem servem", alguns funcionários da comunicação social estão a ignorar que nem servem bem esses "senhores", nem a felicidade dos que gostariam, mas não podem ajudar, pois o que querem ou sugerem preservar não são os motivos de quem está paciente de uma doença, mas preservar a doença de quem não é paciente. É este o resultado de algumas tendências colectivistas que costumam ser a defesa do bem egoísta de alguns poucos que ignoram  a necessidade real do bem dos indivíduos carenciados, "amarrando-os" a uma solução mesquinha substituta da verdadeira Solução, porventura mais cara, mas mais humanizadora.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logoterapia é o uso da razão que permite não propriamente preservar motivos, mas abri-los a uma nova visão da pessoa humanae  do mundo, que permita recuperar o conhecimento e a vivência da dignidade da pessoa humana. Para os que crêem, sugiro a "cristoterapia", escutando o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Logos&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-1745204373921095857?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/1745204373921095857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/1745204373921095857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/03/o-uso-do-preservamotivo.html' title='O uso do &quot;preserva(mo)tivo&quot;'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-3469131869126435873</id><published>2009-03-30T02:57:00.001+01:00</published><updated>2009-03-30T02:57:16.486+01:00</updated><title type='text'>Desejar sim, ter medo não!</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;div align='left' style='float: none;'&gt;&lt;img src='http://1.bp.blogspot.com/_bc6-al1J3qs/SGpSOefDrCI/AAAAAAAAAyo/qqm3Ab0fc3E/s320/1014014_heart_design.jpg' style='max-width: 800px; float: left; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-right: 10px;'/&gt;Deus não criou o homem para que este tivesse medo d'Ele. Comprovam-no as profecias de Jeremias e as palavras e os gestos de Jesus. A antiga lei foi escrita na mente humana para que homem nunca esquecesse essa lei e a levasse intacta à prática. A nova lei prometida por Deus é a lei que Ele quis escrever no coração de cada homem, de forma que não é ninguém de fora - nenhum homem, cultura ou civilização - a impô-la, mas o próprio Deus a inscrevê-la.&lt;br/&gt;&lt;/div&gt;&lt;br/&gt;Essa lei, "impressa no íntimo e gravada no coração" de cada homem (cf. Jer 31,33), é constituída como que por sementes que estão à espera de acordar para o "frio da água" e o "calor do sol" que as fazem crescer. Passe a metáfora: o frio da água é o elemento incomodativo, aquele incómodo que faz morrer a semente, num primeiro momento; mas depois vem o calor do sol que seca, aquece e faz germinar a semente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;É a falha daquele calor que também a nós, seres humanos, nos faz desejar o calor do sol, o bem estar do nosso desenvolvimento motivado pela busca dos valores mais elevados. Se desejamos esses valores do alto que nos atraiem, então o nosso coração expande-se para fora, para Deus e para os outros. Se temos medo de "morrer", então isolamo-nos e morreremos, de facto, sozinhos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Essas sementes da nova lei semeadas por Deus no nosso íntimo (interior, alma, psíque) e gravados no nosso coração (motivação, decisão, paixão), poderão ser como aqueles programas que às vezes vêm com os computadores acabados de comprar: estão lá dentro, mas a necessitar de serem instalados pela primeira vez. Por vezes, acontece também com cada um de nós: é uma pessoa que nos falou, ou uma circunstância... a trazer um &lt;i&gt;input&lt;/i&gt; novo que "instala" uma nova forma de ver as coisas e as pessoas, motivando-nos também a agir de forma diferente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;"Perder a vida" significará também desejar essa vida nova que nos foi dada.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;div class='zemanta-pixie'&gt;&lt;img src='http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=151d9f64-e486-83c2-9169-5f80dbdc4635' class='zemanta-pixie-img'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-3469131869126435873?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/3469131869126435873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/3469131869126435873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/03/desejar-sim-ter-medo-nao.html' title='Desejar sim, ter medo não!'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bc6-al1J3qs/SGpSOefDrCI/AAAAAAAAAyo/qqm3Ab0fc3E/s72-c/1014014_heart_design.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-2348528847795714083</id><published>2009-03-23T15:19:00.001Z</published><updated>2009-03-23T15:19:46.253Z</updated><title type='text'>As "páscoas" (passagens) do desenvolvimento humano</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;div align='center'&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;bios&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;   -------&amp;gt;   &lt;b&gt;&lt;i&gt;pathos&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;   -------&amp;gt;  &lt;b&gt;&lt;i&gt;logos&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;div align='justify'&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;A paixão surge, neste esquema, como mediação entre o ser &lt;i&gt;natureza&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (bios) &lt;b&gt;e o ser pessoa &lt;/b&gt;(logos). &lt;b&gt;Toda a vida humana consiste numa passagem de uma vida meramente natural a um ser pessoa, através de uma tensão sensitivo-cognitiva vivida no núcleo do ser a que chamamos &lt;i&gt;pathos&lt;/i&gt;.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;Este drama ou tensão medeia a passagem entre os estádios que que dão consistência às idades do ser pessoa, através do "jogo" entre dois parâmetros: o da alteridade e o da temporalidade. Sim, é do confronto com os outros, nos ambientes diversos em que os encontramos, e nos momentos do tempo que nos é proporcionado viver que crescemos, ou seja, passamos de um estádio para outro. é, pois, o encontro-desencontro educativo/formativo que faz com que a pessoa adquira o equilíbrio-desiquilíbrio necessário à determinada passagem para uma outra forma de ser ou idade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O logos (=sabedoria) é uma meta à qual os desejos do coração e da mente humanos podem tender e, misteriosamente, para horizontes mais amplos. Para quem acredita em Deus, o horizonte mais amplo e misterioso que dá respostas à pessoa em constante passagem (páscoa) é o &lt;i&gt;Logos &lt;/i&gt;(=&lt;i&gt;Verbo&lt;/i&gt;) que assumiu a nossa natureza humana (&lt;i&gt;bios&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;), transformando-a com o seu próprio &lt;i&gt;pathos&lt;/i&gt;, ou seja, a sua Paixão por nós.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando Jesus (Logos) aconselhou aos seus discípulos que tomassem a sua cruz a segui-Lo, através de uma postura de mansidão ou docilidade, estava a propôr-nos uma espécie de "jogo", uma forma "lúdica" para que o drama da "passagem" pudesse acontecer com mais proveito para o desenvolvimento humano. Podemos rever essa pedagogia lúdica no Livro dos Provérbios (8, 27-31):&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/b&gt;Quando Ele formava os céus, ali estava eu;&lt;br/&gt;   quando colocava a abóbada por cima do abismo,&lt;br/&gt;quando condensava as nuvens, nas alturas,&lt;br/&gt;   quando continha as fontes do abismo,&lt;br/&gt;quando fixava ao mar os seus limites,&lt;br/&gt;   para que as águas não ultrapassassem a sua orla;&lt;br/&gt;   quando assentou os fundamentos da terra,&lt;br/&gt;eu estava com Ele como arquitecto,&lt;br/&gt;   e era o seu encanto, todos os dias,&lt;br/&gt;   brincando continuamente em sua presença;&lt;br/&gt;brincava sobre a superfície da Terra,&lt;br/&gt;   e as minhas delícias é estar junto dos seres humanos.&lt;b&gt;&lt;br/&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-2348528847795714083?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/2348528847795714083'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/2348528847795714083'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/03/as-passagens-do-desenvolvimento-humano.html' title='As &amp;quot;páscoas&amp;quot; (passagens) do desenvolvimento humano'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-8051085214931093686</id><published>2009-03-20T08:27:00.001Z</published><updated>2009-03-20T08:29:05.545Z</updated><title type='text'>Corres de alguma coisa ou para alguma coisa?</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;div align='justify'&gt;&lt;b&gt;&lt;img height='189' width='300' style='float: right; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px;' src='http://emagrecercomsaude.com.br/wp-content/uploads/2008/12/correroucaminhar.jpg'/&gt;&lt;font color='#336666'&gt;Se corres &lt;i&gt;de &lt;/i&gt;alguma coisa estás sempre a olhar &lt;i&gt;para &lt;/i&gt;trás, se corres para alguma coisa, estás sempre a olhar para a frente.&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;font color='#336666'&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;A programação motivacional proposta por algumas correntes modernas de psicoterapia apresentam-nos uma técnica a dois tempos:&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;1. uma consiste na &lt;i&gt;dissociação &lt;/i&gt;de memórias negativas passadas sobre as quais realizamos os nossos filmes internos imagens e sons), muitas vezes, os causadores das emoções negativas que por sua vez nos fazem viver com insatisfação ou prejudicam o nosso desempenho satisfatório e feliz de algumas das nossas actividades; dissociarmo-nos dessas memórias consiste em idealizarmo-nos fora delas, vendo-nos a nós próprios por fora, fazendo diminuir a cena, torná-la pequena, estática e a preto e branco;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;2. outra é a &lt;i&gt;associação&lt;/i&gt;, que consiste em metermo-nos dentro da cena, imaginando-a agradável, a cores, movimentada, dando-lhe a luminosidade e banda sonora preferidas.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;A associação liga-nos a objectivos no presente para o futuro a dissociação liberta-nos do passado, não para o perdermos, mas para recuperar a realidade como ela é, muitas vezes distorcida pelas nossas representações mentais que são por vezes generalizadoras, incompletas, escondendo elementos apagados.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;Olhar para trás, permite a dissociação, mas não podemos estar a fazer isso eternamente, com o risco de desperdiçarmos o dom maravilhoso da vida que nos foi dado. Para o vivermos com todo o potencial pessoal, é necessário associarmo-nos a uma percepção mais realista e esperançosa da vida. Para isso, será necessário revermos as nossas condições fisiológicas que habitualmente interferem favorável ou negativamente no nosso estado emocional e também rever as nossas representações internas da realidade.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;Deixe de correr de alguma coisa, da qual porventura foge. Passe a correr para alguma coisa. Passará, positivamente, de um estado reactivo da sua história a um estado pró-activo. Aquele usa a fantasia, como forma de compensação (mais filmes de ficção como analgésico contra a pura realidade), o estado pró-activo usa a imaginação, o sonho que, “de olhos abertos”, nos permite rever a realidade como é e como poderá vir a ser com o empenho da motivação e da criatividade pessoal.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;Deste modo integrador, perceberemos melhor a expressão pessoal de S. Paulo: «corro, para ver se o alcanço, já que fui alcançado por Cristo Jesus» (Fl 3,12b). Uma vez “alcançados” por Cristo no Baptismo, que direcção tomar? Procurar descobrir cada vez melhor, em Cristo, o horizonte da própria vocação poderá permitir uma integração mais equilibrada e justa das nossas memórias pessoais, passadas e presentes.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;Correr… a dois tempos: dissociação e associação? Mas veja bem do que se dissocia e ao que se associa! Leia bem os seus sentimentos, a linguagem das emoções que estão guardadas dentro. Este poderá ser mais um instrumento para quem está habituado ou para quem se quer aventurar no exercício do exame de consciência, instrumento fundamental para se poder viver uma vocação cristã realista e realizadora.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;Correr &lt;i&gt;para&lt;/i&gt;!…&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-8051085214931093686?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/8051085214931093686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/8051085214931093686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/03/corres-de-alguma-coisa-ou-para-alguma.html' title='Corres de alguma coisa ou para alguma coisa?'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-8004943486778080146</id><published>2009-03-09T00:24:00.001Z</published><updated>2009-03-09T00:30:45.054Z</updated><title type='text'>Mudar de figura</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;div align='justify'&gt;&lt;b&gt;&lt;img height='229' width='298' src='http://www.reproarte.com/files/images/C/caravaggio_michelangelo_da/0077-0089_das_opfer_isaaks.jpg' style='float: left; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-right: 10px;'/&gt;Neste Domingo da Transfiguração, ao integrar as crianças que tinha numa das assembleias no meu discurso homilético, perguntei-lhes se sabiam o que era a Transfiguração. Com esta pergunta insinuei-me como o "padre chato que só faz perguntas difíceis". Um rapazito levanta o braço para responder àquela "pergunta difícil". Fico na expectativa alegre, pois gosto das surpresas que vêm das crianças. E posso garantir-vos: nunca me desiludiram!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fiquei espantado, quando ouvi a resposta à qual o meu discurso preparado certamente não chegaria naquela circunstância: "Sr. Padre, a transfiguração é mudar de figura". Saiu dos meus lábios uma exclamação paralitúrgica: "Wuauuuuu! Bravo!"&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Onde é que eu quero chegar com este facto? Mudar de figura...&lt;br/&gt;Por causa do anúncio da sua morte, Jesus vê os corações dos seus discípulos a ficarem apertados, comprimidos, pela tristeza causada pelas expectativas falsas acerca do messianismo de Jesus. De facto, para ser fiel à sua missão, Ele tinha de ser entregue, morrer e, depois, ressuscitar. é esta a porta única e definitiva para a glória: a morte, o sofrimento inevitável integrado no caminho que tem uma meta de felicidade plena prometida. Este acontecimento definitivo encontra-se anunciado num outro acontecimento longínquo, relatado no Antigo Testamento: o Sacrifício de Isaac (Génesis). Abraão é posto à prova: Deus pede-lhe o seu único filho e logo este através do qual ele veria garantido o cumprimenhto da promessa de uma numerosa descendência. Porquê?!... Deus promete e renuncia à promessa? Poderia ser, é Soberano, pode dar e tirar...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tiremos fruto destas duas lições da história bíblica (a Transfiguração e o Sacrifício de Isaac):&lt;br/&gt;Quando Deus, nas circunstâncias da nossa história pessoal nos prova a nossa fé e até que ponto é que o adoramos (acima de todas as coisas e pessoas), até que ponto é que Lhe somos fiéis, Ele vai até onde sabe que o nosso coração pode ir. Lembremo-nos de que Ele não deixou que Abraão matasse o seu filho... No entanto, provou com o Seu próprio Filho o seu amor por nós. O que Deus quer é que aquele "pai de uma numerosa descendência" tenha um coração o mais dilatado possível... Foi como Jesus fez com os seus discípulos, sobretudo aqueles a quem ele queria entregar a missão mais importante...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Esta pedagogia de Deus manifestada nestes dois acontecimentos, prova-nos também que o coração do homem é moldável. De facto, os psicólogos, modernamente, falam da "plasticidade" da pessoa humana. Ela é capaz de aproveitar as circunstâncias para crescer, para "mudar de figura"... No entanto, quem conhecerá melhor o limite dessa plasticidade? Nós? Hummm... Deus, certamente melhor do que nós! Por isso é que Ele sabe propôr desafios à nossa fé e ao mesmo tempo, dar largas ao "elástico", para que o nosso coração esteja sereno e livre, neste caminho...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Por tudo isto, os acontecimentos dramáticos não nos devem escandalizar, porque poderão ser um trampolim para podermos "mudar de figura". Esta figura nova já está implícita em cada um de nós. é a parte saudável que se esconde na profundidade de cadda ser. Por isso, na perspectiva cristã de quem prepara e vive a Páscoa, não haverá tristeza que não se transforme em alegria, não há depressão que não resulte em frescura de espírito, não haverá sofrimento que não desabroche numa personalidade mais consciente, experiente e madura. Porque o nosso coração é moldável... até certo ponto. Pelo menos do mistério de cada um até ao mistério de Deus.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Se quiser, nesta quaresma, mudar de figura, tenha em conta que «a mudança está na capacidade de expressar-se e envolver-se numa experiência que não se conhece - mesmo se no passado já foi negativa - sem medo de sofrer ou de ficar sem segurança» (Karina Milheiros, &lt;i&gt;coach&lt;/i&gt;, em Visão nº 835, p. 83). Esta é uma afirmação dqas ciências humanas a confirmar a Sabedoria divina proclamada pelo Evangelho.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A resposta daquela criança mudou de figura a minha homilia!&lt;br/&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-8004943486778080146?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/8004943486778080146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/8004943486778080146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/03/mudar-de-figura.html' title='Mudar de figura'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-2911108987074055177</id><published>2009-03-03T08:44:00.002Z</published><updated>2009-03-03T09:07:47.144Z</updated><title type='text'>A motivação do deserto</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 283px; height: 185px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_brxhpU_x7tM/SNLqwFvKQjI/AAAAAAAAAfw/ywHz3tP6Gc8/s400/deserto.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Entrámos no tempo novo da Quaresma e Páscoa. Apetece-me chamar a este tempo somente de Páscoa, já que a Quaresma é a sua porta e "Páscoa" é travessia. Na verdade, fomos habituados por uma prática da Igreja excessivamente penitencial a viver a Quaresma e a passar pela Páscoa "como o gato sobre as brasas". Bem, este preliminar para chagar ao título deste &lt;span style="font-style: italic;"&gt;post&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;NUTTIN (1962) sublinha como o desenvolvimento humano possa acontecer através de uma passagem normal para interesses mais objectivos, mais amplos, de forma que os interesses precedentes percam importância e sejam deixados cair com o processo chamado «eliminação construtiva».&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Neste processo, a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;alteridade&lt;/span&gt;, ou seja, a presença do "outro" faz mesmo parte da pessoa (sem a reduzir a esse outro, claro). É essa alteridade que promove o sujeito que sabe abrir-se a ela (ao outro). Não é só um processo de «remoção», mas de «motivação» que muda realmente no sentido de uma transformação na qual muda seja o sujeito e o objecto, assim como o mode de o afrontar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os dois aspectos fundamentais da motivação, a serem transformados, são a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;força &lt;/span&gt;e o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;significado.&lt;/span&gt; O significado abre-se a um horizonte mais amplo (para além do natural visível) e a força, como querer (a vontade), transforma-se do imediato, impulsivo, a mediato, reflexivo (o sujeito deixa de agir segundo o inconsciente e passa a agir mais conscientemente).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Não será o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;deserto&lt;/span&gt; um espaço propício a descobrir aquele &lt;span style="font-style: italic;"&gt;horizonte mais amplo&lt;/span&gt; cujo alcance requer novas forças, nova vontade para correr para Aquele que já nos alcançou através do seu Anúncio, sua Morte e Ressurreição?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-2911108987074055177?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/2911108987074055177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/2911108987074055177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/03/motivacao-do-deserto.html' title='A motivação do deserto'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_brxhpU_x7tM/SNLqwFvKQjI/AAAAAAAAAfw/ywHz3tP6Gc8/s72-c/deserto.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-2168274802428465372</id><published>2009-02-19T19:20:00.001Z</published><updated>2009-02-19T19:20:27.194Z</updated><title type='text'>Desenvolvimento humano, declínio e redenção</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;div align='justify'&gt;&lt;div align='center'&gt;&lt;b&gt;&lt;img height='235' width='385' src='http://www.alvarosantos.eu/blog/imagem/071127224641.jpg'/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/b&gt;&lt;div align='justify'&gt;&lt;b&gt;A história do desenvolvimento humano presta-se a um ingresso no drama cristão que, a cada momento, se pode apresentar como desenvolvimento, declínio ou redenção:&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;a) &lt;font color='#990000'&gt;Desenvolvimento&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt; quando aceitamos que a dinâmica interna do mistério nos quer transportar para uma meta, segundo a verdade de um projecto criador reconhecido inteligentemente e aceite livremente, orientando-o responsavelmente para esse fim.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;b) &lt;font color='#990000'&gt;Declínio&lt;/font&gt; quando a ânsia e o fechamento em si mesmo, a falta de inteligência e da vontade, desviados sobre bens particulares, fazem uma redução do mistério.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;c) &lt;font color='#990000'&gt;Redenção&lt;/font&gt;, seja na presença da insignificância ou do absurdo, a partir de condicionamentos ou determinismos e das formas de mal como injustiças e violências; um dom da transcendência poderá ser aceite para se tornar uma nova força de amor que salva daquela insignificância, livra dos ligâmes , reconciliando, infunde um Espírito novo.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-2168274802428465372?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/2168274802428465372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/2168274802428465372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/02/desenvolvimento-humano-declinio-e_19.html' title='Desenvolvimento humano, declínio e redenção'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-6819406082456082621</id><published>2009-02-19T17:34:00.002Z</published><updated>2009-02-19T17:56:13.486Z</updated><title type='text'>Luta cristã</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 273px; height: 201px;" src="http://www.colodetti.com/unidos.gif" alt="" border="0" /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;É um tema recorrente, o da luta cristã, pois também é uma realidade sempre presente no quotidiano de quem toma a vida a sério.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;No arco da existência humana que vai desde a concepção e nascimento até à morte, os acontecimentos do desenvolvimento humano não são somente fragmentos separados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O drama que se desenvolve na aventura humana e cristã tem dimensões bem mais profundas e altas. O encontro, o desencontro ou a luta não acontecem somente com o ambiente corpóreo, social e cultural; também não é somente uma luta contra si mesmos ou com partes de si que representam fragmentos do mundo natural ou social. A dimensão real da luta é a da pessoa na sua totalidade que, ao fim, se encontra com Deus, aliado que também se pode tornar um "adversário". Não digo isto para escandalizar, continue a ler...&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mediações em que o mistério se realiza e se manifesta farão abrir o diálogo, a luta, a uma multiplicidade de níveis. Não acontecerá só a "pura" luta do "eu" com Deus perdido e encontrado, mas uma série complexa de diálogos com o próprio mundo corpóreo e espiritual. Não se pode, pois, perder de vista que se o mistério do homem funda as próprias raízes seja na altitude do chamamento, seja na profundidade do seu ser limitado, nenhuma daquelas mediações que configuram os diálogos e as várias lutas é indiferente ao único e verdadeiro diálogo que conta, a única e verdadeira luta que vale, com o Deus-homem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Poderá acontecer que muitas das lutas quotidianas não relacionem aquela altitude do chamamento humano à santidade com a profundidade das limitações pessoais. Sem essa relação, a luta reduzir-se-á isoladamente a luta psicológica, cultural, política, biológica, perdendo-se a transparência no confronto com aquela altitude e profundidade verdadeiras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Conselho psico-espiritual para enfrentar, ou melhor, conduzir as suas lutas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No seu aqui e agora poderás sempre pôr duas perguntas:&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;- Este acontecimento, esta pessoa, provocam em mim que sentimentos?&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;- Estes sentimentos estarão radicados a que parte do meu interior, a que circunstâncias passadas semelhantes?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- O que é que o Evangelho me diz sobre esta situação? Que verdade/valor me chama a escolher/seguir?&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, "unindo as pontas" da altitude (chamamento do Alto) e da profundidade (minhas limitações pessoais profundas) vale a pena lutar, porque, ao mesmo tempo que luto, sigo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-6819406082456082621?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/6819406082456082621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/6819406082456082621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/02/luta-crista.html' title='Luta cristã'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-8763466672860446377</id><published>2009-02-16T00:33:00.001Z</published><updated>2009-02-16T00:33:35.471Z</updated><title type='text'>Ser imitadores... (1Cor 10,33)</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;div align='justify'&gt;&lt;b&gt;&lt;img height='202' width='215' src='http://www.comunidadealtinopolis.com.br/ktml2/images/uploads/blog/imitadores.jpg' style='max-width: 800px; float: left; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-right: 10px;'/&gt;É interessante o método que o Apóstolo Paulo nos sugere para seguirmos os ensinamentos das palavras e dos gestos de Jesus. Vivemos, no entanto, numa época que enaltece a individualidade e esta não admite que "façamos como os outros". Todos parecem querer "registar a patente", repetindo a característica adolescente da afirmação pessoal. A psicologia compreende esta atitude, sobretudo porque se trata de recuperar (conservar) o passado individual para o perpetuar na história que teima em se apagar, ao mesmo tempo em que se organiza o presente e se imagina o futuro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Extraordinária característica da Boa Nova cristã é a capacidade de provocação das motivações humanas profundas, levando-as a reconhecer que estão implicadas misteriosamente nas sendas dos relacionamentos humanos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não faz mal sermos imitadores! Não perdemos a nossa identidade individual. Pelo contrário: a identidade verdadeira de cada um está algures na verdade do Outro. Por isso, imitar significa "fazer como" (variante da tradução de 1Cor 10,33). Não se trata de "copiar" meramente o que os outros fazem... poderia ser um mimetismo perigoso. Será, antes, fazer as mesmas acções de bem que os outros fazem, pensar o que os outros pensam, ter os mesmos sentimentos... (cf. Fl 2,5). Trata-se de repetir o conteúdo, ainda que com forma ("continente") diferente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A imitação é a chave do método do discipulado. Ao imitar Paulo, os discípulos estão a imitar Cristo. É uma "cadeia humana" a desenvolver.&lt;br/&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-8763466672860446377?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/8763466672860446377'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/8763466672860446377'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/02/ser-imitadores-1cor-1033.html' title='Ser imitadores... (1Cor 10,33)'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-5904067618550789140</id><published>2009-02-13T11:36:00.003Z</published><updated>2009-02-13T11:39:42.742Z</updated><title type='text'>Gerir as tensões 2</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 276px; height: 239px;" src="http://www.comunidade.cn/upload/escritofoto/77782.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Quando vivemos um momentos de tensão, estamos perante uma realidade onde se agitam elementos psíquicos, comunitários e espirituais. Numa tentativa de "colher" algo de útil na tensão, para posteriormente poder "aceitar" e "elaborar" a realidade em favor próprio, é necessário individuar a capacidade de suportá-la entre o "muito" e o "muito pouco".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Evitar as tensões significa perder uma oportunidade. Fugir de pessoas que nos provocam nervos, atrasar decisões sentidas como importantes indefinidamente, desconsiderar as ansiedades... são atitudes que "congelam" o crescimento e a aprendizagem. Quando passamos por momentos de tensão é útil recordarmos que diante de nós está somente uma situação difícil, mas ao mesmo tempo o aparecimento de um horizonte de significado novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Remover as tensões ou transferi-las para um outro objecto (as "masturbações" referidas no &lt;i&gt;post &lt;/i&gt;anterior), dilui irremediavelmente as respectivas componentes espirituais, comunitárias, psíquicas. Assim, jamais se chega a dar um nome àquilo que está a acontecer. Pior ainda, as tensões não "suportadas" voltarão a acontecer de forma acentuada, como fonte de amargura, privando-nos da oportunidade de alargar o coração, tornando-o mais "amante".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para integrar o polo "negativo" da tensão e para não cairmos nas desilusões, é necessário aceitar a crise como componente do viver, sem lhe juntar imediatamente a automática previsão de ter de sucumbir. Permenecer diante do polo negativo oferece-nos a maravilhosa descoberta de que aquilo que parecia uma derrota também se revelou uma descoberta a viver de forma mais livre consigo próprio(a) e com os outros. Aqui está um excelente "ginásio" de que a vida vocacional é um bom exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gerir as tensões não é só uma questão de resistência psicológica (por isso é que não bastam os psicólogos!). É necessária uma motivação que nos permita &lt;i&gt;tolerar&lt;/i&gt; o reconhecer-se contemporaneamente seguros e em dúvida, competentes e culpados, unidos e separados... É também uma motivaçáo religiosa. Os que vivem ou procuram a vocação específica têm diante de si um "vértice" ou uma "montanha": Deus. Se ainda não se sabe qual é a "montanha", já o facto de meter-se a caminho é cansativo e o primeiro obstáculo provoca a vontade de voltar atrás..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A essa "montanha" conduz-nos um Guia que nos demonstrou, com a sua morte e ressurreição, como afrontar as tensões do caminho.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-5904067618550789140?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/5904067618550789140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/5904067618550789140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/02/quando-vivemos-um-momentos-de-tensao.html' title='Gerir as tensões 2'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-4508728144011753820</id><published>2009-02-12T20:49:00.003Z</published><updated>2009-02-12T20:52:22.802Z</updated><title type='text'>Gerir as tensões 1</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 236px; height: 181px;" src="http://souamigodoanonimo.files.wordpress.com/2007/02/deus.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;A vocação não é a entrada numa &lt;i&gt;second life&lt;/i&gt; (segunda vida ou vida alternativa), mas na vida real. Para permanecer nesta, afrontar as tensões espirituais, comunitárias e psíquicas significa colher, aceitar, elaborar.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;b&gt;Ponhamos como exemplo um dos tipos de tensão frequentes na vocação cristã: a &lt;i&gt;confiança-desconfiança&lt;/i&gt; em Deus. Esta tensão corresponde ao primeiro conflito apresentado por Erikson a viver e ultrapassar no primeiro ano de vida. No caso da consagração da vida a uma vocação específica (seja ela o matrimónio, a vida religiosa ou o ser padre) é um dos conflitos que configura as tensões da consagração a nível espiritual. Na relação com Deus vivemos tensões: entre confiarmo-nos a Ele na oração e preferir confiar no nosso trabalho; abandonarmo-nos à sua protecção ou fiarmo-nos nos nossos talentos; entre aceitá-Lo como Ele é ou querer que ele seja como gostaríamos que fosse...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;b&gt; Acontece, porventura, em variadíssimos casos de vida, diante das adversidades começar a resfriar a vontade de rezar, ou, então, dar-se conta que, embora a inteligência já chegou a compreender o que Deus quis dizer através desta pessoa ou daquele acontecimento, o coração, no entanto, ainda não se deixou atrair por Deus. É um caso já muito conhecido o dos discípulos de Emaús (cf. Lc 24,13ss). «Ó homens sem inteligência e lentos de espírito para crer em tudo quanto os profetas anunciaram!», disse Jesus àqueles dois que caminhavam. Depois do partir do pão, eles terão aclamado: «Não nos ardia o coração, quando Ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?». Cá está!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;b&gt; A inteligência parece andar à frente, mas muitas vezes sem o conteúdo do coração; este arde, mas frequentemente sem a confirmação da inteligência. É necessário, para se poder gerir esta tensão/conflito entre a mente e o coração transformando-o numa maior confiança em Deus, é necessário exprimir, mais do que comprimir, de forma consciente e diante de Deus, os sentimentos, especialmente a tristeza e a cólera. Não se deve fugir desta manifestação de sentimentos. É necessário atravesar, mais do que fugir, a tristeza e recordar de forma cuidadosa o momento em que diminuiu aquela confiança no persistente amor de Deus.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-4508728144011753820?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/4508728144011753820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/4508728144011753820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/02/gerir-as-tensoes-1.html' title='Gerir as tensões 1'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-6250085374246147288</id><published>2009-02-12T00:06:00.004Z</published><updated>2009-02-12T00:11:29.182Z</updated><title type='text'>Conviver com as tensões</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Já todos ouvimos falar certamente daquele espaço virtual chamado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Second life&lt;/span&gt;, na Internet. É um sítio onde se podemos passar, sem darmos por isso, muitas horas e também encontrar uma vida alternativa: nova identidade, um físico à escolha, amigos de sonho, desejos que não têm limites, onse se "voa" até ao continente preferido... É uma vida alternativa ideal, mas rotineira e deprimente. É de morrer. Na verdade, não prevê tensões. E se aparece alguma, basta um clic no computador e ela desaparece.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;As sãs tensões pertencem à vida real e autêntica. Elas existem entre duas forças, pelo menos. E são saudáveis porquetornam possível um autêntico desenvolvimento da maturidade. As tensões não são invetitáveis, ams são estímulo de vida: sem elas não existe "corrente", nada se move. Se, porém, são excessivas, criam explosões e rupturas e provocam a "miragem" da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Second life&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Até a vida cristã não livra de viver as tensões. Ajuda a afrontá-las sob uma luz diversa, mas elas permanecem: a grandeza de Deus e a pequenez humana, os entusiasmos de início e o quotidiano do seguimento, as expectativas e a realização concreta, a comunidade que gostaria de ter e aquela real...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O interessante - e este é um conteúdo e método muito útil para a meditação e exame de consciência, quando faltam ideias - é encontrar o significado de cada tensão vivida no dia-a-dia. Dela brota uma força propulsora do desenvolvimento vital e espiritual. Ajuda-nos a viver uma espiritualidade incarnada, como dizia W. Kraft diante de uma dos problemas humanos mais frequentes em certas fases problemáticas da vida: «O cristianismo é uma religião incarnada e propõe um caminho para Deus também incarnado. No entanto, nós minimizamos a incarnação da espiritualidade. Esta falta de uma vida cristã integral pode causar muitos problemas, um dos quais é a tendência à masturbação. Se a vida espiritual fosse mais incarnada, haveria menor necessidade de recorrer à masturbação. Uma espiritualidade desincarnada produz frustração e tensão, que são as causas comuns da masturbação».&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A busca da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Second life&lt;/span&gt; poderá ser uma de tantas "masturbações" que nos afastam da vida real, aquela única via de crescimento humano em maturidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/b72CvvMuD6Q&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/b72CvvMuD6Q&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-6250085374246147288?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/6250085374246147288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/6250085374246147288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/02/conviver-com-as-tensoes.html' title='Conviver com as tensões'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-726587788850293416</id><published>2009-02-03T15:43:00.001Z</published><updated>2009-02-03T15:43:58.614Z</updated><title type='text'>As dificuldades e o sentido da vida</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;div align='justify'&gt;&lt;b&gt;&lt;img height='288' width='221' style='max-width: 800px; float: left; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-right: 10px;' src='http://caminhomesquita.files.wordpress.com/2008/06/caminhodepincelrv5.jpg?w=409&amp;amp;h=527'/&gt;&lt;font color='#333399'&gt;Há adversidades diante das quais nos sentimos impotentes. Certamente já nos deparámos todos diante de circunstâncias ou até mesmo pessoas diante das quais ou nas quais não conseguimos intervir para mudar seja o que for. Sim, somos limitados a esse ponto. E surgem, por vezes, vozes entusiastas a dizer: tu podes tudo! Não desistas... Concordo com este entusiasmo. O problema é estarmos a lutar na direcção errada, utilizando a "alavanca" errada. O entusiasmo cederá e dará lugar ao desespero. É desta tensão que vêm as sequências de consolação e desolação, ânimo e desânimo, tão frequentes na nossa vida.&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;font color='#333399'&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;Pergunta: - Nessas situações em que dou conta que nada posso mudar, porque não mudo eu? É uma pergunta razoável! Pelo menos temos de pôr a hipótese. Devêmo-la ao imperativo de sermos livres.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Uma dos mais interessantes reflexos da &lt;i&gt;logoterapia frankliana&lt;/i&gt; (Viktor Frankl) é o de que o sujeito, esteja em que condições estiver, será sempre o responsável por tomar decisões em relação ao seu destino vital, em referimento aos valores que ele pode realizar nesse concreto destino.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;Cada problema que se apresente diante de cada homem pode ser lido como uma tarefa a realizar, desde que se trate de um verdadeiro problema, claro! Tudo o que o homem deve fazer estará sempre ligado ao "aqui" e "agora", no concreto de determinada situação boa ou menos boa. Tudo o que o homem vive e experimenta apresenta-se sempre como mediação de algo que está entro o finito e o infinito. Daí a importância de se empenhar de forma constante e educativamente válida, de forma a fazer resplandecer não só a sua liberdade interior, mas sobretudo a responsabilidade de responder às perguntas (desafios) que lhe vêm do mundo, da sociedade, da cultura, da religião. Estas são as condições pra que o mundo e cada vida possam manifestar a beleza e a respectiva iniliminável carga de sentido e de esperança.&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-726587788850293416?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/726587788850293416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/726587788850293416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/02/as-dificuldades-e-o-sentido-da-vida_03.html' title='As dificuldades e o sentido da vida'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-9120718130477782965</id><published>2009-01-31T23:50:00.001Z</published><updated>2009-01-31T23:50:55.381Z</updated><title type='text'>Lutar: as possibilidades, os limites e a fronteira</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;div align='justify'&gt;&lt;font color='#663366'&gt;&lt;b&gt;&lt;img height='217' width='308' src='http://www.celsotraub.com/imagens/psicoterapia.jpg' style='max-width: 800px; float: right; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px;'/&gt;Nunca mais me sai da memória a oração: «Meu Deus, dai-me serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar, coragem para mudar as coisas que posso e sabedoria para perceber a diferença», atribuída a Friedrich Oetinger (1702-1782) e a Reinhold Niebuhr (1934). Esta oração é aconselhada pelos psicólogos humanistas que acreditam no poder do relaxamento e meditação como ponto de partida para uma psicoterapia cognitiva e comportamental. Podemos dizer que é um dos fundamentos psicoterapêuticos necessários para que a pessoa possa ser feliz e buscar o sentido da sua vida, mesmo diante de uma consciência marcada por desgostos e desilusões, para além das bem-vindas sensações agradáveis da vida.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Creio ser esta a diferença que existe entre um "santo alegre" e um "triste santo": lutar por mudar aquilo que se descobriu ser capaz, com as ajudas necessárias, mudar. Quantas  vidas marcadas pela luta amarga provocada por esforços inúteis em tentativas de mudança de aspectos da existência pessoal que nunca mudarão e somente poderão ser integrados no todo belo que é a pessoa? Aceitar serenamente será o melhor remédio!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quanto cepticismo por coisas que realmente se poderão mudar quando se procura a ajuda necessária, nos diversos ramos do saber (físico, psicológico, espiritual), levando a pessoa a estabilizar-se numa identidade, ao invés de carregar fardos que não levam a nenhum calvário glorificador? Tenha-se a coragem de procurar ajuda e esforçar-se por fazer ginástica, uma terapia, ou a ascese!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Penso, no entanto, que o drama maior será descobrir aquela diferença fundamental: o que é que em mim, na minha vida, ou à minha volta não posso mudar e terei que aceitar, seja coisa má, ou até ruim (ninguém quererá mudar coisas boas!)? O que é que será, no quadro das coisas mais desagradáveis, aquelas que realmente já encontraram cura acessível à maioria das pessoas? Como posso fazer para descobrir essa diferença?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Creio ser, então a meditação, o relaxamento, a oração, dependendo do credo da pessoa, sobre o próprio ser, sobre as pessoas e sobre o mundo que a rodeia, uma via para se encontrar aquela diferença. Uma vez encontrada, ainda que seja em medidas minuciosas, quase insignificantes, mas que fazem muita diferença quando "fala" o nosso ser que não controlamos, então é hora para unir as peças do puzzle do nosso ser pessoal, evoluindo da fragmentaridade para a unidade de vida, em que tudo - o que não se pode mudar, o que se pode, a dúvida e a sabedoria - se integra num projecto de vida. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não se deve gastar a vida a lutar pelo que não se pode mudar; há que fechar numa fronteira, se os seus sintomas são desconfortáveis. Não se devem perder as oportunidades para iniciar um processo de mudança dos aspectos que podem ser mudados; há que transpor as fronteiras do "politicamente correcto" para o alcançar. Em todo o caso, há que procurar permanentemente a sabedoria que nos ajude a construir essa fronteira pessoal flexível, não rígida (é necessária esta tautologia!), suficientemente maleável para que possa também possibilitar a expansão do próprio ser, através da &lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color='#663366'&gt;&lt;b&gt;auto-transcendência,&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color='#663366'&gt;&lt;b&gt; em busca daquela imagem que nos faz semelhantes a Deus.&lt;br/&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-9120718130477782965?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/9120718130477782965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/9120718130477782965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/01/lutar-as-possibilidades-os-limites-e.html' title='Lutar: as possibilidades, os limites e a fronteira'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-949601388737402973</id><published>2009-01-31T00:01:00.001Z</published><updated>2009-01-31T00:05:39.492Z</updated><title type='text'>Respeito e afectividade</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;div align='justify'&gt;&lt;font color='#993300'&gt;&lt;b&gt;&lt;img height='189' width='233' style='max-width: 800px; float: left; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-right: 10px;' src='http://farm2.static.flickr.com/1004/1202366188_e4030c2297.jpg'/&gt;É, pois, a aproximação apreciadora do outro ou das coisas que podemos chamar de &lt;i&gt;respeito&lt;/i&gt;. Mas bastará este como mediação entre o senso comum e a reflexão filosófica para nos abeirarmos do mistério do homem? Certamente que não!&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;O respeito, como condição e lei antropológica de reconhecimento e aproximação ao valor ético e religioso do mistério da pessoa, pode permanecer sempre uma responsabilidade, uma tarefa, um dever. No entanto, correremos o risco ficarmos numa atitude abstracta diante da pessoa, distantes, sem conseguirmos chegar à pessoa concreta. É assim que chegamos a instalar a &lt;i&gt;routine&lt;/i&gt; que tantas vezes nos assalta com o vazio, causa do frequente determinismo com que medimos os nossos actos e relações.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;No mistério da vida humana há mais do que isso: do que método, hábitos. E somente com o contributo da &lt;i&gt;afectividade&lt;/i&gt;, das &lt;i&gt;emoções&lt;/i&gt; e dos &lt;i&gt;sentimentos&lt;/i&gt; é que podemos dar um passo que vai mais além no conhecimento e convívio com esse mistério antropológico. É, a este respeito, já muito conhecida a expressão de Pascal: «Conhecemos a verdade não só através da razão, mas também através do coração».&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;É esta uma dimensão que hoje em dia a Psicologia está a incorporar para nos ajudar a "recuperar" o mistério do homem, dando importância a tudo o que for pré-reflexivo. Quer dizer: ao mesmo tempo em que falamos e reflectimos sobre tudo o que toca à vida humana, podemos dar importância às mensagens que nos são dadas por outra linguagem que não a reflexiva: linguagem corporal, emocional, sentimental...&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;A área afectiva apresenta-se como uma mediação indispensável e nova em relação à área cognitiva. É verdade que uma antropologia das emoções sem um contexto em que se usa a reflexão permaneceria cega. Por outro lado,  as emoções não são simplesmente a parte animal do homem. São humanas e devem ser compreendidas como sendo da pessoa na sua totalidade, como mistério.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Assim, quando pensarmos no respeito, pensemos também, para além da reciprocidade que se sublinhava no último &lt;i&gt;post&lt;/i&gt;, na carga afectiva que medeia a relação das pessoas. Terminemos com a altivez que destrói esta "porta" necessária à recuperação do mistério, frequentemente  fechada com expressões do tipo "cresce e aparece", etc... Quanto mais me relaciono com os mais novos, mesmo não sendo esta relação totalmente desprovida de ansiedade, mais aprendo e cresço com eles!... sobretudo no plano da afectividade... porque são "peritos" na área pré-reflexiva do relacionamento!! ;{)&lt;br/&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-949601388737402973?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/949601388737402973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/949601388737402973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/01/respeito-e-afectividade.html' title='Respeito e afectividade'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm2.static.flickr.com/1004/1202366188_e4030c2297_t.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-3384931656482875212</id><published>2009-01-28T22:55:00.006Z</published><updated>2009-01-28T23:09:50.789Z</updated><title type='text'>Respeito</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 253px; height: 223px;" src="http://www.feemt.org.br/imagens.categorias/3z223_Misericordia.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O senso comum tem, muitas vezes, reduzido a palavra "respeito", atribui&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;ndo-a à atitude que se deve ter perante pessoas mais velhas. E esta atribuição é um bem, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;mas será só isso?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;São Tomás de Aquino definiu a pessoa como um « indivíduo subsistente de natureza racional» e Kant sublinhou que a pessoa é «fim em si mesma», mas um fim que também é existência empírica corporal. O seu ser como fim exprime-se e actua nos particulares actos humanos, mas não poderá ser esgotado neles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, cada acto se empenha numa escolha que busca o bem, sempre em tensão entre um bem ilimitado e os bens particulares. A pessoa não pode jamais dizer-se realizada num só acto particular, mas ao mesmo tempo, sem os actos particulares, não&lt;/span&gt; pode existir. O valor da pessoa está suspenso entre o seu fim ilimitado e o modo particular de ser limitado. É em referência a esta situação (ou suspensão) que Kant recorreu ao conceito de &lt;i&gt;respeito&lt;/i&gt; como mediação entre estes dois aspectos de «fim» e de «modo de ser».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra respeito vem de &lt;i&gt;respicere&lt;/i&gt; e quer dizer &lt;i&gt;olhar para&lt;/i&gt;, mas o seu significado também compreende: &lt;i&gt;considerar, estimar, honrar, apreciar, admirar, cuidar, providenciar... e avaliar, &lt;/i&gt;no sentido de atribuir valor. Não se trata, pois, de um olhar na sua componente cognitiva, mas um olhar que é relação e valorização. O valor da pessoa vem envolvido como presença plena e ao mesmo tempo como realidade que não se esgota nem se realiza totalmente num acto concreto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através do respeito, a pessoa exprime e realiza a sua pertença a dois universos: o mundo sensível e ao mundo inteligível da razão. O sujeito abre-se e "obedece" a uma realidade que o supera, mas também é, ao mesmo tempo, soberano que comanda. A sensibilidade pode ser determinada pela razão, a faculdade de desejar é controlada pela racionalidade que a eleva para além da dua pura natureza. É por isso, que o respeito é muito necessário na ética dos valores e, de forma especial, na experiência religiosa da pessoa, dimensões em que ela é chamada a procurar a profundidade do ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim apresentado o conceito, é ou não é redutor atribuir-lhe o significado de temor pelos mais velhos, muitas vezes tendencialmente marcado pelo autoritarismo? Sendo uma atitude a ter diante do mistério da pessoa, da vida..., então o respeito só o é quando admiração ou consideração recíproca.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-3384931656482875212?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/3384931656482875212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/3384931656482875212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/01/respeito.html' title='Respeito'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-2685471422368358482</id><published>2009-01-19T14:17:00.001Z</published><updated>2009-01-19T14:19:30.380Z</updated><title type='text'>A criança interior</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;div align='justify'&gt;&lt;img height='204' width='306' style='float: left; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-right: 10px;' src='http://farm4.static.flickr.com/3110/2552555214_2611c36bf8.jpg'/&gt;&lt;b&gt;Hoje, parece estar na moda atribuir aos tratos da educação da infância as circunstâncias boas e adversas da personalida&lt;/b&gt;&lt;b&gt;de adulta.&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Será que é mesmo assim tão automático? Muitos estudos têm vindo a ser fe&lt;/b&gt;&lt;b&gt;itos ao longo destes últimos anos sobre esta questão, uns mais convincentes que outros. Co&lt;/b&gt;&lt;b&gt;nvincen&lt;/b&gt;&lt;b&gt;tes são os estudos elaborados a partir da comparação da personalidade adulta de gémeos verdadeiros, assim como a partir de crianças adoptadas em relação aos seus pais biológicos e adoptivos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Estes estudos têm demonstrado aquilo que muitas vezes não é de imaginar: há traços que são genéticos: por mais que os pa&lt;/b&gt;&lt;b&gt;is adoptivos eduquem num determinado sentido uma criança, há predisposições herdadas dos pais biológicos que jamais deixarão de condicionar as suas vidas; assim com&lt;/b&gt;&lt;b&gt;o há, também, traços de influência ambiental/comportamental, derivados da educação e interacção com o ambiente, como nos prova o estudo comparativo dos gémeos verdadeiros. Seja como for, estes estudos nunca são conclusivos, mas revelam-nos somente probabilidades. Nunca poderemos fazer afirmações absolutas de estatísticas relativas!!&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;&lt;br/&gt;A insistência em atribuir sempre os males da fase adulta à idade da infância poderá ter a seguinte justificação: ao genocídio nazi, cujas vítimas eram consideradas geneticamente defeituosas,  reagiu rápida e prontamente a psicologia ambientalista americana. Depois da segunda grande guerra, tudo o que tivesse sabor a causa genética, era considerado tendencioso e um desc&lt;/b&gt;&lt;b&gt;er derradeiro e perigoso ao genocídio. Acontece, porém, que esta última tendência é também uma&lt;/b&gt;&lt;b&gt; reacção. Objectivamente, continua cientificamente a comprovar-se que atribuir tudo à educação infantil é demasiadamente confuso e arbitrário. As tendências genéticas também estão presentes em muitos dos males da vida adulta, assim como nos bens, temos de dizer.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O interessante é que algumas das contrariedades da vida adulta têm as suas causas, precisamente, na fase a&lt;/b&gt;&lt;b&gt;dulta: circunstâncias, relações pessoais, oportunidades, perdas... Ainda que as estatísticas se r&lt;/b&gt;&lt;b&gt;epartam as duas metades para as duas faces do passado - educação/ambiente e genes, há sempre uma criança no interior de cada um de nós. E que tem muita força! É uma presença com causas pré e pós-parto, que nos faz herdar muitos condicionamentos. No entanto, não lhe atribuamos todos os males! Se calhar é a defesa de maiores bens, quando nas circunstâncias actuais em que cada um vive é a criança interior que sabe maravilhar-se com as circunstâncias boas e, ao mesmo tempo, a consciência da necessidade que nos avisa (através da ansiedade, do pânico, da depressão...) que nos devemos defender e adaptar diant&lt;/b&gt;&lt;b&gt;e de algo perigoso que está para acontecer.&lt;br/&gt;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;Se quisermos ser verdadeiramente felizes, temos que nos tornar, mesmo, como as crianças! (cf. Mt 18,3)&lt;br/&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-2685471422368358482?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/2685471422368358482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/2685471422368358482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/01/criana-interior.html' title='A criança interior'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm4.static.flickr.com/3110/2552555214_2611c36bf8_t.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-6774534342896792334</id><published>2009-01-18T02:16:00.003Z</published><updated>2009-01-18T02:35:17.871Z</updated><title type='text'>«Que procurais?» (Jo 1,38)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 290px; height: 215px;" src="http://tk.files.storage.msn.com/x1pxzZ39wV--_fEfdoqoGg0oEhIBG0cWevA04Q7tPXZykMZq96ezEzyA6weB_ifMY0WUBIFZPAVsrz49kogeOlPOuw11LvZx1r97Wpr5qjNfEl6Qjnu6wed5G9vLLRcriWA4-4J4Jz1HBA" alt="" border="0" /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Algumas traduções manifestam a pergunta como «Que pretendeis?». São as primeiras palavras do Mestre no início da sua vida pública. Ele esteve escondido durante os trinta anos que viveu na sua Família de Nazaré. Depois do Baptismo a que se para nos dar o exemplo, vai a chamar os primeiros discípulos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde é que estará a maior surpresa do seguimento de Jesus? No Mestre que se esconde? Ou no discípulo que O procura?&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Aquela pergunta de Jesus pretende certamente ser um purificador de intenções para quem se aproxima d'Ele para O seguir. Ele quer certificar-se que os seus seguidores O sigam por Ele e não por outras motivações. Porque há seguir e seguir, há procura e procura. Existe a procura sincera e humilde, como a de Samuel, e a procura como as multidões ambíguas, depois do sinal da multiplicação dos pães, procurando-O para O proclamarem Rei. Existe também a ilusão de quem pensa procurar Cristo, mas na realidade só procura a si mesmo.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquilo que se procura, por fim, é uma pessoa, que se pode capturar e abraçar. E para que esta procura seja frutuosa, requerem-se disposições indispensáveis: que não se procure às cegas, que não nos movamos ao calhas, mas aceitemos o testemunho de quem já O encontrou. Como acontece, pois, com os dois primeiros discípulos: bastou escutarem o testemunho de João Baptista, apenas o viram apontar o Cordeiro de Deus e meteram-se imediatamente debaixo do seu rasto. E esta é a segunda condição: não se pode procurar permanecendo imóveis, arrogantes sobre as próprias posições, presos às próprias atitudes mentais, bloqueados por objectivos e interesses pessoais; é necessário desacomodar-se, sair, encaminhar-se naquela direcção. Como fizeram os Magos, como fez Zaqueu, também o cego de Jericó, que como nos diz Marcos, se pôs a segui-Lo pelo caminho. Como Samuel!&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através do episódio de Samuel, aprendemos que seguir Jesus é, antes de mais, uma atitude de escuta, de visão e do coração, para depois ser das pernas e das mãos. Uma coisa e outra se envolvem, lógica e cronologicamente. Nós opomos o verbo ver a crer. Mas o evangelista João não: ver e crer são a mesma coisa. De que visão, afinal, se trata? Não é a de uma pura inteligência. Tratar-se-á, mais, de colher o que num simples momento nos acontece, acolher uma pessoa que nos aparece, seguir aquele rasto que nos leva ao Messias.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nas linhas da Carta aos Coríntios que hoje escutámos, o dedo do profeta aponta-nos para o nosso interior: o nosso corpo, que é templo do Espírito Santo, os nossos corpos que são membros de Cristo. Com S. Paulo percebemos que quer a nossa condição pessoal/interior, quer a condição comunitária, são lugares do mistério de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, os psicólogos que desenham uma antropologia cristã, apontam alguns fenómenos como lugares onde habita o mistério do homem que procura Deus: o tempo, o riso e o jogo, o próprio acto de procurar, a dor, a solidão (não isolamento…), a insatisfação, assim como alguns momentos privilegiados que, por vezes, somos levados a viver, como oportunidades para nos abeirarmos do mistério de Deus: os Sacramentos, acontecimentos inesperados, a relação com os outros, a grandeza, a consciência, as sombras e as dúvidas, as doenças mortais, etc.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muitas pessoas e circunstâncias que nos levam a Jesus. É necessário aproveitá-las!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-6774534342896792334?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/6774534342896792334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/6774534342896792334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/01/que-procurais-jo-138.html' title='«Que procurais?» (Jo 1,38)'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-6142075790468814213</id><published>2009-01-16T16:28:00.002Z</published><updated>2009-01-16T16:40:24.726Z</updated><title type='text'>Mistério:  saber e não saber!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 207px; height: 238px;" src="http://www.bruxadevermelho.blogger.com.br/medo.gif" alt="" border="0" /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Refle&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ct&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;indo sobre si próprio como mistério concreto, vivido naqueles aspectos que a fenomenologia revela (sentimentos, sintomas, etc.), o homem toca a natureza do mistério que nesses fenómenos está implicada. Esse mistério significa para o homem saber e não saber. Se o homem tivesse a resposta para todas as perguntas, não existiria aquela insatisfação nem aquele aspecto penosa da falta, mas também aquela tendência a explorar, percorrendo, no tempo, o universo das várias esferas da experiência humana. Não haveria curiosidade e procura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Por outro lado, nem sequer haveria inquietude, vontade de experimentar, etc. se já não estives&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;se presente no homem um certo conhecimento, um saber; ou seja, se não se soubesse que já existe qualquer coisa por descobrir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O homem sabe que existe qualquer coisa que ainda não sabe. E o desejo que sente de descobrir essa realidade é já como que uma introdução à realidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-6142075790468814213?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/6142075790468814213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/6142075790468814213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/01/mistrio-saber-e-no-saber.html' title='&lt;i&gt;Mistério:&lt;/i&gt;  saber e não saber!'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-1785509712467468941</id><published>2009-01-14T21:30:00.003Z</published><updated>2009-01-14T21:55:55.610Z</updated><title type='text'>Vulnerabilidade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 289px; CURSOR: hand; HEIGHT: 228px" alt="" src="http://farm1.static.flickr.com/25/41275428_32b377838c.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;A vida é uma sequência de ocasiões, de oportunidades, para se afrontar o mistério da pessoa e de pôr-se diante dele, para avançar na descoberta, para entrar no drama, para alargar o horizonte; ocasião para se desenvolver potenciando aquela parte do universo que se recebeu em herança, ou, então, ocasião para fechar-se no horizonte mais estreito do que foi dado e parar no caminho, coisa que muitas vezes induz a regredir no desenvolvimento humano.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É sobre esta "tela" onde se tece a trama do mistério da pessoa, com as suas possibilidades e os seus determinismos, as ocasiões e os riscos, as luzes e as sombras, onde se encontra situado o desenvolvimento humano.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Acede-se essencialmente àquela tensão dramática através do conhecimento, mas sobretudo através da vulnerabilidade afectiva da pessoa humana e as mediações com que ela configura as suas respostas às perguntas e as suas lutas contra os obstáculos. A história individual, com todos os seus elementos de desenvolvimento e motivacionais, está estreitamente ligada ao facto de as situações de vulnerabilidade que se verificam &lt;em&gt;no&lt;/em&gt; desenvolvimento tornam-se situações &lt;em&gt;de&lt;/em&gt; desenvolvimento.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Assim, conhecida como espaço de crescimento, a vulnerabilidade poderá ser melhor afrontada na busca de respostas para as perguntas que o fabuloso mistério humano nos põe.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-1785509712467468941?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/1785509712467468941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/1785509712467468941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/01/vulnerabilidade.html' title='Vulnerabilidade'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm1.static.flickr.com/25/41275428_32b377838c_t.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-4896778190399930292</id><published>2009-01-13T16:51:00.002Z</published><updated>2009-01-13T17:50:25.931Z</updated><title type='text'>Insatisfação: característica fundamental...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 251px; CURSOR: hand; HEIGHT: 228px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_idO_Q9fxbO0/R4l1hGQF7QI/AAAAAAAAAGA/eRmaq6wWJWo/s1600/looking4love.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;A insatisfação é a característica fundamental da humanidade. Santo Agostinho expressou-a com a expressão "coração inquieto". É o coração que está entre dois tipos de quietude, dois tipos de repouso que aparecem, ambos, ilusórios, pelo menos no que toca à sua plena realização: por um lado, o repouso do prazer, de onde a dor, a ânsia, a tensão penosa devem ser excluídos; por outro, a felicidade, como o cumprimento do conjunto de todas as potencialidades e expectativas da pessoa.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Como nos dizia Pascal, "nada é assim tão insuportável para o homem quanto o ser em pleno repouso, sem paixões, sem afazeres, sem divertimento... ele sente o seu nada, o seu abandono, a sua dependência, a sua impotência seu vazio. Rapidamente, sairá do fundo da sua alma a nóia, a obscuridade, a tristeza, a aflição, o desgosto, o desespero".&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Enquanto que o animal que satisfez as próprias necessidades imediatas aparece fundamentalmente "apagado", o homem, que está como no limite de dois universos, não o é jamais. Por isso, Descartes diz-nos que o homem é como que o ponto mediano entre o ser e o nada.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O ponto central da antropologia não se prende, agora, com o aspecto do limite e do infinito, mas com a tensão entre os dois. O atributo da insatisfação, fazendo experimentar a falta, atira a procurar o sempre mais. Esta experiência faz parte da comum sabedoria, segundo a qual quanto mais se tem, mais se quer ter, porque não há limites para o desejar humano; o possuir, o sucesso e o alcançar as mais altas metas humanas jamais porão fim, dentro do mistério da temporalidade, à procura e à inquietude do coração.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-4896778190399930292?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/4896778190399930292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/4896778190399930292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/01/insatisfao-caracterstica-fundamental.html' title='&lt;i&gt;Insatisfação:&lt;/i&gt; característica fundamental...'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_idO_Q9fxbO0/R4l1hGQF7QI/AAAAAAAAAGA/eRmaq6wWJWo/s72-c/looking4love.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-3077926152680407242</id><published>2009-01-12T15:41:00.004Z</published><updated>2009-01-12T18:02:47.695Z</updated><title type='text'>Jogo e desenvolvimento humano</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 303px; CURSOR: hand; HEIGHT: 221px" alt="" src="http://www.starlabo.pt/documents/productitem/219/thumbnail/E85389-%20Jogo%20galo%20gigante.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;A importância da relação entre o jogo e o desenvolvimento humano sublinha-se não só em referência a uma criança que está a crescer, mas também a qualquer tipo de psicoterapia ou acompanhamento no crescimento. O movimento de transcendência por porte de um sujeito em relação à realidade actual com que ele é chamado a confrontar-se, por vezes, encontra-se bloqueado. Sintomas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Uma pessoa pode encontrar-se tragicamente séria que não ousa nem sabe mais "jogar", ou seja, explorar livremente alguams áreas do seu mundo interior e exterior. O medo e a ânsia, que impedem e tornam difícil este "livre jogo", parecem impedir ou tornar difícil o desenvolvimento, a transcendência, a procura da sabedoria.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A intervenção pedagógica ou a educação pode redescobrir a dimensão de "jogo" como modo de relançar o desenvolvimento, mas também como caminho para a transcendência e o aprofundamento do mistério humano. Se estas considerações sobre o jogo valem para intervensões terapêuticas em situações humanas de distúrbio ou crises psicológicas, vale também para dar frescura à vida humana e cristã, espiritual. Num tempo tão marcado pelo frenesim do fazer, é necessário encontrar momentos de paragem para programar ou, neste sentido, "jogar" a nossa existência de crescimento em liberdade.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;De que "jogo" se trata? Como "jogar"? Trata-se da vida arriscada em relacionamentos, em oportunidades, em paragens. É o jogo do dar-se, do arriscar ou, também, por vezes, do parar... no palco da existência às vezes um pouco comandada pelo acaso, ou pelo que as forças externas nos impõem, mais do que a liberdade interior como resposta a um desígnio do Transcendente. Este "jogo", por vezes, poderá implicar virar a vida ao contrário!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-3077926152680407242?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/3077926152680407242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/3077926152680407242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/01/jogo-e-desenvolvimento-humano.html' title='Jogo e desenvolvimento humano'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-6191262289156848738</id><published>2009-01-07T18:30:00.004Z</published><updated>2009-01-07T18:53:02.010Z</updated><title type='text'>Rir / Sorrir</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 302px; CURSOR: hand; HEIGHT: 193px" alt="" src="http://it.geocities.com/dproductiondesign/arancione/sorriso.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;Só o homem é um animal que ri. O sorriso humano que aparece no rosto de uma criança nos primeiros meses de vida e que é alegremente festejado pelos pais, não é só um sinal de desenvolvimento, mas também sinal de um ser humano.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O riso do homem exprime a sua dignidade e a sua característicá única de ser capaz de viver ao mesmo tempo no mundo da realidade e no mundo da aparência. O riso aparece na relação entre o aparecer/parecer e o ser, definindo-se como incongruência entre os dois, a suscitar e sustentar o riso.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Através do o riso e o humorismo, podemos dizer a nós mesmos que não cremos plenamente naquela imagem ou personagem que fabricamos de nós mesmos e podemos implicitamente afirmar que essa imagem ou personagem não são completamente verdadeiros; existe qualquer coisa de diverso, que procura esconder-se, que não se quer ou não se pode manifestar ou, talvez, um vazio que tem de se cobrir.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Entre o ser e o aparecer existe uma relação de tensão, de possível harmonia, sim, mas também, mais frequentemente, de incongruência, desarmonia, dissonância. Por isso, o riso e o ridículo podem ser, também, "lugares" da manifestação do mistério da pessoa: uma pessoa que frequentemente não se possui, que não é verdadeiramente aquilo que aparece, que não se compreende, exposta na sua vulnerabilidade.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Mas no riso, no sorriso, no humor, pode-se eventualmente descobrir uma verdade mais profunda sobre si mesmo e sobre os outros. O humor é, pois, um dos mecanismos de defesa maduros e adaptativos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-6191262289156848738?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/6191262289156848738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/6191262289156848738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/01/rir-sorrir.html' title='Rir / Sorrir'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-357198753406217060</id><published>2009-01-06T17:48:00.002Z</published><updated>2009-01-06T18:20:49.035Z</updated><title type='text'>Problema</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Todos temos problemas e passamos a maior parte dos dias a gerir problemas. No entanto, poucas vezes paramos para perguntar o que é um problema, a não ser que um problema nos obrigue a parar para pensar nisso.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Quando somos confrontados com um problema, corremos em busca de soluções, que, por vezes, não se deixam encontrar facilmente, de forma que em vez delas, aparecem-nos mais problemas...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Daí esta oportunidade para perguntarmos: &lt;em&gt;O que é um problema? &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Para solucionarmos este problema, passe a tautologia, partimos da persuasão de que, sem uma solução, não existe sequer um problema, no sentido que, sem solução, o problema não é aceitado, não emerge, é negado, pelo menos psicologicamente, ou existencialmente, portanto, não existe!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Sem uma via de saída e um para-onde-andar não nos sentimos numa prisão, mesmo se o lugar onde nos encontramos é pequeno e oprimente, podemos crer e sentir como casa própria.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Pois, um problema, para ser tal, deve ser verdadeiro e a verdade de um problema é a possibilidade da solução. Cada problema contém antecipadamente, como fim, a solução e, com diz Blondel, nenhum problema é indissolúvel a não ser que seja um um falso problema.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-357198753406217060?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/357198753406217060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/357198753406217060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/01/problema.html' title='Problema'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-3000906633317309937</id><published>2009-01-02T15:34:00.002Z</published><updated>2009-01-02T16:13:35.902Z</updated><title type='text'>Inquietude</title><content type='html'>&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 254px; CURSOR: hand; HEIGHT: 176px" alt="" src="http://www.inquietude.org.uk/feature/music.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Parafraseando Umberto Eco, «não acredito na felicidade... Acredito apenas na inquietude. Ou seja, nunca estou feliz por completo, preciso sempre de fazer outra coisa. Mas admito que na vida existem felicidades que duram dez segundos ou meia hora... naquele instante, eu estava feliz. Mas são momentos muito breves. Alguém que é feliz a vida toda é um cretino. Por isso, antes de ser feliz, prefiro ser inquieto».&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O dicionário define-a bem, a inquietude ou inquietação, como «perturbação causada por incerteza ou apreensão; ansiedade; apoquentação; estado de insatisfação; falta de sossego; excitação, nervosismo» (cf. www.infopedia.pt). Pode até ser mesmo uma outra definição para aquela que, do ponto de vista clínico, se chama ansiedade. Inquietude e ansiedade poderão ser as duas faces, uma saudável e outra menos (dependendo da gravidade), de uma realidade que toca a todos os homens e mulheres do nosso tempo. É um tempo marcado por antecedentes hereditários a favor da disforia (contrário de euforia), provenientes de uma época glaciar que fez da nossa geração uma geração propensa para a depressão e o desânimo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Quem é que disse que a ansiedade é sempre negativa? Será negativa se deixarmos que ela irrompa em sintomas fisiológicos tais que nos danifiquem a saúde. Mas por outro lado, muitas vezes, é por eles que ela serve de despertador para as realidades exteriores ou interiores que nos ameaçam a vida. Tomada a sério, a ansiedade, seja ela grave ou menos, é uma grande aliada: avisa-nos desde o nosso inconsciente que há qualquer coisa que não está bem e é preciso defendermo-nos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Defendermo-nos de quê e como?&lt;br /&gt;Defendermo-nos da ameaça que está declarada pela singuagem dos sentimentos negativos, provenientes de emoções provocadas por pessoas ou acontecimentos. O "como" leva muita gente ao "prozac" ou aos seus derivantes, como se a ansiedade fosse meramente um problema biológico para o qual valeria somente a solução biológica (segundo nos diz a pesquisa científica, haverá 50% de probabilidade de a propensão para a ansiedade ser de ordem genética ou hereditária, mas é só propensão!). O facto de a ansiedade acontecer depende em maior grau da forma como a pessoa lida com a realidade circundante.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Os medicamentos removem a ansiedade do consciente como o próprio mecanismo inconsciente da "remoção" o faz sem medicamentos. Ao remover o problema, também remove a força para a solução (lembremo-nos que os ansiolíticos têm efeitos secundários, como uma certa sonolência e apatia...). Como, então? Uma boa terapia cognitiva ou comportamental, desenvolvida através de rexalamento e meditação, mais baratos e ao alcance de todos, poderão ajudar a diminuir os pensamentos ansiógenos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Mecanismos de defesa saudáveis serão o humor e a antecipação. Rir de alguns acontecimentos, saber antecipar, sem exagero, o perigo anunciado por algumas circintâncias, serão, também, formas saudáveis de prever o perigo e de o afrontar com equilíbrio e maturidade.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Como Umberto Eco, antes de ser feliz, prefiro ser inquieto. Esta atitude ajuda-me a desviar-me dos que não são realmente problemas e a aproveitar a energia interior, uma saudável e outro provocada por "doenças" diversas, para resolver os verdadeiros problemas.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-3000906633317309937?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/3000906633317309937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/3000906633317309937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2009/01/inquietude.html' title='Inquietude'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-7429525775540098888</id><published>2008-12-28T12:30:00.004Z</published><updated>2008-12-28T12:52:35.940Z</updated><title type='text'>A amor que educa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 255px; CURSOR: hand; HEIGHT: 262px" alt="" src="http://www.wmaker.net/portorl/photo/810780-992919.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;Logo após o Natal do Senhor, a Igreja convida-nos a contemplar un ícone da Santíssima Trindade e modelo para todas as famílias humanas: a Sagrada Família de Nazaré.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;Na Carta aos Colossenses (3,12-21), S. Paulo põe-nos diante dos olhos as duas relações fundamentais que constituem a família: a relação marido-mulher e a relação pais-filhos. São ainda sublinhados por ele os conteúdos ou as características dos dois tipos de relação: submissão-amor; obediência-paciência.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;Dos dois tipos de relação o mais importante é a relação entre marido e mulher, porque desse depende em grande parte o da relação entre pais e filhos e destes entre si. Os pais podem amar de forma a quererem muito aos seus filhos, mas se não se amam entre si, nada poderá impedir as crianças de crescer inseguros na vida.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;Acontece frequentemente que, quando dois esposos não se amam mais entre si, cada um volte todo o seu próprio afecto sobre o filho, procurando inconscientemente ligá-lo a si. Mas não é isto que a criança secretamente deseja! Ele não quer ser amado com um amor diverso e à parte; deseja, pelo contrário, que o pai e a mãe se amem entre si e que o admitam a este seu recíproco amor.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;Os filhos sabem que é daquele amor que nasceram e se esse se interrompe é como se viesse a faltar o terreno debaixo dos pés.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;O amor que educa, portanto, é o amor recíproco dos pais.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;É sempre tempo de amar e recuperar o amor em todas as direcções. Basta desobstruir o que impede esta centelha de amor divino de aquecer os nossos corações!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-7429525775540098888?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/7429525775540098888'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/7429525775540098888'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/12/amor-que-educa.html' title='A amor que educa'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-3070537458878272531</id><published>2008-12-26T13:00:00.003Z</published><updated>2008-12-26T14:19:29.048Z</updated><title type='text'>Nascimento e Martírio</title><content type='html'>&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 194px; CURSOR: hand; HEIGHT: 598px" alt="" src="http://www.santoestevao.googlepages.com/SantoEstevao.jpg/SantoEstevao-full;init:.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O martírio de Santo Estêvão celebra-se logo após o Natal (nascimento) do Senhor. Porque será que o martírio está associado ao nascimento das grandes figuras? Na liturgia só s celebra o nascimento de Cristo, Maria e João Baptista. Bem, na verdade, o nascimento deles está já marcado pelo martírio. Jesus, o Verbo feito carne, auto-humilhou-se ao assumir a nossa condição humana, para nossa redenção.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;com este assumir a nossa condição, Jesus aproveita a circunstâncias humanas para as pôr a favor da própria humanidade. Desde Jesus que, quer as forças, quer as fraquezes, servem para salvar o homem. Vejamos em Santo Estêvão: apredejado, ele não atira novamente as pedras, mas faz delas ofertório, como Cristo: "Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito".&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Com Santo Estêvão, o que produz o martírio - o apedrejamento dos boatos, raiva, murmúrios, tristeza, violência... - acaba ali. É ofertório para que não seja martírio sem frutos. Assim o martírio torna-se semente... de cristãos, quer dizer, de vida cristã: uma vida apoiada num novo estilo onde já não é a lei externa, mas uma lei interior que governa: o Amor de Deus.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;E tu: nasceste para quê? como sentes que hoje estás a viver o martírio (testemunho)? Se estás por Cristo, és mártir. Se estás pelo mundo, viverás comodamente. Se pomos toda a fé no sangue que corre nas veias (filiação humana) morreremos; se pomos a fé no sangue que é derramado (filiação divina), então seremos salvos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O novo estilo que a mensagem cristã nos propõe é de uma fraternidade sem limites, onde cabem todos: pai, mãe, filhos, filhas, irmãos, amigos, inimigos... família sem fronteiras. O sangue derramado de Cristo para todos nós quebram todas as barreiras familiares, para nos fazer pertencer à família definitiva, que tem, humanamente falando, um Filho.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Queres ser seu irmão!?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-3070537458878272531?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/3070537458878272531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/3070537458878272531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/12/nascimento-e-martrio.html' title='Nascimento e Martírio'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-6780120115102081543</id><published>2008-12-20T15:52:00.005Z</published><updated>2008-12-20T16:07:55.962Z</updated><title type='text'>Sim e não!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 229px; CURSOR: hand; HEIGHT: 184px" alt="" src="http://fotoseimagens.blogs.sapo.pt/arquivo/SimNao.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;O Advento apresentou-nos várias figuras cujas vidas constituem antecipação no mistério do Natal. Entre essas figuras sobressaem duas: Maria e João Baptista. Cada ma destas personagens deu o seu sim a Deus. No entanto, aprendamos algo de interessante da relação com estas duas figuras, de algo que também Jesus mais tarde nos advertiu:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O sim de Maria é um sim positivo. Apesar das suas dúvidas, Ela deu o seu assentimento ao Anjo do Senhor. É positivo porque Ela abandona-se toda nas mãos do Senhor, de Quem quer ser escrava, abrindo-se à sombra do Espírito.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O sim de João Baptista é, a perceber pelos textos que temos vindo a proclamar nesta época, um sim que acontece por negação humilde da sua pessoa, para circunscrever melhor a sua missão como precursor. Ele diz: não sou Elias, não sou o Profeta, não sou o Messias.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Com estas personagens fundamentais do Advento aprendemos a dizer sim, umas vezes porque sim e outras vezes porque não. Há o sim que às vezes damos porque nos sentimos predispostos a corresponder a uma acção de forma positiva; há também o sim que é dado a partir do não.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É a Verdade e a Bondade de Deus que pode imuminar o nosso realismo crítico para podermos responder sim, mesmo através da virtualidade do não. De facto, quantos sins escondem nãos e quantos nãos escondem sins!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Como Jesus, enfim, sejamos, no nosso dizer e fazer: sim, sim; não não. Esta afirmação de Jesus teve aqueles antecedentes maravilhosos, pela afirmação e pela negação: Maria e João Baptista. Nestas e nas outras personagens do Advento (José, Isabel e Zacarias, etc.) há sempre qualquer coisa a imitar!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-6780120115102081543?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/6780120115102081543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/6780120115102081543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/12/sim-e-no.html' title='Sim e não!'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-1358021786895519533</id><published>2008-12-01T11:20:00.005Z</published><updated>2008-12-01T11:35:36.850Z</updated><title type='text'>Recomeçar para um fim</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 285px; CURSOR: hand; HEIGHT: 207px" alt="" src="http://www.milhasdeamor.com.br/imagens/horizonte_img.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;strong&gt;É muito interessante que o ano líturgico começa antes do fim do ano civil. é também muito interessante que um dos mecanismos de defesa mais presente no homem seja o da antecipação, ou seja, a capacidade natural para antever as coisas que poderão acentecer. E nesta capacidade natural está, muitas vezes, mais presente o polo negativo do que o positivo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;A dinâmica do Advento, como antecipação do "fim" vem, então, purificar o polo negativo com a esperança, capaz de nos orientar melhor para o polo negativo. Traduzindo melhor estes termos, podemos ver no polo positivo o ideal ao qual cada um de nós tende por inspiração divina e o polo negativo aquela herança pessoal de tendências e limitações, assossiadas também às circunstâncias adversas da vida. Iluminadas pela esperança, estas adversidades poderão ser lidas como "combustível" ou "energia" propulsora para aquele ideal a que somos chamados.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;Olhos sempre postos no fim: o horizonte diante do qual somos chamados a superar-nos, lá, onde se encontra a verdadeira imagem de cada um.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-1358021786895519533?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/1358021786895519533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/1358021786895519533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/12/recomear-para-um-fim.html' title='Recomeçar para um fim'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-627800125859292332</id><published>2008-11-26T11:55:00.006Z</published><updated>2008-11-26T20:29:06.411Z</updated><title type='text'>A parábola do outro e a "formação permanente"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 257px; CURSOR: hand; HEIGHT: 191px" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_0ZpYR_RoHyQ/RoP4aRk-HsI/AAAAAAAABcY/jYxZuRCh1AY/s400/parabola.JPG" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;O outro também é uma parábola. Temos esta percepção de vez em quando, naquele momento em que alguém nos fala da sua vida, das suas circunstâncias, dos seus problemas... quando alguém nos relata a sua experiência de vida, a sua fraqueza, as suas quedas, a sua ascese, os seus momentos de luz.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É esta uma das convicções actuais da que chamados "formação permanente", erradamente se vão definindo com a exclusividade das acções de formação onde pessoas bem informadas nos falam. Estas são boas acções e devem-se aproveitar! No entanto, serve este conselho quer para o padre, como para o religioso (a), o leigo casado ou não: o encontro com o outro. Mutios filósofos existencialistas a bordaram este tema e é bonito falar dele. No entanto, poucos vêm Deus nele, ou querem aprender com ele. O outro também é nosso mestre, pois Deus muitas vezes fala-nos através dele.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Jesus inventou as parábolas, mas é como se nem todas tivessem escritas pelos evangelistas: continua a inspirar-nos através destas formas de comunicação para nos fazer compreender o seu Evangelho, através das variadíssimas situações da nossa vida e da dos outros, e da história.&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Falo por mim: ontem, quando uma pessoa me falava de alguém, com o desejo de ajudar a crescer alguém, ela também falava para mim, sem ela saber. Eu acatei. Deus estava a falar-me! Ouvi até ao fim. Aquela pessoa precisava de desabafar tudo aquilo. Eu precisava de ouvir. Estou em formação permanente!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-627800125859292332?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/627800125859292332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/627800125859292332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/11/parbola-do-outro-e-formao-permanente.html' title='A parábola do outro e a &quot;formação permanente&quot;'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_0ZpYR_RoHyQ/RoP4aRk-HsI/AAAAAAAABcY/jYxZuRCh1AY/s72-c/parabola.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-823382867881002040</id><published>2008-11-24T21:41:00.003Z</published><updated>2008-11-26T20:16:06.964Z</updated><title type='text'>Justiça: uma das faces do Amor</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5272349257212411618" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 132px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/SSsltx_wvuI/AAAAAAAAAUU/2cg-cqfgnAM/s200/Vaticano_2.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;Na solenidade de Cristo Rei contemplámos que o Reino de Jesus um "Reino de verdade e de vida, de amor e de graça, de verdade, justiça e paz" (Prefácio da Missa). A justiça sobressai no Evangelho deste dia, em que Jesus Se apresenta como Juíz que, um dia, à porta para nos acolher, juntamente com a nossa oferenda de vida.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Percorrendo esta aventura da vida, temos a portunidade de crescer, com a ajuda da pedagogia exigente e amorosa de Jesus. A pessoa humana pode adaptarse a variadíssimas circunstâncias: frio, calor, intolerâncias diversas... No entanto, nunca se irá conformar com uma coisa: a injustiça. Esta danifica uma das faces do amor, a justiça. A injustiça está por aí muito subtilmente escondida por detrás de muitos actos humanos e alguns deles mascarados de solidariedade...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É urgente, neste advento da humanidade, até à última vinda de Cristo, a vivência e o anúncio da Justiça do Reino. De facto, quem como Jesus Cristo, Rei, poderá julgar a humanidade com verdadeira justiça? Mas, como seus seguidores, poderemos buscá-la, crescer nas suas exigências. Podemos começar com a perspectiva de vida.&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 284px; CURSOR: hand; HEIGHT: 201px" alt="" src="http://www.comunidade.cn/upload/flog_mensagem/120432.jpg" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A Praça de S. Pedro, em Roma, é extraordinariamente ornamentada e protegida com dois "braços" de colunas, cada um com quatro filas de quatro. É a colunata do famoso Bernini. Para cada braço existe um ponto marcado na Praça a partir do qual o peregrino ou o turista poderá ver somente uma fila de colunas. Todas as outras ficam extraordineriamente escondidas por detrás umas das outras. Parece-me que a justiça é assim: quanto adoptamos um ponto de vista o mais centrado nos valores do Evangelho, esse ponto de vista permite-nos aprender a "ordem da justiça" que não é outra que a "ordem do amor" (&lt;em&gt;ordo amoris&lt;/em&gt;, Sto. Agostinho). Enquanto a contemplamos aprendemos, enquanto aprendemos vivemos, uma vez que a vivemos anunciamo-la.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-823382867881002040?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/823382867881002040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/823382867881002040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/11/justia-uma-das-faces-do-amor.html' title='Justiça: uma das faces do Amor'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/SSsltx_wvuI/AAAAAAAAAUU/2cg-cqfgnAM/s72-c/Vaticano_2.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-3186443574910377926</id><published>2008-11-23T19:26:00.005Z</published><updated>2008-11-23T20:54:45.367Z</updated><title type='text'>Cristo Rei: exigência e tolerância</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 283px; CURSOR: hand; HEIGHT: 205px" alt="" src="http://farm4.static.flickr.com/3034/2494478095_2640612929.jpg" border="0" /&gt;São dois os atributos que, ao mesmo tempo, a Liturgia nos leva a contemplar em Cristo Rei: o de Justo Juíz e o de Bom Pastor. Ele é a "porta estreita" que um dia nos irá acolher e também o guia paciente que hoje nos conduz.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Exigência e tolerância são duas palavras que parecem contraditórias, mas talvez se completem. Exigência é a imposição de um valor pelo valor em si mesmo; ou então o acto de exigir que alguém manifesa a outrem. Toleráncia é definida pela psicologia como capacidade de resistir ou de fazer frente a uma sobrecarga; também significa uma atitude permissiva frente a concepções ou comportamentos noutras pessoas distintos dos que tem o sujeito. Juntamente com o respeito, a tolerância corresponde a uma fase elevada no desenvolvimento da personalidade.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Estas definições simples já nos bastam para percebermos que estes valores são complementares. Formam como que uma pergunta e uma resposta: porque não responder com a tolerância à exigência, sobretudo quando esta corresponde a uma valor mais elevado. A complementaridade entre a exigência e a tolerância dependerão do nível de correspondência entre a exigência e os valores que lhe estão na base e no objectivo; assim como a tolerância corresponderá como resposta válida se for verdadeira e recíproca. De outra forma, a exigência poderá tornar-se escravidão inútil e a tolerância permissivismo destrutivo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Maravilhosa é a pedagogia de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo, modelo único no julgar com verdade e no tolerar com lucidez e misericórdia.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-3186443574910377926?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/3186443574910377926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/3186443574910377926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/11/exigncia-e-tolernica.html' title='Cristo Rei: exigência e tolerância'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm4.static.flickr.com/3034/2494478095_2640612929_t.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-3312616023920592225</id><published>2008-11-18T08:18:00.004Z</published><updated>2008-11-18T10:44:46.260Z</updated><title type='text'>As duas "basílicas"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 284px; CURSOR: hand; HEIGHT: 219px" alt="" src="http://fatimacidade.blogs.sapo.pt/arquivo/Novaparantiga-thumb.JPG" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;Hoje celebramos, embora como memória facultativa, a Dedicação das basílicas de S. Pedro e S. Paulo. A basílica de um encontra-se dentro do Vaticano e a de outro fora. Um acompanhou a Igreja nascida no judaísmo e outro largou as suas fronteiras até ao mundo pagão.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Esta circunstância leva-me a propor-te, caro(a) leitor(a), a seguinte reflexão: também em nós existe um "dentro" e um "fora", um interior e um exterior, o real e o aparente. Celebrar as duas basílicas é celebrar a nossa pessoa na globalidade. Nunca será demais velar pela proximidade destas duas "basílicas", que em Roma estão mesmo próximas, às distância de um muro. Assim, também o nosso interior e o nosso exterior está dividido por um "muro", uma fronteira entre foro interno e foro externo, que medeia o real e o aparente.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O desafio da vida cristã e da vocação poderá estar em aproximar estes dois mundos, fazer que o nosso mundo interior se aproxime do exterior e vice-versa, porque ambos, são ao mesmo tempo canal da graça de Deus, assim como, possivelmente, veículos de insanidade.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Soam ainda vozes de pessoas que dizem: "olha a forma daquele se vestir...", "olha o desarrumado... e o que irá lá pelo interior?..." &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Bem, deixemo-nos de coisas e digamos também: e aquele que é arrumado por fora e desarrumado por dentro? E o que é "vice-versa"? O que será sinal de sanidade e insanidade?! Feliz de quem é transparente: tem os canais de comunicação desentupidos! Mostra o que é! E o importante é, como filho de Deus, ser livre!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Todos temos duas basílicas. Há que as celebrar em conjunto, mantendo-as em diálogo de integração! Para a unidade de vida!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-3312616023920592225?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/3312616023920592225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/3312616023920592225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/11/dentro-de-muros-e-fora-de-muros.html' title='As duas &quot;basílicas&quot;'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-1761040177351786808</id><published>2008-11-15T01:10:00.002Z</published><updated>2008-11-15T01:23:26.727Z</updated><title type='text'>"Placebos espirituais"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 250px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://www.metodistaitaberaba.com.br/imagens/colher.jpg" border="0" /&gt; Na medicina, "placebo" é um medicamento inerte ministrado com fins sugestivos ou psicológicos, que pode aliviar padecimentos unicamente pela fé que o doente tem nos seus poderes (Do lat. placébo, «agradarei», 1.ª pess. sing. do fut. do ind. de placére, «agradar»).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aplicada aquela palavra à vida espiritual, poderá significar o que às vezes acontece com algumas práticas devocionais: não têm nenhum mal em si mesmas, mas, por vezes, são substitutas do verdadeiro remédio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Placebos espirituais", por trabalharem na base da sugestão da pessoa, podem denotar a acentuação de um certo individualismo. Por exemplo: a Igreja, na sua organização da vida litúrgica, já nos dispõe os "remédios" necessários para a nossa vida espiritual sã: os Sacramentos, a Palavra. Ao mesmo tempo, integra, nas suas propostas, algumas acções da piedade popular, oportunas para encher a vivência de liturgia de mais afecto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Então é caso para perguntar: o que fazem a água benta fora dos hissopes e das pias ao fundo das igrejas? Para quê gestos espirituais não reflectidos? Onde está o porquê da obsessão de algumas repetições na oração?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando fazemos, naquilo que é "ordinário" na sacralidade do tempo comunitário, preenchido também pela devida piedade pessoal, que é um dom do Espírito Santo, o que ficará por fazer, a prática da caridade, que a tudo dá sentido? Alguns "placebos espirituais" poderão ser uma escusa para a prática imediata daquilo que se reza, um "santuário fechado", no qual não se deixa entrar ninguém a não ser o "self" anestesiado pela própria opinião, que se serve quando e quanto quer.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-1761040177351786808?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/1761040177351786808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/1761040177351786808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/11/placebos-espirituais.html' title='&quot;Placebos espirituais&quot;'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-1061066780478749592</id><published>2008-11-03T13:24:00.002Z</published><updated>2008-11-03T14:45:56.736Z</updated><title type='text'>Como estar unidos a Jesus Cristo?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 274px; CURSOR: hand; HEIGHT: 203px" alt="" src="http://www.caiofabio.com/Arquivo/Image/antigas/camifogo.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;No &lt;em&gt;post &lt;/em&gt;anterior reflectiamos sobre o chamamento universal à santidade, tema provocado pela celebração de Todos os Santos e fiéis defuntos. Desta vez, pergunta-se: como podemos, então, entrar em união com Cristo, já que esse é o desafio mais natural dos que crêem n'Ele?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Tradicionalmente, na ciência da Vida Espiritual (Espiritualidade), são apresentados dois modimentos que nos põem em contacto com Deus: a mística e a ascese. Na mística, o homem exerce a passividade, não faz nenhum esforço para estar em contacto com Deus, já que Ele Se oferece ao ser criado. Na ascese, o homem entra em actividade, faz esforço para procurar ver Deus e compreender o seu ser e vontade.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Aqueles dois movimentos podem-se traduzir nas seguintes atitudes, mais fáceis de compreender e que já acontecem na linha da prática, basta dar-lhes mais consistência:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1. A &lt;em&gt;apropriação&lt;/em&gt;: o homem apropria-se de um dom já dado, como por exemplo os Sacramentos, uma Amizade, um acontecimento feliz ou oportuno... O que ele precisa de fazer é tomá-lo, receber abertamente os benefícios que daí advêm. S. Bernardo costumava dizer: "O que me falta, eu vou buscá-lo ao lado aberto de Cristo". Ele falava mesmo de "usurpar" a graça que já está disponível para todos nos Sacramentos, qua são uma fonte aberta, de que a Igreja não cessa de distribuir.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;2. A &lt;em&gt;imitação&lt;/em&gt;: nesta atitude, é necessário dar um passo. Diante daquela oferta, é preciso assimilar, digerir, "ruminar", tomar como próprio no pensamento, nos gestos, na acção, nas decisões, na vocação. S. Paulo fala dos baptizados como os que são "santos por vocação". Esta definição de cristãos tem implícita a missão de crescer na santidade.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Estar unidos a Jesus Cristo por apropriação e por imitação!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-1061066780478749592?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/1061066780478749592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/1061066780478749592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/11/como-estar-unidos-jesus-cristo.html' title='Como estar unidos a Jesus Cristo?'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-753804205128917897</id><published>2008-11-02T11:17:00.003Z</published><updated>2008-11-02T11:37:12.511Z</updated><title type='text'>Todos chamados à santidade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 274px; CURSOR: hand; HEIGHT: 188px" alt="" src="http://blogs.ya.com/susie/files/vela.jpg" border="0" /&gt;Celebrar a Solenidade de Todos os Santos e a memória dos Fiéis Defuntos é uma ocasião ideal para reflectir  sobre o "chamamento universal à santidade".&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Em primeiro lugar, convém "desamarrar" a palavra do medo instaurado por representações falsas de santidade. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Uma breve viagem pela história bíblica ajuda-nos a instaurar uma visão mais realista deste chamamento:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;No Antigo Testamento, as mediações da santidade eram os ritos, os lugares privilegiados, as prescrições da Lei. Não estar em conformidade com estes, era estar fora do caminho da santidade. O motivo fundamental da santidade é este: Deus é Santo. Três vezes Santo. O louvor de Isaías - &lt;em&gt;qadosh, qadosh, qadosh&lt;/em&gt; (Santo, Santo, Santo) -  transmite-nos a ideia de um Deus que é transcendente e que existe para além das nossas categorias. Ele é &lt;em&gt;ab-solutus&lt;/em&gt;, ou seja, está acima da nossa realidade.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;No Novo Testamento, apresenta-se-nos uma mediação, aliás, um único Mediador: Jesus Cristo. O conteúdo da santidade já não é a Lei, mas a relação com uma Pessoa. Jesus é o Santo de Deus. A santidade passa a ser expressão de uma conduta moral que tem como referência fundamental a mensagem de Jesus. Estar unidos a Ele é o método para ser santos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Celebrando o Mistério Pascal de Cristo, experimentamos que a santidade é uma consequência natural da vida cristã que está ao alcance de todos, pois, mesmo que a santidade às vezes apareça representada por manifestações extraordinárias, ela não se identifica totalmente com elas, mas com a sua Fonte.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;"Santos", para S. Paulo, são os baptizados, os filhos de Deus: "santos por vocação". Santidade, por isso, é dom e abertura a esse dom. É mística e ascese.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sois santos. Sede santos!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-753804205128917897?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/753804205128917897'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/753804205128917897'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/11/todos-chamados-santidade.html' title='&lt;i&gt;Todos&lt;/i&gt; chamados à santidade'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-4127285501843064724</id><published>2008-10-26T22:24:00.003Z</published><updated>2008-10-26T22:53:50.537Z</updated><title type='text'>Na viragem da moeda: a Imitação de Cristo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 269px; CURSOR: hand; HEIGHT: 189px" alt="" src="http://lh6.ggpht.com/_DSRRfosFviI/Rp_pHKxehRI/AAAAAAAAAKw/2wwRqRYCSV4/PIC_0096.JPG" border="0" /&gt;Hoje a liturgia do Domingo XXX do Tempo Comum fez-nos contemplar a "outra face" da moeda que é a vida humana e cristã. Essa outra face pertencia a César, parábola do compromisso para com as coisas temporais. A face deste domingo, imensamente maior, a outro nível, a face que pertence a Deus, corresponde a outro valor, não terreno: o Amor de Deus e ao próximo. Assim se completa, com o infinito, a globalidade do ser humano.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Jesus, ao declarar-nos que o primeiro e maior mandamento é "amar a Deus sobre todas as coisas" e "ao próximo como a ti mesmo", põe-nos definitivamente diante do "espelho" que determina a medida do amor: cada um de nós sabe, pessoalmente, aquilo que precisa, aquilo que gostaria que os outros lhe fizessem. Este "gostaria" inclui tantos sentimentos e necessidades: atenção, aprovação, afecto - são valores que resumem todos os outros, aqueles mil e um desejos pessoais, uns verdadeiros, outros ilusórios ou de breve duração...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;São Paulo, na carta que escreve aos Tessalonicenses (1,5ss), sublinha o valor da imitação do seu exemplo e do Senhor. Não está muito em voga, hoje, o método da imitação. Já lá vão os tempos e as pessoas que tiveram nas suas mesinhas de cabeceira a "Imitação de Cristo" de Tomás de Kempis. Nas exortações de Paulo, o método continua a ser actual! A psicologia poderá argumentar-nos o valor afectivo deste método se o contemplarmos na imitação dos caracteres particulares que as crianças e os adolescentes fazem daquele personagem preferido... Uma certa necessidade da afirmação da identidade pessoal do jovem e do adulto poderá diminuir a capacidade da imitação entendida na sua base afectiva. Na fase adulta poderá vigorar mais a imitação por razões intelectuais. Antes desta idade, são as razões afectivas que levam os mais pequenos a imitar.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Vale sempre a pena rfever o que não deveríamos ter perdido da infância! Afinal, o "espelho" que nos poderá ajudar melhor a viver o mandamento do amor na sua autencidade e a partir do desejo interior, antes da prática externa da caridade, será a criança que está dentro de cada um de nós. O desejo inocente dessa criança pode determinar o rumo certo da nossa caridade "sem fingimento".&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-4127285501843064724?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/4127285501843064724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/4127285501843064724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/10/na-viragem-da-moeda-imitao-de-cristo.html' title='Na viragem da moeda: a Imitação de Cristo'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_DSRRfosFviI/Rp_pHKxehRI/AAAAAAAAAKw/2wwRqRYCSV4/s72-c/PIC_0096.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-5142752385425303249</id><published>2008-10-26T22:21:00.000Z</published><updated>2008-10-26T22:24:45.559Z</updated><title type='text'>Imitaç</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-5142752385425303249?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/5142752385425303249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/5142752385425303249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/10/imita.html' title='Imitaç'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-5545931337137940628</id><published>2008-10-19T23:40:00.003+01:00</published><updated>2008-10-20T00:02:29.738+01:00</updated><title type='text'>A missão começa no coração</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://casalroots.flogbrasil.terra.com.br/1190622455.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;Hoje escutei na rádio uma frase que me ajudou a preencheu melhor este Dia Mundial das Missões: "a missão começa no coração". Era esta a convicção de Santa Teresinha, Padroeira das Missões. E é, para mim, muito significativo que o seu dia seja o primeiro deste mês dedicado às Missões.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Antes de qualquer estratégia, estrutura, plano, programa pastoral, o coração é o princípio: o "coração" de cada um, o "coração" comunitário, o "coração" da Igreja, o "coração" do mundo. "Dai a César o que é de César..." é o método do equilíbrio, já sabemos. Mas também o imperativo do estar, sem confundir, "de pés no chão e com o coração ao alto". Afinal, César também é de Deus, apesar de ele, por vezes, não dar conta...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Mas o coração dá conta! É ou não é, hoje, o ataque cardíaco a doença da moda? O coração pertence a Deus. Por isso é que n'Ele começa e acaba a missão. O coração é a porta e a soleira da porta, que medeiam o sair e o entrar, o começar e acabar. Em todas as circunstâncias deveríamos ter em atenção o coração das pessoas e este "coração" universal que é o Amor, entendendo pela palavra coração mais do que o mero sentimentalismo, valendo a definição bíblica do centro passional e decisional total do homem. Esta definição ilumina o princípio da união entre fé e razão, diante, hoje, da tandência em elevar esta acima daquela na organização da vida da Igreja.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Valerá mesmo a pena tudo o que se programa e se faz sem este começo?!...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-5545931337137940628?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/5545931337137940628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/5545931337137940628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/10/misso-comea-no-corao.html' title='A missão começa no coração'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-5724017464056391404</id><published>2008-10-18T00:18:00.002+01:00</published><updated>2008-10-18T00:39:42.120+01:00</updated><title type='text'>Por que me persegues?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.bspenance.org/divinewill/wp-content/themes/abc/images/Cross.jpg" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Em Act 9,4, Jesus pergunta a Saulo porque é que O persegue nos cristãos que ele manda prender e matar. O título de hoje "por que me persegues?" é para os cristãos já baptizados, mas não de todo convertidos. Seria melhor perguntar: "Por que motivo me segues?"&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A pergunta em Actos 9,4 medeia o ser cristão do não ser cristão. No entanto, para um crente, que significado terá? Não é fácil, sem nunca termos "perseguido" cristãos perceber bem o acontecimento da conversão de S. Paulo, comumente achado indescritível, mas que sabemos comportar a força do seu núcleo: a morte e ressurreição de Cristo Jesus, conteúdo principal do anúncio de Paulo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Já que não conseguimos de todo perceber a cena a montante do seu contexto inicial, tentemos percebê-la a jusante da vocação e missão de Paulo. Perguntemo-nos:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Sego Jesus Cristo? Por que razão o "persigo"? E de que forma? Quando me deixo levar por "ventos" contrários aos do Espírito, porque persigo os outros, ou então a mim próprio, ao crente que há em mim? &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Com estas perguntas e muitas outras, poderemos descobrir alguns "cavalos" dos quais somos levados a cair, não de uma total inimizade pela comunidade cristã, porque falo, porventura, para um público vasto de pessoas crentes, baptizadas, mas de uma ainda incerta direcção a tomar no anúncio da Morte e da Ressurreição de Cristo, sempre a necessitar de ser purificado de razões que poderão não ser iluminadas pela fé.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Enfim, da raiva, passando pela ansiedade, até à docilidade ao Espírito de Cristo, vai um caminho longo a percorrer até a uma futura "Damasco", baptizados no sangue, acção que consumará quele de água e do Espírito que já recebemos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-5724017464056391404?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/5724017464056391404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/5724017464056391404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/10/por-que-me-persegues.html' title='Por que me persegues?'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-8792468061824827501</id><published>2008-08-25T11:50:00.002+01:00</published><updated>2008-08-25T12:12:20.556+01:00</updated><title type='text'>Poder, querer</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://img.olhares.com/data/big/158/1586245.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;Um dos conflitos mais frequentes com o qual o ser humano se confronta é o que acontece entre o poder e o querer. Muitas vezes o conflito vem da falta de correspondência entre a realidade interna ou externa do poder e da faculdade humana da vontade.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Por um lado, a vontade não é uma faculdade abstrata, pois como todas as outras faculdades, baseiam-se num impulso ou capacidade para um valor. Mas será preciso o campo de uma realidade interna ou externa para que essa faculdade se exercite, se ponha em campo para que o "jogo" se realize. Assim, do poder ou não poder depende o exercício das capacidades humanas, neste caso o da vontade.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A ordem dos factores também não é arbitrária, pois dela depende a correspondência dos mesmos:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Responder à pergunta "- Podes, queres?" leva o sujeito a exercitar primeiro a inteligência, para depois pôr em campo a vontade; responder ao inverso "- Queres, podes?" é dar importância à predisposição que um sujeito tem como carga necessária para se pôr no campo do poder ou do não poder. Activar a predisposição sem pôr a inteligência a analizar oa realidade do poder poderá resultar em frustração. Pesquisar possibilidades sem motivar a vontade que as execute é viver na abstração.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Por isso, as faculdades da alma devem estar unidas no "jogo" da realidade, activando todas as dimensões da pessoa para as integrar nas possibilidades e limitações. Só assim é que se poderá originar a competência motora da unidade de vida e da eficácia pessoal vocacional ou profissional.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-8792468061824827501?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/8792468061824827501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/8792468061824827501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/08/poder-querer.html' title='Poder, querer'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-3763964084724077122</id><published>2008-08-12T23:07:00.006+01:00</published><updated>2008-08-19T18:21:00.554+01:00</updated><title type='text'>Espiritualidade: como conjugá-la?</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0pt 0pt 10px 10px; WIDTH: 280px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 217px" alt="" src="http://farm3.static.flickr.com/2009/2269926501_afc5275a4b.jpg?v=0" border="0" /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Para qualquer cristão surge cada vez mais a questão de como se há-de conjugar a espiritualidade, de forma a sentir-se cada vez mais vivo espiritualmente. Hoje, concretamente, vão surgindo novas tendências a que se poderão chamar "espiritualidade do genitivo", isto é, fundada sobre a declinação de aspectos específicos da vida cristã: "espiritualidade eucarística", "espiritualidade diocesana", "espiritualidade pastoral", "espiritualidade mariana", etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual será, portanto, a autêntica espiritualidade, aquela que poderá ajudar o cristão a ser melhor cristão? A verdadeira espiritualidade do cristão só pode ser alimentada e vivida através do cumprimento do seu dever como cristão e mais concretamente a partir da vivência da sua vocação específica: se é leigo a partir do seu ser laical e/ou matrimonial, se é religioso(a) a partir da sua consagração, se é presbítero a partir do cumprimento do seu ministério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o exercício diário do ministério e vocação para os quais Jesus escolheu cada um dos cristãos que se pode alimentar e viver uma sã espiritualidade. Enfim, o centro desta espiritualidade é sempre Jesus Cristo, como o foi para S. Paulo na sua caminhada de Apóstolo. Hoje em dia, com a vontade da frescura da novidade, os cristãos correm o risco de perder a relação com aquele Centro da Espiritualidade Cristã. Podemos tematizar a experiência da vida segundo o Espírito. No entanto, não a podemos desligar do seu Centro e fundamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Palavra, os Sacramentos e a Caridade constituem a tríplice força para nos orientarmos para aquele Centro, mesmo que a vivência da espiritualidade nos ofereça muitas formas de O contemplarmos e seguirmos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-3763964084724077122?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/3763964084724077122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/3763964084724077122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/08/espiritualidade-como-conjug-la.html' title='Espiritualidade: como conjugá-la?'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-2708297652129771482</id><published>2008-08-06T23:36:00.002+01:00</published><updated>2008-08-06T23:50:47.755+01:00</updated><title type='text'>O desespero é sempre pagão!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 278px; CURSOR: hand; HEIGHT: 207px" height="181" alt="" src="http://partilhar.files.wordpress.com/2008/03/paixao.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;Acabámos de celebrar a Festa da Trasfiguração do Senhor que, como sabemos, aparece na Escritura como pedagogia para preparar os discípulos ao escândalo da cruz que o Senhor lhes iria anunciar.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A vida dos cristãos, destinada a ser estrada para o infinito e meio de salvação, é sempre permeada de momentos de dúvida e desespero que, se não for curado, poderá derivar naquela via em que tudo, mesmo as verdadeiras soluções da fé, parecerão escândalo para quem percorre o caminho.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É frequente encontrarem-se, no contexto penitencial e fora dele, "crentes" que diante da leitura da realidade e no chamamento à verdade que está escondida por detrás à sua fuga, passam a descrentes e até escandalizados com a proposta de reflexão apresentada. O tom da voz altera-se e a cara perde o seu sorriso, quando a verdade nos é apresentada nua e crua, como ela é e como os outros a vêem, inspirada pela Verdade. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O que às vezes parece um escândalo, poderá ser o caminho a assumir, no que toca às coisas de Deus, por vezes "adocicadas" pela nossa tendência de tornar a caminhada mais leve. Ou então, poderá ser um alarme a chamar a atenção para a bela realidade da glória de Jesus que também já tem lugar neste mundo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O acontecimento da Transfiguração mostra-nos a verdade para além da dor ou escondida por detrás dela. Ambas estão presentes no aqui e agora da nossa vida cristã. Qual delas é que não quer enxergar?!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-2708297652129771482?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/2708297652129771482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/2708297652129771482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/08/o-desespero-sempre-pago.html' title='O desespero é sempre pagão!'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-1306531425483240798</id><published>2008-07-26T15:05:00.004+01:00</published><updated>2008-07-26T21:29:38.458+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ue'/><title type='text'>Os protagonistas escondidos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 254px; CURSOR: hand; HEIGHT: 201px" height="218" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_wH_hWEYCa1c/RfQw9oWH2WI/AAAAAAAAAiw/4LFVPe9NLEM/s400/Olbinski%25201.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;O texto de Mt 13,44-52, no qual Jesus nos conta as últimas parábolas sobre o Reino de Deus, esconde-nos várias personagens, para além dos dois homens entusiasmados que, descobrindo o valor do tesouro escondido no campo e das pérolas preciosas, vão vender tudo para os adquirirem:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Aqueles dois que, relativisando esses bens, os vendem ao desbarato, trocando-os pelos bens menores.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Diante do bem maior que é Jesus Cristo, todos nós somos assaltados pela publicidade de bens menores que, por vezes, nos faz correr em sentido contrário ao objectivo daquelas duas parábolas do Evangelho: a libertação do menos para a aquisição do mais.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O caminho certo para fazer a travessia que nestes últimos domingos nos tem sido sugerida - do terreno bem preparado do coração até à expansão do Reino no mundo - poderá ser ajudar o coração a ficar aquém do mundo, para ser capaz de ir para além dele. Vale-nos a confiança paulina de que Deus concorre em tudo pra o bem daqueles que O amam. Peçamos-Lhe como Salomão um coração inteligente para sabermos distinguir o bem do mal.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-1306531425483240798?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/1306531425483240798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/1306531425483240798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/07/os-protagonistas-escondidos.html' title='Os protagonistas escondidos'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_wH_hWEYCa1c/RfQw9oWH2WI/AAAAAAAAAiw/4LFVPe9NLEM/s72-c/Olbinski%25201.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-5643273622451023838</id><published>2008-07-25T15:49:00.003+01:00</published><updated>2008-07-26T10:30:16.715+01:00</updated><title type='text'>Eficiência técnica e eficácia apostólica</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 222px; CURSOR: hand" height="216" alt="" src="http://img.villagephotos.com/p/2006-4/1173841/michelangelo2.jpg" border="0" /&gt; &lt;strong&gt;Este título surge quando damos espaço à reflexão entre as possibilidades humanas e a graça de Deus que entram em confronto na vida cristã chamada a ser activa apostolicamente.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Eficiência" é a capacidade que uma pessoa tem de pôr todos as sas qualidades ao serviço de um objectivo prático, iluminando á prática com uma boa teoria, constitui o saber fazer.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;"Eficácia" é a confirmação daquela eficiência, quando os resultados de uma acção são objectivamente bons. Quando recebe o atributo "apostólica", a eficácia já não depende da eficiência humana, pois que a santidade dos homens, objectivo da vida cristã, depende, não dos atributos da psicologia humana, mas da acção da graça de Deus. Contudo, a psicologia humana pode dirpor o homem a receber mais ou menos favoravelmente a acção de Deus. O cristão que tem menos bloqueios psíquicos poderá ser mais capaz de estar aberto à acção de Deus, mas Deus santifica não obstante as qualidades ou efeitos psíquicos, mas através ou apesar desses.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A Palavra desta Festa de S. Tiago (Mt 20,20-28) ajuda-nos a compreender que significa a eficácia apostólica está na humildade de estar ao serviço de todos, sedno que esta atitude não é um lugar importante a conquistar, mas uma disponibilidade humilde a oferecer. O verdadeiro apóstolo é, pois, um instrumento da graça de Deus bem disposto em favor de todos os homens.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Que esta Festa nos ajude a todos a pôr menos confiança nas capacidades pessoais, sem as descurar, e mais na acção da graça de Deus, diante da qual não devemos ter medo de nenhum entrave humano que nos apareça à frente na hora da disponibilidade.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-5643273622451023838?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/5643273622451023838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/5643273622451023838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/07/eficincia-tcnica-e-eficcia-apostlica.html' title='Eficiência técnica e eficácia apostólica'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-6178067205862205570</id><published>2008-07-19T12:24:00.005+01:00</published><updated>2008-07-19T17:38:52.365+01:00</updated><title type='text'>Recebe o poder do Espírito Santo para seres luz no mundo</title><content type='html'>&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left; width: 258px; height: 220px;" alt="" src="http://www.wyd2008.org/var/wyd/storage/images/wyd08/wyd08_song/wyd08_song_receive_the_power_cover/586569-1-eng-GB/wyd08_song_receive_the_power_cover_relationimage.jpg" border="0" height="235" /&gt;"Recebereis a força do Espírito Santo, que virá sobre vós, e sereis minhas testemunhas" (Act 1, 8)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O poder do Espírito Santo está com os jovens em Sydney. Direi que também está com todos os jovens que não puderam  ir àquela festa da juventude, pois o Espírito não está só na festa que se vê, mas também na festa silenciosa dos corações que não se vê e por vezes ainda não percebida ou compreendida. No entanto, os que lá foram representam a "chama viva da juventude" que não está apagada!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Alguns dizem que a idade da juventude é das mais difíceis de acpmpanhar pastoralmente. Pergunto se não será por ser uma idade "fluida" como o são o tempo e a sociedade de hoje. Por um lado, é sabido que a adolescência se alargou no tempo e, por outro, propagou-se aquilo a que chamam a síndrome de &lt;em&gt;peter pan&lt;/em&gt; (adultos que não querem envelhecer, querendo ficar na mesma idade). Então, como os adolescentes não querem ser jovens e os adultos não querem ir para a terceira idade, os jovens quase não encontram espaço no seu "país" da sua idade natural. É por isso que eles gostam de festas realizadas onde não há adolescentes e adultos (entendendo por estes aqueles que já optaram por um estado de vida estável e não são dados a aventuras de risco).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Hoje, a juventude, portanto, requer um novo estilo de acompanhamento. Esta "ponte" lançada entre a "idade efervescente" da adolescência e a "idade da estalbilidade" de vida precisa de um novo cimento: o da Palavra sempre nova que lhes transmite o poder do Espírito, escutada num novo contexto pastoral e praticada em propostas ousadas de serviço aos irmãos, onde eles se encontram. Soa sempre a verdade que os melhores evangelizadores dos jovens são os próprios jovens. &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Haja fermento sadio e novo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Espírito Santo é o Mestre interior que, desde o Baptismo, geme com gritos inefáveis até que se complete em nós a oração de Cristo. Em cada um de nós, esta oração do Espírito, antes de ser Lei, é Graça. Invoquemo-Lo para que rejuvenesça o espírito humano dos jovens para que eles possam compreender e cumprir no que lhes é possível os desígnios do amor de Deus.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-6178067205862205570?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/6178067205862205570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/6178067205862205570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/07/recebe-o-poder-do-esprito-santo-para.html' title='Recebe o poder do Espírito Santo para seres luz no mundo'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-6665190441153573120</id><published>2008-07-15T11:21:00.003+01:00</published><updated>2008-07-15T12:20:05.473+01:00</updated><title type='text'>«Interroga a graça e não a ciência...»</title><content type='html'>&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 281px; CURSOR: hand" height="204" alt="" src="http://www.overmundo.com.br/_banco/multiplas/1209939286_1209841287_itinerario08.jpg" border="0" /&gt; &lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;Se pretendes saber como isto sucede, interroga a graça e não a ciência, o desejo e não a inteligência, o gemido da oração e não o estudo dos livros, o esposo e não o professor, Deus e não o homem, a nuvem e não a claridade.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É desta forma que S. Boaventura, cuja memória a Igreja celebra neste dia, nos ajuda a fazer a misteriosa passagem do mundo para Deus que tem como Caminho e Porta Jesus Cristo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Este pequeno extracto do «Itinerário da alma pra Deus» escrito por aquele bispo sugere-nos uma contra-corrente na ordem de factores que nos podem ajudar a promover o desenvolvimento humano para Deus. É ou não é surpreendente aquela ordem de factores? Está ou não desvalorizada, pelo mundo e por vazes também pela Igreja, aquela hierarquia de valores?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;No entanto, Boaventura pede-nos que "interroguemos". Esta é uma tarefa das faculdades da alma, para a qual ela precisa de todos aqueles elementos, sendo que os segundos devem estar ao serviço dos primeiros e não ao contrário. Já viste a reviravolta que isso pode causar na tua vida? Experimenta agarrar-te mais às coisas do alto do que às coisas da terra em matéria de felicidade e vais ver...!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Tenho aprendido que de entre as três grandes dimensões da pessoa humana, a saber:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;3. A terceira que nos faculta uma herança natural (valores naturais);&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;2. A segunda que nos faz gerir valores humanos adquiridos em interacção com a sociedade (valores institucionais);&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1. A primeira que nos faz caminhar na senda dos &lt;em&gt;valores sobrenaturais/espirituais&lt;/em&gt;;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;são &lt;em&gt;estes últimos&lt;/em&gt; que nos ajudam melhor a governar a nossa caminhada pela história que, no sentido cristão, é para nós história da salvação.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-6665190441153573120?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/6665190441153573120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/6665190441153573120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/07/interroga-graa-e-no-cincia.html' title='«Interroga a graça e não a ciência...»'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-7778628786650290158</id><published>2008-07-13T08:51:00.003+01:00</published><updated>2008-07-14T16:06:35.903+01:00</updated><title type='text'>Psicologia positiva e virtudes cardeais</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 285px; CURSOR: hand" height="239" alt="" src="http://evolucionando.files.wordpress.com/2007/05/bonita.jpg" border="0" /&gt; &lt;strong&gt;O desenvolvimento da psicologia por aquilo a que se chama «psicologia positiva» está a promover um novo paradigma integrativo (diferente da psicologia tradicional) que estuda as forças temperamentais e as virtudes capazes de dar à vida mais valor e mais significado. é interessante pensarmos nisto: O que é que faz com que algumas pessoas consigam ser surpreendentemente contentes e realizadas, mesmo se por vezes pareçam encontrar-se em condições de vida particularmente dolorosas, difíceis ou adversas? &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;A psicologia positiva pretende inserir no projecto de felicidade da pessoa uma nova compreensão seja do sofrimento, seja da própria felicidade.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;As virtudes cardeais que aqui se reclamam são a pridência, a justiça, a jortaleza e a temperança. Chamam-se cardeais enquando desenvolvem uma função "cardinal" para a vida moral, diante da convicção de que nada do que é autenticamente humano é estranho àquilo que é profundamente religioso.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Assim, propõem-se três "estradas para a felicidade" que integrem uma sã psicologia com as virtudes cardeais:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;1. As emoções positivas e o bem-estar;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. A vida empenhada;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. A vida cheia de significado.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Estas três estradas merecem que façamos três perguntas:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;a) Que espaço, tempo e programação damos, nos nossos percursos, ao desenvolvimento das emoções e sentimentos positivos?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;b) Que acções concretas chegamos a promover para o desenvolvimento da sabedoria, do conhecimento, da coragem, da humanidade, da justiça, da temperança, da transcendência?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;c) Que avaliação chegamos a meter em prática nos nossos contextos institucionais (família, escola, centros de formação, seminários...) para verificar se estamos efectivamente a promover um contescto favorável ao desenvolvimento humano?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Não podemos ainda deixar de reflectir sobre as variações culturais. Uns (sobretudo os americanos) dão aos factores inscritos dentro dos indivíduos o papel importante para o crescimento e a felicidade, outros (mais os europeus) dão mais importância aos factores ambientais e à forma com que os indivíduos interagem com eles. Inspirados pelo Evangelho deste XV Domingo do tempo Comum, podemos valer-nos da "parábola do semeador" para, sem rotulações de pessoas ou instituições, darmos conta de que, no arco da história pessoal, podemos encontrar-nos nas várias situações sofridas pela semente, conforme a sua interacção com os factores internos e externos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Enfim, seja para as plantas, seja, com muito mais razão e importância, para as pessoas, é necessário criar um ambiente capaz de suscitar emoções e sentimentos positivos (pelo bem em si das pessoas e do que elas são chamadas a fazer aqui na terra...); é necessário promovê-las numa vida activa que lhes proporcione usar em favor dos outros os recursos pessoais; por fim, ajudar a cada um a encontrar o significado da sua existência, mesmo no meio de pedras e espinhos, sabendo que o fruto definitivo será o do Reino prometido.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-7778628786650290158?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/7778628786650290158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/7778628786650290158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/07/psicologia-positiva-e-virtudes-cardeais.html' title='Psicologia positiva e virtudes cardeais'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-395675759687260070</id><published>2008-07-10T11:34:00.004+01:00</published><updated>2008-07-11T01:13:14.109+01:00</updated><title type='text'>Mais seguimento, menos função</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 223px; CURSOR: hand; HEIGHT: 215px" height="232" alt="" src="http://www.franciscanos.org.br/carisma/evangelho/2008/maio/imagens/160508.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;Jesus nunca meteu em discussão a identidade vocacional dos Apóstolos, mas a partir dois seus novos desejos ("ser o maior"...) Ele respondeu sempre sublinhando a necessária transformação da sua fé (o desejo de ser o maior tem a sua resposta no fazer-se servo de todos; cf. Mc 9,35).&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Um percurso vocacional pode influir positivamente no desenvolvimento da personalidade de um sujeito, intervindo de forma a modificar - em medida maior ou menor - a identidade psicológica do mesmo. Trata-se, pois, num percurso vocacional, de se transformar a relação que a pessoa tem com o significado do mesmo percurso.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A interrogação da própria fé é o elemento fundamental para se crescer na vocação. Se esta interrogação não se faz continuamente, corremos o risco de fazer prevalecer os nossos papéis ou funções como determinação fundamental da sequela de Cristo. É evidente que seguir Cristo implica uma missão que concretize a sua caridade; mas é necessário perceber que a Caridade de Cristo é a primeira a que o vocacionado tem também de abrir-se sem defesas e condições. É precisamente a Caridade de Cristo e não a caridade do sujeito o princípio e o horizonte da vocação.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O cristão é chamado a construir a própria experiência espiritual num progresso contínuo, que nasce da obediência à história que ele próprio "padece" (no sentido afectivo e não só físico), também como obediência oa próprio desenvolvimento. A fé nasce dentro de um diálogo ininterrupto entre a pessoa e a sua história, na qual Deus Se torjna presente à percepção do homem.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É por esta razão que, mesmo antes de se falar de uma possível crise vocacional (laical/matrimonial, sacerdotal ou religiosa), devemos pôr a hipótese de uma crise de fé. Não se pode desenhar ou redesenhar uma identidade vocacional sem passar pela fé.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-395675759687260070?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/395675759687260070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/395675759687260070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/07/mais-seguimento-menos-funo.html' title='Mais seguimento, menos função'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-1884123234081500748</id><published>2008-07-09T19:22:00.004+01:00</published><updated>2008-07-09T22:26:21.939+01:00</updated><title type='text'>Identidade psicológica e identidade vocacional</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.dehonbrasil.com/vocacional/fundo_vocacional.JPG" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;Por &lt;em&gt;identidade vocacional&lt;/em&gt; entendemos o modo singolar através do qual a pessoa recebe - &lt;em&gt;de&lt;/em&gt; Deus, &lt;em&gt;na&lt;/em&gt; Igreja - e vive (conta) a própria história da salvação.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Por &lt;em&gt;identidade psicológica&lt;/em&gt; podemos entender a "gramática humana" de que cada um dispõe para viver e contar tal história particular. Aquela gramática é constituída, em suma, pelas faculdades da alma: memória (sensibilidade "arquivada" pelas emoções), a inteligência (racionalidade) e a vontade (factor decisional).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Identidade psicológica e vocacional relacionam-se, mas não são a mesma coisa, pois que, mesmo que a forma de contar uma história varie segundo o desenvolvimento humano, essa história segue o seu rumo ou o seu sentido para o qual se vai, segundo aquela "gramática" encontrando novos significados.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É quase inevitável que as crises da identidade psicológica ponham em crise a identidade vocacional, mas não tem, por isso, de comprometer o seu sentido, mas ampliá-lo. O que entra em crise é a relação com a identidade vocacional e não necessariamente a própria identidade vocacional.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Para educadores na fé e acompanhadors vocacionais não é de menos importância a utilização desta "gramática", para a qual não é directamente precisa formação superior em Psicologia, mas, na leitura dos sinais e macanismos da pessoa, se pode basear numa escuta que faculte à pessoa acompanhada a compreensão da própria história vocacional que se "impõe" na trama do dia-a-dia. Por outro lado, ainda que o desenvolvimento da pessoa, em termos psicológicos, nem sempre esteja dentro dos esquemas da "perfeição", a identidade vocacional não deixa de estar proposta e à espera de uma resposta pela qual a pessoa se integra num projecto, mesmo que a pessoa não tenha ultrapassado optimamente todos os conflitos relativos aos estádios de crescimento.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A vocação também é um chamamento à superação de si próprio, à auto-transcendência...!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-1884123234081500748?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/1884123234081500748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/1884123234081500748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/07/identidade-psicolgica-e-identidade.html' title='Identidade psicológica e identidade vocacional'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-2721593387427588838</id><published>2008-07-09T08:18:00.002+01:00</published><updated>2008-07-09T10:21:04.099+01:00</updated><title type='text'>Uma grande força escondida!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 205px; CURSOR: hand; HEIGHT: 203px" height="233" alt="" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img8/227898.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;Existe uma grande força escondida no interior de cada ser humano. como a imagem sugere, é uma força que irrompe como a lava de dentro de um vulcão.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Essa força está alojada no "quarto" mais profundo do nosso ser não de todo visitado, porque escondido naquilo a que chamamos inconsciente. Mas é uma força propulsora de todas as "estações" da nossa vida. No "aqui e agora" do nosso viver essa força manifesta-se em duas direcções: no correr para a realização dos valores em que acreditamos e pelos quais lutamos como valores em si próprios; e também encontramos resíduos dessa força naquele impulso que temos em satisfazer as nossas necessidades pessoais de atenção, aprovação e de afecto.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Grande parte desta força, por ser desconhecida, não é utilizada, acontecendo que ela irrompe do nosso interior muitas vezes sem o nosso auto-controlo, como acontece com um vulcão, cuja lava vem sempre para baixo ameaçar o solo seguro que pisamos. Conhecer as diversas manifestações positivas e negativas desta força interior ajuda-nos a orientá-la sermpre para os valores mais elevados, de forma a que o seu "calor" nos faça subir em vez de descer.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O mais paradoxal é que esta força está por detrás da nossa fraqueza. Esta é a porta que queremos tendencialmente manter fechada "às sete chaves", por não querermos conviver com as nossas limitações. "Acordar o vulcão" que está dentro de nós também não é sempre cómodo, por causa da imprevisibilidade daquela força desconhecida. Há, portanto, um certo preço a pagar para conhecermos aquela força para a podermos orientar com uma decisão deliberada para o bem que somos chamados a alcançar.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Do ponto de vista espiritual, fugir desmesuradamente da contemplação das nossas limitações pessoais e não querer aceitá-las com alegria, e ainda fugir dos momentos de tribulação de diversa ordem, poderá levar a um contexto de paz aparente que não se desenvolve em paz maior e profunda que justamente reverta em paz para os outros, se não visitarmos aquele "quarto" interior mais profundo onde está escondida aquela misteriosa força. Paradoxalmente, ela esconde-se por detrás daqueles aspectos do nosso "eu" que não queremos aceitar. É a sua "face ameaçadora", mas tem um "bom coração" que não deixa de pulsar a verdade mais profunda acerca de cada um de nós, cuja Fonte nos impulsiona e nos atrai ao mesmo tempo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Porque é que a procuras fora de ti?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-2721593387427588838?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/2721593387427588838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/2721593387427588838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/07/uma-grande-fora-escondida.html' title='Uma grande força escondida!'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-4348368763245983406</id><published>2008-07-07T18:22:00.005+01:00</published><updated>2008-07-08T18:40:24.390+01:00</updated><title type='text'>Considerar tudo como perda... (Fl 3,7)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5220697473020714130" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="202" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_wQ4KhCgWE74/SHOksPct3JI/AAAAAAAAAMc/DRq0CsXXVY0/s200/rapel.jpg" width="281" border="0" /&gt; &lt;strong&gt;O ano paulino abre-se como oportunidade de reflexão e ao mesmo tempo de mudança, dado que a vida e a mística do Apóstolo Paulo nos desenham um arco de existência marcado por um antes, um encontro e um depois.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Um dos parâmetros contidos nos testes modernos de personalidade (p. ex. o NEO PI-R, &lt;em&gt;Inventário de Personalidade-Revisto&lt;/em&gt;) é precisamente o de &lt;em&gt;Openness&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Abertura mental:&lt;/em&gt; ajuda a descobrir o nível da abertura de um sujeito à experiência, entendendo-se esta como procura activa da experiência como valor em si mesma. Uma alta pontuação desta parâmetro é associado a indivíduos que são curiosos, com uma forte imaginação, dispostos a ter ideias novas, mesmo não convencionais. Uma personalidade assim está disposta a reexaminar os próprios valores sociais, políticos e religiosos. Ao contrário, uma pontuação baixa é indicativa de um certo fechamento e propensão para aceitar a autoridade sem discussão e a respeitar as tradições. como consequência, tais pessoas tendem a ser conservadoras ou tradicionalistas. Levada ao extremo, a falta de abertura para os valores é considerada como sinal de dogmatismo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O caminho de Paulo mostra-nos uma mudança de mentalidade na fé que corresponde a uma mudança de personalidade: do legalismo hebraico à liberdade cristã. Foi providencial para ele aquele encontro com Cristo ressuscitado, para que, depois daqueles dias de cegueira, pudesse olhar a sua relação com Deus e com a comunidade com outro olhar. Na realidade, tudo aquilo que lhe parecia como ganho passou a considerá-lo &lt;em&gt;perda por causa de Cristo&lt;/em&gt;. Não será esta uma nova oportunidade para se quantificar e qualificar a forma como celebramos os sacramentos, a maneira como se pratica a caridade, a profundidade como se vivem as relações inter-pessoais? Afirmativo, vamos levantar a pontuação daquela escala!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-4348368763245983406?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/4348368763245983406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/4348368763245983406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/07/considerar-tudo-como-perda-fl-37.html' title='Considerar tudo como perda... (Fl 3,7)'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_wQ4KhCgWE74/SHOksPct3JI/AAAAAAAAAMc/DRq0CsXXVY0/s72-c/rapel.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-1492136739772486718</id><published>2008-07-03T10:04:00.005+01:00</published><updated>2008-07-03T10:33:33.266+01:00</updated><title type='text'>A incredulidade e os vários níveis de inconsistência</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218711958884814690" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="167" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_wQ4KhCgWE74/SGyW4G5pj2I/AAAAAAAAAMU/pArU0mDpxQQ/s200/350px-Caravaggio_-_The_Incredulity_of_Saint_Thomas.jpg" width="266" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;Na Festa de S. Tomé temos a oportunidade de analisar a nossa possível incredulidade. Aquele Apóstolo que antes da morte de Jesus o seguia com todo o ardor, querendo ir até onde Ele fosse, tentando descobrir o caminho n'Aquele que é o Caminho, a Verdade e a Vida, depois da ressurreição não está sempre com os outros, não acreditando que possa ser o Senhor Aquele que vem. Porquê?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Porque é que acreditamos quando vemos e tocamos e nos é mais difícil de acreditar quando essa mediação não está presente aos nossos sentidos externos? A fé depende da oferta de Deus qeu nos diz «toca», ou é esforço de abertura, ou as duas coisas?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O crescimento da maturidade da fé pede-nos vários de consistência:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1. Física: é preciso estar lá, na assembleia dos discípulos, na comunhão com os irmãos, fisicamente e não somente "quando me apetecer". Se não estiver, poderei não ter a oportunidade de «tocar» no mistério que se apresenta. Sou chamado a ser saudavelmente autónomo, desde que essa autonomia seja relacional.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;2. Psicológica: mesmo estando fisicamente, não está dito que "esteja com atenção". A atenção humanan é relativa, pois somos capazes de estar fisicamente num lado e psicologicamente noutro; podemos estar nun grupo e estar sós, etc. A proecupação é um factor psicológico (tecnicamente é um mecanismo de defesa que antecipa ou adverte a possibilidade de um perigo futuro) que nos impede muitas vezes de estar totalmente presentes num determinado encontro. Seja como for, a saudável autonomia humana é sempre dependente; e se não o é, também não será saudável. O outro é mediação para que eu seja eu.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;3. Racional e espiritual: quando as "minhas razões" não dão espaço à inter-subjectividade, a busca da objectividade de um facto misterioso como o encontro com o Senhor carece de sentido. É no "nós" que tocamos o lado do Senhor.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;«E não sejas incrédulo, mas crente!» Algumas traduções transcrevem «e não sejas incrédulo, mas fiel». Para vermos o Senhor, para termos a percepção mais nítida de que o Senhor está, temos, portanto de "estar" onde Ele sempre esteve e estará à nossa espera. Corramos, como S. Paulo e os outros Apóstolos, para nos encontrarmos n'Ele (cf. Fl 3,12).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-1492136739772486718?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/1492136739772486718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/1492136739772486718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/07/incredulidade-e-os-vrios-nveis-de.html' title='A incredulidade e os vários níveis de inconsistência'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_wQ4KhCgWE74/SGyW4G5pj2I/AAAAAAAAAMU/pArU0mDpxQQ/s72-c/350px-Caravaggio_-_The_Incredulity_of_Saint_Thomas.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-6579333995807949820</id><published>2008-06-26T17:33:00.006+01:00</published><updated>2008-07-03T09:59:42.208+01:00</updated><title type='text'>Sofrimento e maleabilidade à graça de Deus</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Este título revela a convicção de que o sofrimento, quando integrado no plano de Deus, pode ser uma forma de estarmos mais abertos à sua graça santificadora, pois reconduz o homem ao plano da humildade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando falamos do sofrimento santificador, estamos a referir-nos não ao que é auto-provocado, mas ao que é inerente à condição humana. No sofrimento, como em toda a realidade do homem, há um sentido posto e um sentido dado. Um sentido posto pela revelação: Cristo sofreu por nós através de um sofrimento que tem um sentido de vida. Um sentido dado pelo próprio homem sofredor, atribuindo significado àquela realidade que sem o sentido posto por Cristo não seria possível qualquer acomodação subjectiva que ajudasse o homem a integrá-la no seu viver para uma maior liberdade obletiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A "omnipotência" humana é uma das resistências à graça de Deus. O sofrimento é a condição que nos ajuda a combatê-la e a desmascarar aquela condição simples e humilde que serve de base à construção do plano de Deus a respeito de cada um. É como um "ferreiro", este nosso Deus, que, aproveitando-se do "fogo" provocado pelas nossas chagas, vai moldando este "ferro" num objecto que sirva de suporte aos seus desígnios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de moldada a peça, Deus não se esquecerá de refrescá-la com o dom da sua bondade e misericórdia de Pai. Vale a pena a docilidade no sofrimento, muito mais do que nos momentos de bem-estar e nas coisas fáceis!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-6579333995807949820?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/6579333995807949820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/6579333995807949820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/06/sofrimento-e-maleabilidade-graa-de-des.html' title='Sofrimento e maleabilidade à graça de Deus'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-1774908454498287737</id><published>2008-06-24T00:29:00.002+01:00</published><updated>2008-06-24T00:32:29.342+01:00</updated><title type='text'>Meditação</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 297px; height: 238px;" src="http://espaco.atlantis.googlepages.com/indigos.jpg/indigos-full;init:.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ao lado da conversação, encontramos em estudos psicológicos e psiquiátricos recentes que a meditação é capaz de proporcionar um cérebro mais saudável &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(cf. Francesco Cro, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Salute&lt;/span&gt;)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;, ajudando a diminuir o stress diário gerado pelas tensões que derivam das emoções. Estas traduzem-se em sentimentos, sua linguagem, e precisam de ser formuladas mentalmente e manifestadas exteriormente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tem-se concebido exclusivamente o exercício da meditação como tarefa da razão. Ora, se os sentimentos são a linguagem das emoções, então quer dizer que não poderão ser somente traduzidos por palavras, embora estas ajudem. A meitação poderá ser um exercício do coração, deixando que os sentimentos nos ajudem a identificar as emoções que lhes deram origem, ajudando a controlar o influxo que deles advém.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A meditação poderá ser mais facilemnte aprendida das crianças. Elas são capazes, ao poisar o olhar sobre qualquer "objecto", de olhar o infinito. Mesmo sem o compreender são capazes de elevar as suas cabeças e suplicar do alto a satisfação da sua dependência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Num tempo como este em que vivemos em que muitas realidades humanas se relativizam ou ignoram em favor de uma vida "sem problemas", não se utiliza aquela função do coração como "centro decisional" que o próprio homem projectou no computador: uma "unidade central de processamento" (o famoso &lt;span style="font-style: italic;"&gt;CPU&lt;/span&gt;) que é capaz de discernir uma variedade de dados, uns positivos e outros negativos, transformando-os em factores de crescimento e de autêntica felicidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Aprendamos com as ciranças: poisar o olhar sobre um evento, objecto ou problema, olhando através dele o infinito. Poderá ser assim a "gramática" de Deus, composta, não só de palavras, mas também de acontecimentos, dores, alegrias, pessoas, vazios, projectos, insucessos. A meditação da criança não tem por objectivo a obtenção directa de uma resposta, mas de segurança no caminhar. Olhando o que está para lá da compreensão de um objecto tem menos probabilidades de tropeçar na aventura do caminhar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-1774908454498287737?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/1774908454498287737'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/1774908454498287737'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/06/meditao.html' title='Meditação'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-8425791457853816194</id><published>2008-06-14T09:17:00.005+01:00</published><updated>2008-07-03T10:03:54.206+01:00</updated><title type='text'>Sinto e aceito, mas não consinto. Escolho!</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Muitas vezes pode acontecer que os sentimentos se confundam com os desejos e a vontade. Parece-me que este é um dos desafios mais delicados para a pessoa humana e cristã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentir qualquer cosa de bom ou até desagradável é fruto das emoções provocadas pelo interior (memória das recordações, cobretudo dos afectos) ou exterior (interacção com as outras pessoas e as coisas...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, o sentimento, quer seja bom ou mau, como evento é pré-moral. É frequente em muitas pessoas perturbadas humanamente e na sua vida de fé este fazer coincidir a causa do pecado com um sentimento desagradável, que por sua vez foi provocado por uma recordação ou um acto externo. Actos morais são acções da vontade, posteriores aos sentimentos. Exemplo: provo diante de um acontecimento de injustiça um sentimento desagradável de raiva. Esta não é mal em si. Mal poderá ser a forma com que eu reajo, mais ou menos conscientemente, àquele acontecimento. Mas também posso reagir bem escolhendo o modo proporcional à causa, para que não haja consequências ainda mais danificadoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A psicologia ajuda-nos a compreender melhor os mecanismos de defesa com os quais a pessoa humana (e também os animais neste sentido!) se defendem das adversidades interiores e exteriores. A maior parte dos mecanismos são automáticos e na sua base há sempre o mecanismo da "remoção" (fuga, esquecimento de qualquer coisa desagradável: não descansamos enquanto não nos sentirmos bem connosco próprios...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, existem mencanismos de defesa mais maduros do que outros. Sem reproduzir aqui a numerosa lista de "defesas" gostaria de partir para a relação/reflexão de alguns, poucos, que se podem pôr a paralelo para uma maior vivência da felicidade, da fé e bem-estar natural a que todos temos direito e dever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;remoção&lt;/span&gt; é automática e muitas vezes inconsciênte (pensemos quantas vezes nos esquecemos do nome de tal pessoa ou de cumprimentar aquele outro, e pensemos na nossa relação emocional antecedente!...). A forma madura de adaptação será, na meditação pessoal, ainda sem o julgamento moral, reflectir porque agi desta ou daquela maneira. Somente poderei conscientemente falar de pecado quando agi de "má vontade"... Uma coisa é remover inconscientemente. Outra coisa será remover conscientemente na mentira!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro mecanismo perigoso, mas frequente, é o da racionalização que nos leva a "pintar" a verdade desagradável de forma a apresentá-la agradável para uma melhor sobrevivência na convivência social. Evitar a racionalização e "sofrer" a verdade é o caminho mais seguro, embora mais longo, para relações inter-pessoais maduras e duradouras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os mecanismos de defesa para uma adaptação que levam a uma maior maturidade serão, por exemplo, o bom humor :) e a antecipação do perigo. Rir dos nossos próprios defeitos, relativizando-os e antecipar o futuro para o presente (sem perder a espontaneidade!) serão formas de não nos despistarmos na via mais correcta, porventura mais difícil, d crescimento pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, os mecanismos "maduros" são aqueles chamados de adaptação à realidade, modos capazes de nos ajudar a integrar a nossa realidade com tudo o que somos e temos. O Espírito ainda paira sobre as águas dos nosso mundo interior, continuando a recriar o homem novo através das forças emotivas do nosso ser. O que nos parece desagradável muitas vezes é somente o coordenar das nossas forças em relação dialéctica com a nossa nem sempre domesticada vontade em aceitar tudo, a partir dea lógica de Cristo que nos quer conduzir ao Pai!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos problemas psicológicos e espirituais seriam resolvidos se depois de analizados os verdadeiros sentimentos e aceites na sua realidade, como acontecimento, passassem pelo crivo da vontade iluminada que escolhe o modo de aproveitar a energia que se esconde por detrás de todas as emoções. Quando por vezes o homem age em direcção contrária querendo esconder, p&lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;enso também que o Espírito quer "explodir" lá desde o mais íntimo do nosso ser, com as possibilidades novas de vida que estão escondidas por mecanismos incontrolados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabe a cada um de nós, depois de visto o mapa dos nossos sentimentos e emoções, escolher a via que nos é posta diante dos olhos do nossos coração (centro decisional bíblico)&lt;/span&gt;. &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;As emoções que "falam através dos sentimentos, são o motor do nosso "carro"; a razão, iluminada pela fé, deve estar ao volante!&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-8425791457853816194?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/8425791457853816194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/8425791457853816194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/06/sinto-e-aceito-mas-no-consinto-escolho.html' title='Sinto e aceito, mas não consinto. Escolho!'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-5065278009161966645</id><published>2008-06-10T10:15:00.004+01:00</published><updated>2008-07-03T10:04:11.410+01:00</updated><title type='text'>A "varanda" dos pequeninos</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;De lá deve ver-se a realidade maravilhosa que imprime o infinito nos olhos de uma criança. Se não fosse este olhar de criança que há em cada um de nós não seria possível contemplar e gozar a infinitude que Deus nos vai mostrando através das suas mediações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas somente sobe àquela "varanda" donde se contemplam as maravilhas de Deus quem quiser fazer-se pequeno para entrar na "porta" que le dá acesso. O olhar dos "adultos" vê tudo muito pequeno, por causa da desmedida ambição pelas coisas... O olhar de uma cricança vê tudo muito grande e possui esta grandeza, porque gosta com o seu coração. O "adulto" tenta conhecer antes de gostar do objecto da sua admiração. O adulto, se racionaliza muito, pode deixar de gostar, pois o acto de gostar e admirar não parte da razão. Ou se gosta ou não se gosta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas daquela "porta" pequena à "varanda" que mostra "coisas grandes" há um processo de descida que medeia aquele processo de "subida" e contemplação. Alguns santos a quem foi dada a graça da experiência mística, percorreram este processo de desnudamento e procura que os implicou no esforço e amor pessoal e concreto pelo Objecto procurado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos todos ir ao "Portugal dos pequenitos" (em Coimbra) através no caminho pessoal de vida espiritual. Fez-me bem ter lá ido quando pequeno. Essa experiência ressoa como uma campaínha dentro deste percurso até lá: aquele lugar ou estado em que a "forma" de Deus conforma esta "matéria"; lá, num simples olhar de uma criança!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-5065278009161966645?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/5065278009161966645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/5065278009161966645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/06/varanda-dos-pequeninos.html' title='A &quot;varanda&quot; dos pequeninos'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-6722551938208939035</id><published>2008-06-09T15:07:00.009+01:00</published><updated>2008-06-09T17:46:04.196+01:00</updated><title type='text'>Amizade espiritual</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 257px; height: 192px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/SE05S1jC0FI/AAAAAAAAAMM/Krqs_qrzFL0/s200/BXK32456_amigos-esperando-um-novo-dia800.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5209883339712024658" border="0" /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A amizade é uma experiência de que todos nós, desde a infância, fazemos parte. Ela nasce, como todas as outras experiências, entre as quais a religiosa, primeiramente como experiência afectiva que progride da original dependência à consecutiva inter-dependência que confere àquela o equilíbrio com a autonomia pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, não se pode viver sem amigos! À medida que a pessoa vai crescendo em maturidade, a amizade vai-se transformando: o conceito na mente e a forma no coração de quem a procura viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é afinal a amizade?&lt;br /&gt;Cícero dizia que «é o acordo, cheio de benevolência e de caridade, sobre as coisas hmanas e divinas». Aelredo de Rievaulx, ao relacionar amizade com o amor e a caridade acrescenta que ela existe entre aqueles que são bons, ou seja: nos que procuram fazer o bem e neste concordam com o conjunto das suas forças. A amizade é a força recíproca capaz de nos ajudar a viver a quietude do coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A amizade não é um fim em si mesmo, nem é a mássima expressão de amor, pois na caridade ainda somos chamados a amar mais profundamento o objecto de que não somos chamados a ser amigos: os inimigos. Assim, a amizade espiritual, aquela que implica os amigos no bem, é um instrumento não só para a felicidade dos que a vivem e promovem, mas também um instrumento valioso para a forma mais plena de amor: a caridade cristã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É, pois, feliz aquele que com tranquilidade possa partilhar a quem é amigo as suas angústias e pensamentos do coração, de forma que nesta partilha se possa aprender e ensinar, dar e receber, proporcionar e alcançar. Enfim, a amizade espiritual proporciona a que se faça aquele caminho iniciado na infância para a adultez espiritual, que vai da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;amizade carnal &lt;/span&gt;(sensibilidade emotiva), passando pela &lt;span style="font-style: italic;"&gt;amizade mundana &lt;/span&gt;(que nasce do ardor pelas coisas temporais) até à propriamente dita &lt;span style="font-style: italic;"&gt;amizade espiritual&lt;/span&gt;, que é desejada e procurada não porque se intua qualquer vantagem terrena, mas porque tem valor em si própria, tem origem no coração humano, e o fruto que daí deriva não é mais que a própria reciprocidade da amizade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A amizade espiritual tem a sua origem no Amor de Deus. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;É um dom do seu Espírito Santo: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;parte de Cristo, n'Ele se amadurece e para Ele nos encaminha como fim último.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amigo(a): fico-te muito grato pela nossa amizade!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-6722551938208939035?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/6722551938208939035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/6722551938208939035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/06/amizade-espiritual.html' title='Amizade espiritual'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/SE05S1jC0FI/AAAAAAAAAMM/Krqs_qrzFL0/s72-c/BXK32456_amigos-esperando-um-novo-dia800.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-3199759172130602974</id><published>2008-06-04T15:38:00.003+01:00</published><updated>2008-06-04T16:17:20.899+01:00</updated><title type='text'>Discernimento espiritual: inflacionado?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 241px; height: 354px; font-weight: bold; font-family: verdana;" src="http://3.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/SEaxKc0ZJiI/AAAAAAAAAME/_yBAWIuiWKs/s200/409495-502777.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208044812193310242" border="0" /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Hoje é mais que experimentada a urgência do discernimento espiritual (assim como noutras áreas da vida humana). Mas é um termo que já se invoca em tantas realidades/actividades de acompanhamento e vida espiritual.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:georgia;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Do ponto de vista cultural vivemos, hoje, entre formas inadequadas de sentir a vida, os papéis e figuras geradas por uma tradição cultural já ultrapassada, sem, porém, acolhermos a novidade senão em expressões germinais e incertas. Sobrevivemos à ambiguidade da existência. Como diria Nietzsche, o homem desaprendeu a agir para reagir simplesmente às escitações do efémero.&lt;br /&gt;Por outro lado, como sem um itinerário assente na essencial relação com Deus, vivida na simplicidade e na confiança, o homem passa a ser objecto de um nomadismo instintivo, à procura do que brilha mais, mesmo no quadro das experiências tidas como "sagradas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma nova viragem antropológica em união com a reflexão teológica sugere-nos que o discernimento espiritual sirva a uma contínua conversão-páscoa à volta da dignidade da pessoa humana e da formação da própria consciência. No meio de uma núvem de confusão e de fragmentos de vida, pretende ser a chave de clarificação e de síntese para a unificação da vida interior hoje exigida cada vez mais.&lt;br /&gt;O discernimento espiritual envolve a inteligência (o nosso "motor de pesquisa" interior) e ainda mais o coração ("base de dados" das recordações e dos afectos), e pode ser desenvolvido em três momentos fundamentais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. A MEMÓRIA, a recolha dos dados, com a percepção daquilo que existe e com a proposta do problema de forma alternativa (bem ou mal? verdadeiro ou falso?) ou integrativa (onde está o meio justo? como compatibilizar?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Na INTELIGÊNCIA acontece o "processamento de dados", momento de discernimento propriamente dito, momento da compreensão e avaliação dos dados. Implica ajuizar, separar, dividir, distinguir, ou seja, fazer uma série de operações necessárias sobre o argomento que se quer avaliar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. A VONTADE ou LIBERDADE é o momento da escolha com aquelas "cartas na mesa" que faz mudar a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convém não esquecermos que este desafio para a vida cristã não pressupõe, como num tribunal, uma presunção de culpabilidade, mas, pelo contrário, uma procura positiva e um esforço de integração de todos os aspectos e elementos positivos, como exercício do dom e da virtude que leva a termos na vida o sentido da discrição, da justa medida, equilibrio sentido do limite e do concreto, capacidade de autêntica mediação espiritual muito para além dos mesquinhos compromissos ou tácticas mais ou menos políticas. Quando o discernimento espiritual não acontece, o mais provável é acontecer no dia-a-dia, na relação com os outros, com Deus e connosco próprios o mecanismo da racionalização, defesa que não nos ajuda muito à boa formação da consciência e a ser felizes.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-3199759172130602974?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/3199759172130602974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/3199759172130602974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/06/discernimento-espiritual-inflacionado.html' title='Discernimento espiritual: &lt;i&gt;inflacionado?&lt;/i&gt;'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/SEaxKc0ZJiI/AAAAAAAAAME/_yBAWIuiWKs/s72-c/409495-502777.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-8791823525871195329</id><published>2008-06-03T12:27:00.005+01:00</published><updated>2008-06-04T07:32:33.365+01:00</updated><title type='text'>A cruz e a liberdade criativa</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 237px; height: 278px;" src="http://www.caiofabio.com/Arquivo/Image/LIBERTAD.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Ao aprofundar o tema da antropologia bíblica e ao reler o decálogo como caminho para a liberdade, descubro, com Paul Beauchamp que a formulação negativa tem uma função importante nos comandos éticos: impede que a lei seja mercenária. Não se recebe uma recompensa pelo facto de não se ter cometido qualquer erro; depois de tudo, não matar não nem uma prestação nem um mérito. A sublimidade verdadeiramente divina do decálogo é de não dizer em que é que o bem consiste...  As proibições deixam vazio e livre o lugar das acções a cumprir-se dentro da aliança e faz compreender somente as que fazem cair na morte.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Assim compreendida a pedagogia de Deus manifestada no decálogo, descobrimos que Israel e nós, hoje, temos diante de nós um espaço criativo one podemos exprimir-nos, sempre tendo como referência a aliança, com o espírito de liberdade daquelas "dez palavras". Estas são palavras de liberdade e de vida, porque defendem da morte. São "teofania", manifestação do Senhor Deus, diante do povo que caminha na história.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Falando de liberdade e "espaço criativo" no cumprimento das leis do Senhor, temos no Amor de Jesus Cristo a máxima expressão. Quando nos faltarem ideias, dentro desta fronteira da liberdade que nos confere a vida, então temos na vida de Jesus um tesouro de palavras que podem ser ditas e gestos que podem ser realizados em favor da comunhão que Ele veio instaurar. Curiosamente, a palavra "instaurar", que significa estabelecer, instituir, fundar, inaugurar, inovar, tam na sua raíz o termo grego &lt;span style="font-style: italic;"&gt;stauros &lt;/span&gt;= cruz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Não há liberdade verdadeira que não tenha os seus limites e é neste centro de força na debilidade que a vida ressurge e se consuma para a vida eterna.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-8791823525871195329?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/8791823525871195329'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/8791823525871195329'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/06/cruz-e-liberdade-criativa.html' title='A cruz e a &lt;i&gt;liberdade criativa&lt;/i&gt;'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-1718651637807782104</id><published>2008-06-01T11:17:00.004+01:00</published><updated>2008-06-01T12:07:39.950+01:00</updated><title type='text'>A "pedra teologal"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 327px; height: 244px;" src="http://www.biblia-ortodoxa.ro/wp-content/uploads/2006/12/biblia.jpg" alt="" border="0" /&gt;Para quem viu o filme "Harry Potter e a pedra filosofal", certamente reparou que a pedra que todos procuravam defender ou encontrar era o próprio protagonista do filme, o pequeno Harry. A pedra filosofal foi descrita por alquimistas na Idade Média como        um composto capaz de desencadear a tão sonhada transmutação        dos metais, que transformaria metais baratos em ouro ou prata a partir do        rearranjo de suas propriedades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem deixemo-nos de ficções! Na palavra deste domingo, o Senhor diz-nos que sensato é o homem que constrói a sua casa sobre a rocha firme (Cf. Mt 7,21-27). á todos sabemos, em suma, o que o Senhor nos quis dizer, mas habituados a saber os textos da bíblia de cor e o facto de não lhe darmos atenção renovada por uma escuta do coração (recordar) leva-nos a não descobrir a realidade e a virtualidade da palavra de Deus para a circunstância presente. Como nos inspira ao filme do Harry Potter (o cinema também é uma pedagogia que é preciso saber usar!), a "pedra" está já em quem procura, ou seja, a pessoa que procura já possui os bens para os quais tende. A transformação humana na vivência os valores cristãos é dinâmica, pois não os possuímos de uma vez por todas. Cabe ao homem procurar. Deus dá de graça a sua graça, porque a "pedra" da Palavra é teologal (oferta) e não conquista ou invenção humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus garantiu-nos que «a pedra que os construtores rejeitaram transformou-se em pedra angular» (Mt 21,42). Esta rejeição pode ser desconfiança do dom, assim como inadequação de quem o recebe. Não percamos de vista que ao crescimento humano e espiritual concorrem vários factores que, juntos, fazem do caminho de procura um caminho dinâmico. Por vezes a rejeição é interna e, outras, interna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, essa pedra está em cada um de nós, escondida entre falsas omnipotências e outros bloqueios. Na verdade, «a Lei está muito perto de ti, na tua boca e no teu coração, para a praticares» (Dt 30,14). É caso para cada um se perguntar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Entre a graça de Deus que me chama e a minha resposta livre à sua palavra, poderá ou não haver possíveis resistências psicológicas defensivas de origem conflitual inconsciente que por vezes racionalizamos em favor de um bem-estar aparente e circunstancial que volta a desaparecer quendo o »mistério da graça» nos volta a incomodar?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma pergunta grande para um grande desafio que dura a vida toda que Deus conceder a cada um de nós!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-1718651637807782104?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/1718651637807782104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/1718651637807782104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/06/pedra-teologal.html' title='A &quot;pedra teologal&quot;'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-651492188550488056</id><published>2008-05-17T22:12:00.004+01:00</published><updated>2008-05-18T08:31:39.804+01:00</updated><title type='text'>A inabitação da Trindade em nós</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 324px; height: 264px;" src="http://www.lumenchristi.de/kem/kurse/images/dreifaltigkeit.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Quando a alma está fora de si mesma*, em Deus, então Deus autocomunica-se à alma. E a alma transorma-se sempre mais em Deus. A alma anela à forma de amor pra se tornar a forma da sua alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É Deus que forma a alma. Informa a alma com a sua graça e conforma-a a si mesmo; e ela è reconformada à sua imagem e semelhança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta transformação amorosa não pode de forma alguma ser actuada pela própria alma. A única coisa que pode preparar esta transformação é pacificar e reduzir ao silêncio os sentidos, o intelecto, a vontade e a memória, de forma que o Amado possa doar-se a si próprio. As três faculdades devem estar vazias de toda a forma para estar completamente na presença de Deus, pois Deus comunica-se sem intermediários, nem os Anjos, nem os homens, nem de formas, nem de imagens. O Verbo pelo qual se comunica não tem volume e é livre de todo o peso, forma e acidentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É assim a autodoação do Pai a Cristo e no Espírito aos homens. Inabitação é, pois, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;" class="texto"&gt;«expressão teológica para significar que, pela graça santificante, Deus se torna especialmente presente na alma do justo. A vida cristã apresen­ta-se assim como exaltante experiência dessa presença.» (Enciclopédia Católica Popular, em www.ecclesia.pt)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;____________________&lt;br /&gt;* Este estado é o da "quietude" (estar quieto) diante da imensidão de Deus que se oferece à alma; a mística é graça de Deus. O homem, habitualmente, tem outra forma de se aproximar de Deus - a ascese - que o predispõe para Deus com a inquietude. São os dois movimentos que fazem parte do todo: busca e encontro.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-651492188550488056?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/651492188550488056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/651492188550488056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/05/inabitao-da-trindade-na-nossa-alma.html' title='A inabitação da Trindade em nós'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-6809246762130754496</id><published>2008-05-12T12:23:00.004+01:00</published><updated>2008-05-13T22:30:31.682+01:00</updated><title type='text'>«Primeiro o dever e depois a devoção» ?!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 315px; height: 237px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/SCmxMyZ67pI/AAAAAAAAAL8/Ubi6p2-sAeQ/s200/newtons_cradle.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5199882078022987410" border="0" /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Trago à meditação do meu caro(a) leitor(a) esta frase, muito escutada entre nós para se justificar o dever e a responsabilidade acima de um certo pietismo também frequente e infundado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que nunca aqui reflicto fora de uma perspectiva cristã da antropologia humana e do crescimento pessoal para a felicidade e o empenho na Igreja e no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de mais, é importante fazermos a lectio humana e a lectio divina da questão: O "dever" reporta-nos à lei; a "devoção" liga-nos ao amor. São Paulo falava aos Gálatas que a salvação não nos vem pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo (cf. Gl 2,16). Ele catequizava num contexto em que uns certos missionários competiam diante dele aparecendo a defender a Torah (lei judaica) antes que a Jesus Cristo. Este drama de Paulo leva-o a tomar posição pela relação fundamental com Cristo crucificado e ressuscitado. Para ele, o Evangelho é uma relação com um "Tu" em Cristo, passando o próprio Paulo a ser "evangelho", porque disponibilizando-se para ser "filho no Filho" (Gl 1,16).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para S. Francisco de Sales "devoção" é amor, espiritualidade, vida segundo o Espírito. A história dos costumes religiosos, assim como uma má interpretação da teologia da relação com Deus relativizou esta palavra. E como a fé não pode sobreviver sem a piedade popular, o que proponho com esta reflexão é que se pense no benefício de estes dois desafios da nossa existência como crentes - o dever e a devoção - se ponham não uma antes ou depois da outra, mas a par na mútua reciprocidade e na mútua consequência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há, pois, horas em que o dever se contrapõe à devoção injustamente e vice-versa. A consciência falará mais a cada um de nós do que as leis. Estas devem aparecer sempre como pedagogia ao Amor e não como imposição de fora, sem ter em conta a Lei inscrita pelo Criador em cada um de nós. Esta posição não favorece de forma alguma qualquer tipo de anarquia, já que a Lei suprema do Amor implica uma ordem: a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ordo amoris&lt;/span&gt; (s. Agostinho) sem a qual não é possível ser-se feliz.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-6809246762130754496?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/6809246762130754496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/6809246762130754496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/05/primeiro-o-dever-e-depois-devoo.html' title='«Primeiro o dever e depois a devoção» ?!'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/SCmxMyZ67pI/AAAAAAAAAL8/Ubi6p2-sAeQ/s72-c/newtons_cradle.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-4279165489239112041</id><published>2008-05-09T22:07:00.003+01:00</published><updated>2008-05-09T22:57:28.532+01:00</updated><title type='text'>Talento e Carisma</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 216px; height: 308px;" src="http://lab.nova100.ilsole24ore.com/ispirazione/attachments/20071109105518polytlasphoto/odisseo.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Estamos a celebrar o Pentecostes, a vinda do Espírito Santo. Na segunda leitura desta Solenidade (1Cor 12,3b-7.12-13), Paulo fala-nos dos carismas diversos que são distribuídos em favor da Igreja no mundo, mas o Espírito é o mesmo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Sobre o Espírito Santo, estamos novamente a descobrir que, mais do que um tema, Ele é uma presença, como os primitivos cristãos assim o receberam. Mais recentemente, levamos também a sério que Ele não desce somente de cima, mas está entranhado no nosso ser e vem de baixo para cima. Todos os baptizados transportam a Sua força e são chamados a estar abertos às suas inspirações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Podemos, no entanto, distinguir entre "ter um talento" e "receber um carisma". O talento pode ser uma predisposição naturaldo sujeito para um determinado valor que também poderá ser dom do alto. O carisma é dado pelo Espírito em favor da Igreja e do mundo na pessoa e circunstância que lhe aprouver. Talentos e carismas podem andar juntos. Quando se diz que "a graça supõe a natureza", estamos a integrar aqueles dois elementos: um de baixo, outro do alto; um é predisposição, outro é determinação para um determinado fim; um é capacidade oferecida outro é competência discernida e reconhecida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Talentos e carismas não se devem confundir, mas integrar sabiamente. Muitas vezes na Igreja deixa-se gerar a confusão, sem o devido discernimento, entre aqueles elementos, na hora de organizar a pastoral à volta dos ministérios e carismas. O Espírito Santo veio para todos, obferecer a todos a sua presença santificadora. A sua força, que se poderá chamar "a maior força nuclear" que a Igreja tem ao seu dispor, não é posse de ninguém em particular, mas diversidade de dons do único Espírito para a mesma comunhão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-4279165489239112041?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/4279165489239112041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/4279165489239112041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/05/talento-e-carisma.html' title='Talento e Carisma'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-2228431043519907116</id><published>2008-05-04T16:35:00.004+01:00</published><updated>2008-05-04T22:42:57.361+01:00</updated><title type='text'>Maternidade espiritual</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5196550917257954178" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 268px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 274px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/SB3bhthkA4I/AAAAAAAAAL0/b7dlPsMGVWM/s200/Mae.jpg" border="0" /&gt;Para o dia 30 de Maio, Dia Mundial de Oração pela santificação dos Sacerdotes , o Card. Cláudio Hummes escreveu uma &lt;a href="http://padretojo.net/preghiera_sacerdoti.doc" target="_blank"&gt;carta e oração&lt;/a&gt; a sensibilizar esta oração. Celebrado no mesmo dia da Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, aquele dia de oração pelos sacerdotes pretende sublinhar a importânica de contemplar o rosto de Cristo e, em especial, no rosto de cada sacerdote. Podemos ler na carta:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O Papa São Pio X afirmava: «Cada vocação sacerdotal vem do coração de Deus, mas passa através do coração de uma mãe». Isto é verdadeiro em relação à evidente maternidade biológica mas também em relação ao «parto» de cada fidelidade à Vocação de Cristo. Não podemos prescindir de uma maternidade espiritual para a nossa vida sacerdotal: recomendemo-nos confiantes à oração de toda a Santa Mãe Igreja, à maternidade do Povo, do qual somos os pastores, mas ao qual está também confiada a nossa guarda e santidade; peçamos este apoio fundamental.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;S. Tomás de Aquino, na sua &lt;em&gt;Summa contra gentiles&lt;/em&gt; (L. III, 123-124; L. IV, 77), defendendo a questão da indissolubilidade do matrimónio em relação à família, afirma, em relação àqueles que são escolhidos para o ministério sacerdotal, que estes, apesar de deixarem como todos os homens no seu crescimento para a vida de necessitar do apoio físico, continuam, no entanto, a continuar necessitados do apoio moral e espiritual.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que escrevo não somente em favor dos sacerdotes. Todos os fiéis da Igreja, sentindo a urgência do que eles significam para que a Igreja continue a ter presente a imagem de Jesus viva na Eucaristia, são convidados a sentir esta Maternidade divina que ficou impressa na Igreja, esposa do Bom Pastor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Virgem Maria, na mediação de cada uma das nossas mães, é a expressão mais eloquente dessa maternidade eclesial qua nos garante a segurança para caminharmos para o Pai. Roguemos uns pelos outros: leigos, religiosos e padres, pela maternidade espiritual que a todos nos integra.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-2228431043519907116?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/2228431043519907116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/2228431043519907116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/05/maternidade-espiritual.html' title='Maternidade espiritual'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/SB3bhthkA4I/AAAAAAAAAL0/b7dlPsMGVWM/s72-c/Mae.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-1572277792442331035</id><published>2008-04-25T09:10:00.006+01:00</published><updated>2008-05-13T22:33:44.533+01:00</updated><title type='text'>A matrioska e a personalidade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5193092356188144498" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right;" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/SBGR-9hkA3I/AAAAAAAAALs/QxlIUhQ0tm4/s200/1matrioska.jpg" border="0" height="230" width="262" /&gt;A &lt;em&gt;matrioska&lt;/em&gt; é uma boneca de madeira característica do artesanato russo que contém, no seu interior encastradas umas nas outras e de dimensões cada uma mais inferior que as outras, um certo número de bonecas.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;A boneca maior simboliza a nossa personalidade presente. As outras bonecas simbolizam os estádios de desenvolvimento precedentes do nosso desenvolvimento e não são de todo diversas umas das outras.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;A lei da contiuidade-descontinuidade diz-nos que os estádios mais precoces do nosso desenvolvimento ditam a forma aos estádios sucessivos. Por isso é que a personalidde da criança é fundamental para percebermos a personalidade do adulto. Entra aqui uma discussão: a psicanálise diz que a personalidade se decide nos primeiros cinco anos de vida e que tudo o que vem a seguir não é senão consequência daquilo; outros discordam deste determinismo, reconhecendo que qualquer que tenha sido o desenvolvimento este não pára de se realizar durante a vida e não se limita aos primeiros cinco anos. Concordo mais com esta posição.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;No entanto, a &lt;em&gt;matrioska&lt;/em&gt; pode-nos ajudar a compreender uma coisa: umas vezes, se ela cai ao chão e se desmancha, separando-se umas das outras as bonecas que estão no seu interior, a pessoa entra em crise e revê-se, sendo forçada a perceber as suas fases anteriores. Isso pode acontecer através da manifestãção de variadíssimos sintomas e nas circunstâncias variadas conforme a personalidade da pessoa, diante das outras pessoas e acontecimentos.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Outro é o caso da pessoa que, para melhorar a sua vida espiritual e a sua personalidade no sentido de interagir com os outros de forma mais justa, programa esta abertura das "bonecas" mais pequenas que estão dentro (o que poderá acontecer melhor diante de um bom interlocutor), conhecendo-as e sabendo lidar com o influxo sobre as suas motivações e atitudes. Assim, controladamente, poderemos, fora do alcance daquele determinismo, usar a força extrardinária que está dentro de nós a favor da nossa missão e felicidade.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;A &lt;em&gt;matrioska&lt;/em&gt; que uma amiga, um dia, me ofereceu passou a ter mais que um valor estimativo: serve para me sugerir entrar dentro de mim sempre que eu quiser, não somente com a curiosidade de me autoanalizar, mas para redescobrir as forças que me serão úteis na vida e relação com os outros.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-1572277792442331035?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/1572277792442331035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/1572277792442331035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/04/matrioska-e-personalidade.html' title='A &lt;i&gt;matrioska&lt;/i&gt; e a personalidade'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/SBGR-9hkA3I/AAAAAAAAALs/QxlIUhQ0tm4/s72-c/1matrioska.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-2799672333293307877</id><published>2008-04-18T22:32:00.002+01:00</published><updated>2008-04-18T23:05:47.854+01:00</updated><title type='text'>De que tipo é a tua relação com Deus?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 217px; height: 262px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/SAkT2zzPsuI/AAAAAAAAALg/gG7F77vncFg/s200/teologrelacional.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5190701877860217570" border="0" /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A relação com Deus é, para o crente, o centro da sua vida. É nesta relação que tirar as forças para a sua caminhada de fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta relação é pessoal, pois pretende favorecer um diálogo que às vezes parece um monólogo, quando falamos mais do que escutamos. Deus está sempre presente, a sua união a cada um de nós é de continuidade, enquanto que a nossa presença é descontínua e instável...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode haver dois tipos de relação com Deus:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.  A relação é &lt;span style="font-style: italic;"&gt;simétrica&lt;/span&gt; quando é de igualdade. É muito difícil, mas não impossível, encontrar uma relação completamente simétrica no âmbito religioso. Simétrica entende-se a relação que se tem com Jesus Cristo: quando Ele se torna amor pessoal para o discípulo; o Amigo, o Esposo, o Senhor; é a Aleança como reciprocidade; supõe a integração afectiva da humanidade de Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. A relação é &lt;span style="font-style: italic;"&gt;assimétrica&lt;/span&gt; significa uma relação entre um inferior e um sperior, mas não de escravo-patrão: Deus é visto como Absoluto, o homem sente-se uma sua criatura; Deus é Pai, o homem é filho (afectividade filial); Deus é autoridade amorosa (meto-me à disposição do projecto de Deus, serviço de amor).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nossa relação com Deus Uno e Trino é um processo afectivo, primeiro de ser um processo cognitivo. A nossa vida de fé pode oscilar entre aqueles dois tipos de relação, conforme a nossa capacidade de nos relacionarmos com os outros, pois a nossa relação com Deus não escapa à influência daquilo que acontece entre cada um de nós e as outras pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, somos chamados a aprofundar essa relação. Se quiseres saber melhor de que tipo é a tua relação com Deus, não procures nos momentos que estão cheios de emoções primárias que enchem o coração com um entusiasmo que se evapora rápido. Procura, antes, em momentos de profundo silêncio diante do Senhor, no teu quarto, na tua solidão... lá Ele fala-te ao coração!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-2799672333293307877?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/2799672333293307877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/2799672333293307877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/04/de-que-tipo-tua-relao-com-deus.html' title='De que tipo é a tua relação com Deus?'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/SAkT2zzPsuI/AAAAAAAAALg/gG7F77vncFg/s72-c/teologrelacional.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-9062738242126633428</id><published>2008-04-14T21:40:00.004+01:00</published><updated>2008-04-14T22:51:50.292+01:00</updated><title type='text'>aqui e agora</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://saporra.com.br/images/noww.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 226px; CURSOR: hand; HEIGHT: 186px" height="218" alt="" src="http://saporra.com.br/images/noww.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Muitas vezes, na meditação sobre a vida, na resolução dos nossos problemas, vamos à procura das causas nos "arquivos" da nossa memória, na forma como nos relacionamos com os outros, etc.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É frequente, até, falarmos em terceira pessoa, como se fossemos verddeiros expectadores do filme da nossa vida: aconteceu isto... aconteceu aquilo... desta ou daquela maneira... eu fiz ou disse isto... fulano fez ou disse aquilo...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Experimentamos pouco a análise do nosso &lt;em&gt;aqui e agora&lt;/em&gt; como ponto de partida para o aprofundamento do nosso ser em interacção com as outras pessoas, os acontecimentos e a realidade da vida. Perguntar diante de uma quelquer emoção ou pensamento - como é que me sinto, o que penso disto aqui e agora? - talvez nos ajude a sentir o pulsar da vida de uma maneira diferente. Significa pegar nas rédias da vida de uma outra maneira, em primeira pessoa e não como expectador.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Não se trata de controlar tudo, pois a maior parte da nossa existência é feita de mistério, mas sim de respirar esse mistério com todas as faculdades que Deus nos deu.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Procura amar e ser feliz aqui e agora!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-9062738242126633428?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/9062738242126633428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/9062738242126633428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/04/aqui-e-agora.html' title='&lt;i&gt;aqui e agora&lt;/i&gt;'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-479607834382463434</id><published>2008-04-09T22:19:00.003+01:00</published><updated>2008-04-09T23:51:04.376+01:00</updated><title type='text'>A relação afectiva com Deus</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5187366257399210898" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 235px; CURSOR: hand; HEIGHT: 303px" height="239" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/R_06IJQgo5I/AAAAAAAAALY/EMKs52vIjiU/s200/afecto+Deus.bmp" width="359" border="0" /&gt;A base afectiva está ligada, salvo em pessoas excepcionais, às necessidades psicológicas, às imagens parentais e à "bagagem" que a pessoa desenvolve desde os 18 aos 20 anos.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Muitas vezes esta base permanece indiferenciada e muito presa somente ao humano e ao social, ficando a relação com Deus sufocada a nível afectivo. Uma coisa é ter uma base religiosa muito rica, outra é estar somente focalizada nessa religiosidade que não desenvolve outras dimensões como a da autonomia.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Como é que se resolve o "conflito" afectivo com Deus?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Sobretudo as pessoas que têm uma base educacional religiosa sentem que a relação com Deus está muito "formatada" entre o fazer e o não fazer a sua vontade, o que confere muitas vezes a relação com Deus economicista: eu dou-Te e Tu dás-me.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Ao contrário: será a experiência teologal aquela experiência que faz o homem sentir-se justificado por Deus, tendo como consequência a obediência da fé pela parte do homem. Esta afectividade teologal não é um puro sentimento religioso. Um bom teste para o discernimento da nossa relação afectiva com Deus será o do centramento/descentramento: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;a) O descentramento é activado quando o homem se sente dependente (de Deus e dos outros). Com esta atitude, ele abandonase a um ideal e saindo de si mesmo começa a perceber o sentido do Absoluto.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;b) No entanto, o processo de personalização da fé deve recolocar este ideal no momento exacto em que o homem "abre os olhos" para o sentido da vida. Este processo de personalização implica o centramento da pessoal no seu "eu" real e na integração das necessidades, de forma que a pessoa se torna autónoma.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Quem é que disse que para pôr Deus no centro teríamos que nos descentrar-nos? O objectivo da vida cristã não será, sim, ir para o centro, ter com Quem já lá está? Naturalmente que a maior das dificuldades será sempre a da linguagem.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Sem uma real humanização a religião transforma-se numa idealogia de perfeição que não toma em consideração os processos reais da pessoa. Por isso, só a partir do "eu real" com as suas necessidades de afecto, atenção e aprovação que estão inscritas no seu íntimo desde a sua criação, é que se poderá construir uma mais sã relação com Deus. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Em resumo, será uma relação de "autonomia dependente" a que caracterizará essa relação.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-479607834382463434?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/479607834382463434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/479607834382463434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/04/relao-afectiva-com-deus.html' title='A relação afectiva com Deus'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/R_06IJQgo5I/AAAAAAAAALY/EMKs52vIjiU/s72-c/afecto+Deus.bmp' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-4313015641347871160</id><published>2008-03-30T22:29:00.005+01:00</published><updated>2008-03-30T22:54:31.458+01:00</updated><title type='text'>O Espírito, o lado e as mãos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 286px; height: 259px;" src="http://www.comptonverney.org.uk/resources/collections/naples/strozziIncredulity350.jpg" alt="" border="0" /&gt;De Tomé todos lhe descobrimos já o limite e o mérito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por um lado, não sendo ele em primeiro assíduo à comunidade, sabemos que, por isso, não tinha uma fé mais forte, para o que precisou de tocar nas mãos e no lado de Jesus para acreditar. A comunidade favoreceu-lhe essa experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro, a sua atitude é para nós documental. É possível ser em acreditar sem ter visto, porque houve aguém que precisou de ver e tocar para acreditar. A nossa fé foi, assim, favorecida por causa da dúvida daquele inicialmente foi incrédulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, podemos experimentar, mais ou menos, nesta ou naquela fase da caminhada da fé, que em cada um de nós está um "Tomé". Sendo a fé um dom, a abertura a esse dom não é automática, necessitando de um sair de nós próprios e do fechamento pessoal que caracterizou a primitiva comunidade antes do Pentecostes. As "portas fechadas", o "medo" e a ausência da comunidade continuam a ser hoje os entraves à fé autêntica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde estão, então, essas mãos e aquele lado para que este "Tomé" que está dentro de cada um de nós possa acreditar e agir segundo essa fé?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joguemos com as palavras: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;portas fechadas&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;lado &lt;/span&gt;(&lt;span style="font-style: italic;"&gt;coração&lt;/span&gt;); &lt;span style="font-style: italic;"&gt;medo&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;mãos&lt;/span&gt;. Na abertura do nosso coração poderá estar a força para abrir as portas; na disponibilidade das nossas mãos poderá estar o início da coragem para agir segundo essa fé que vem da morte e ressurreição de Jesus. Ao mesmo tempo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;mãos e lado&lt;/span&gt; estão por aí disponíveis para quem quiser ver de verdade Jesus Cristo ressuscitado que Se apresenta nas pessoas e nas suas circunstâncias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falta o Espírito! A invocação deste é imprescindível, para que o evento pascal se faça concreto, segundo aquele dinamismo da fé, nas nossas vidas. "Meu Senhor e meu Deus!" tornar-se-á não só uma expressão diante do mistério da vida nova de Jesus, mas também um refrão de uma vida nova que transborda para a Igreja e para o mundo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-4313015641347871160?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/4313015641347871160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/4313015641347871160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/03/o-esprito-o-lado-e-as-mos.html' title='O Espírito, o lado e as mãos'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37318568.post-4618564948210147672</id><published>2008-03-27T14:57:00.005Z</published><updated>2008-03-28T01:02:52.977Z</updated><title type='text'>O "porquê" e o "como": da fábula à realidade, do plagal ao autêntico</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 327px; CURSOR: hand" height="227" alt="" src="http://teoriasdoluis.blogs.sapo.pt/arquivo/superherois.jpg" border="0" /&gt;Enquanto o homem não é capaz de contar a um bom interlocutor a sua história, de forma a poder ele próprio percorrê-la e contemplá-la com realismo, então tudo lhe paracerá uma fábula.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assemelho o narrar da história autobiográfica com a narração dos próprios feitos humanos e divinos narrados na Bíblia: umas vezes pelo recurso ao mito e às metáforas, outras vezes pela simples narração de factos se vai construindo uma história com nexo, capaz de dar sentido à existência.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quanto ao interlocutor de qualidade (um homem, para contar a sua história tem de ter um ouvinte ou um suporte a partir do qual a possa revisitar) poderá ser uma pessoa de confiança na forma de narração falada ou a um diário na forma de narração escrita, ou as duas formas. A importância do interlocutor está na sua capacidade de ouvir sem reacção derivada de juízos de valor, pois não se trata de uma intervenção de tipo moral, mas de um relacionar factos e ajudar a organizar a tessitura da vida, com tudo o que ela comporta: luzes e sombras, fios de todas as cores, e os rasgões, sem esconder nada, pois por detrás do que não parece belo de contar pode estar escondido o ligame que dá sentido e beleza ao todo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando, no decorrer da narração autobiográfica se é capaz de contemplar a partir do ouvido e da percepção do interlocutor a sua própria história, a sua existência, então os porquês que se vão fazendo no dia-a-dia vão encontrando a sua resposta; a realidade pessoal vai ganhando os seus contornos naturais, a partir dos quais podemos projectar a vida pessoal e fazer uma oblação mais coerente com as próprias possibilidades.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com isto não podemos esquecer de dar espaço ao mistério. É aqui que entra o "como?": - Como é que Deus quer, como poderei assim, com o que sou, com os dons que tenho, com as limitações que tenho, dar-me, ser feliz...? Enfim, como poderemos projectar o "como" sem primeiro desenharmos, quanto possível, o "porquê"? Se for músico e compreender o qua são as cadências plagais e autênticas, aproveite a metáfora:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quanto mais plagal (descendente, humilde e sincera) for a percepção da autobiografia na busca do "porquê", mais autêntica será a vocação na descoberta e na execussão do "como" viver e servir.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37318568-4618564948210147672?l=integracaopsico-espiritual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/4618564948210147672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37318568/posts/default/4618564948210147672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://integracaopsico-espiritual.blogspot.com/2008/03/o-porqu-e-o-como-da-fbula-realidade-do.html' title='O &quot;porquê&quot; e o &quot;como&quot;: da fábula à realidade, do plagal ao autêntico'/><author><name>P. Tó-Jó</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_wQ4KhCgWE74/StZsc7btgoI/AAAAAAAAAaQ/V3N718Frl0Q/S220/padretojo_escrita_m%C3%BAsica.jpg'/></author></entry></feed>
